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De volta a Santorini, a mais visitada das ilhas gregas

De todas as mui famosas ilhas gregas, marcadas por suas casinhas brancas circundadas de mar impassivelmente azul, a mais visitada é Santorini. É pitoresca ao extremo, do que acho que os convenci no meu post anterior aqui, Santorini, a rainha das ilhas gregas

Agora, alguns anos depois, era hora de revê-la. Este é um post curto, de um breve reencontro.

Em frente à Pensão Stella, a mesma onde havia ficado da outra vez.

É difícil falar de Santorini. As fotos parecem fazer um serviço muito melhor em mostrar-lhes a beleza e as vistas a que me refiro.

O que posso dizer é que desta vez cheguei de avião em vez de ferry, vindo de Atenas. George, o dono da pensão e esposo de Stella, não se recordava de mim, mas eu me lembrava muito bem dele. Ar resolve-tudo de marujo, e disposição de quem não cria firula com nada. Stella, sua esposa, estava mais velha como ele, mas continuava hospitaleira — como os gregos em geral são.

Dali do povoado de Karterados, a cidade de Fira continuava à distância de uma curta caminhada de 20 minutos. Tudo aqui é relativamente perto — até mesmo o outro lado da ilha, Oia, aonde eu inadvertidamente havia ido a pé pelas montanhas numa tarde dessas em Santorini. 

As casas todas continuavam brancas como sempre. Nisso não houve austeridade; se falta dinheiro à Grécia e aos gregos de Santorini, não foi no cal que fizeram os cortes.

Tudo era o mesmo de quando eu havia vindo aqui antes, mas apresento-lhes as fotos novas.

As ruas de Fira, com suas edificações brancas, em Santorini.
Igrejinhas em Santorini sob o azul do céu.
As ruas de Fira e as escarpas que levam ao mar.
A vista para o mar em Santorini, bela mesmo sob um céu de nuvens.
Portinhas estrategicamente posicionadas.
A vista no dia seguinte, de céu limpo. As cidadezinhas em Santorini são quase todas escarpadas, então há degraus e bequinhos estreitos por onde subir e descer.
Caminhos.
Alguns são estonteantes assim. Parece surrealismo.
Vista para o mar azul grego.
Por sobre as plantas.
… e as flores.

Você circula, olha o mar, re-olha, e re-olha uma vez mais. As lojinhas quase todas são proibitivamente caras, e comer aqui não é barato, mas tudo isso são detalhes. Essas outras coisas só estão aqui para constar. A atração verdadeira é embeber-se no azul-e-branco das vistas.

“Bêbado” e com as memórias refrescadas, eu rumaria agora para Roma. De um recanto da Europa mediterrânea a outro.

(Se você ainda não viu o post do meu primeiro contato com Santorini, ei-lo aqui: Santorini, a rainha das ilhas gregas)

Mairon Giovani
Cidadão do mundo e viajante independente. Gosta de cultura, risadas, e comida bem feita. Não acha que viajar sozinho seja tão assustador quanto costumam imaginar, e se joga com frequência em novos ambientes. Crê que um país deixa de ser um mero lugar no mapa a partir do momento em que você o conhece e vive experiências com as pessoas de lá.

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