Vietnã

Hoi An, Vietnã: Cidade histórica no antigo Reino de Champa

(Este será um post longo.)

Hoi An talvez seja a mais pitoresca das cidades do Vietnã. Suas ruas estreitas, antigas, de casas amarelas e vendedores em bicicletas com seus chapéus redondos, hoje acompanhados por motos. Lampiões asiáticos vermelhos e seculares mansões históricas. Não é à toa que a cidade é Patrimônio Mundial da Humanidade reconhecido pela UNESCO. 

Para quem gosta de lugares históricos, tradicionais, ou mesmo de compras de artesanias, Hoi An é um prato cheio. Vale uma estadia de pelo menos 2-3 noites. Adicione mais uma se você quiser fazer um bate-e-volta às ruínas de Mỹ Sơn aqui próximo. 

Hoi An é uma histórica cidade mercantil na costa do Vietnã central, hoje com 120 mil habitantes. Seu centro histórico continua à maneira tradicional.
Mulheres de chapéu à entrada de um templo.
Claro que, sendo o Vietnã, Hoi An tem a sua boa dose de muvuca no trânsito. (Note o ágil ciclista.)

Para entender o lugar, deixem-me dar primeiro o pano de fundo antes de falar das minhas andanças por aqui. Já que esta é uma cidade histórica, eu preciso falar um pouco de História.

Hoi An data dos séculos VII e X. Foi originalmente fundada pelos cham, uma civilização asiática medieval de quem você provavelmente nunca ouviu falar.

Cabeça do deus Shiva, dos Cham, feita por volta do ano 800 d.C.

Nem sempre estas terras pertenceram ao povo vietnamita. (A gente tem o mau hábito de olhar o mapa e julgar que todos sempre estiveram onde estão hoje.) 

Aqui vivia uma outra civilização desde a Antiguidade, que na Idade Média fundou o Reino de Champa (que existiria entre os séculos VII – XV). Eram hindus. Não eram etnicamente indianos, mas seguiam essa ancestral religião com características regionais próprias, como fazem até hoje os balineses na Indonésia. 

Os cham são parentes étnicos e linguísticos dos malaios e indonésios. Digo “são” porque eles ainda existem como minoria. 

Você encontra suas ruínas milenares aqui perto na área de Mỹ Sơn, embora lamentavelmente bastante destruídas pelos bombardeios dos EUA durante a Guerra do Vietnã. 

Sítio arqueológico de Mỹ Sơn, hoje no Vietnã central, com estas edificações do século X do povo hindu Cham, que viveu aqui à época.
O Sudeste Asiático por volta do ano 1100. Os vietnamitas na área azul, no que era à época chamado Dai Viet, e centrados em Hanoi. O hindu Reino de Champa em amarelo, com sua capital no que é hoje o Vietnã central: a antiga cidade de Indrapura, hoje Da Nang. Em vermelho o grande — e então também hindu — Reino dos Khmer, que deram origem ao Camboja. (A capital dos Khmer é o que são hoje as magníficas ruínas de Angkor Wat. Eu mostro quando for lá.)

Só a partir do século XV (durante a Dinastia Lê) é que os vietnamitas, então restritos ao norte nos arredores de Hanoi, começam a avançar ao sul.

Gradualmente eles conquistam o Reino de Champa. A conquista completa levaria séculos, e o Vietnã só chegou à sua dimensão atual no reinado de Minh Mang (1791-1841), um dos imperadores cuja tumba eu visitei em Hue.

Cham remanescentes refugiaram-se quase todos no atual Camboja, país vizinho. Os cambojanos, como os cham, são parentes dos malaios e indonésios. E, tal como a maioria dos malaios e indonésios, os cham converteram-se majoritariamente ao Islã desde o século XVII.

Os países do Sudeste Asiático mais voltados ao comércio nestes mares quentes — e mais distantes da China e da sua influência cultural — foram os que se converteram ao Islã após a Idade Média: Malásia (azul) e Indonésia (verde). As Filipinas (rosa) também o fariam, mas aí vieram os espanhóis no século XVI convertê-los ao catolicismo.

Essa conversão ocorreu em grande parte porque esses povos tinham (e têm) uma vida econômica mais marítima, e portanto mais expostas ao contato com mercadores árabes e persas. Pense em Sinbad, o marujo, e nos muitos navegadores islâmicos da Idade Média. Por isso que a Indonésia e a Malásia se islamizaram, enquanto que os países mais continentais do Sudeste Asiático não o fizeram.

É fascinante, pois esta região é há muito um grande encontro de culturas, uma zona fronteiriça de civilizações. Nos tempos da fundação de Hoi An, tínhamos de um lado a matriz religiosa hindu, vinda do sul e sudeste da Ásia. Do outro, os vietnamitas sob muita influência chinesa, com seus dragões avançando rumo ao sul.

Voltemos a Hoi An. A cidade se consolidou como talvez o mais importante porto de todo o Sudeste Asiático na Idade Média. Os cham ganhavam muito dinheiro nos mercados de especiarias, marfim, e o que mais fosse. Comerciavam com o Japão, a China, e suas mercadorias chegavam ao sul da Ásia e ao Oriente Médio.

Com a conquista do lugar pelos vietnamitas nos idos de 1500, o comércio se ampliaria ainda mais. Japoneses e também chineses estabeleceriam comunidades permanentes aqui de comerciantes. 

A Ponte Japonesa coberta (Japanese covered bridge), feita nos idos de 1590, é das raras obras arquitetônicas de época do povo japonês fora do Japão. Segue bem preservada.

A Ponte Japonesa coberta, feita pela comunidade de mercadores japoneses em Hoi An na década de 1590.
A larga ponte japonesa coberta e sua entrada num dos lados.
No interior da ponte, um altar à religião tradicional animista desta região.

Já comentei de outras vezes como nós no Ocidente temos dificuldade de compreender que a maioria das religiões mundiais não são como as três religiões abraâmicas (judaísmo, cristianismo, e islamismo).

Elas são uma coisa muito mais solta, livre, e menos institucionalizada. No contexto brasileiro, são algo mais próximo da Umbanda e do Candomblé — ou da religiosidade indígena — que aquela coisa estruturada, congregada, e de seguir o que diz o pastor ou o padre.

Em vez disso, os vietnamitas — assim como os japoneses e chineses que vieram aqui — tinham e ainda têm cultos aos espíritos do mar, da agricultura, das tempestades ou o que fosse. E aos ancestrais da família.

Quadro de época, num dos templos em Hoi An, mostrando a intercessão de uma dama espiritual das águas (note o halo dourado) diante de uma tormenta no mar. É quase uma Iemanjá da Ásia.
Decoração no interior dos templos da religião tradicional em Hoi An. Não é uma religião oficial e codificada que tenha nome, é uma coisa orgânica, surgida historicamente ao longo dos milênios e praticada pelo povo.
Típico altar com seus incensos, imagens e oferendas. (Os jesuítas piravam quando chegavam aqui e encontravam essas coisas. Como hoje ainda há quem pire.)

Pois bem, meus caros, estamos aqui num lugar bastante tradicional. Mas como eu não sou a National Geographic nem revista de bordo de avião, para dourar a pílula ou me limitar ao impessoal, vamos agora trazer um quê de vida real a este relato. 

Chegar a Hoi An foi uma bênção após os muitos dias de chuva ininterrupta em Hue. Eu já não aguentava mais sair de capa plástica e, mesmo assim, estar salpicado de chuva, com os sapatos úmidos (sim, pois eu não vim com bota de trilha para as cidades do Vietnã, mas considere essa opção se você for a Hue), e a barra da calça por secar todas as noites.

Viemos de ônibus, detendo-nos brevemente em Da Nang para uma visita às cavernas budistas nas chamadas Montanhas de Mármore. Hoi An fica a uma distância relativamente curta de Hue, mas deste lado de cá das montanhas já não chovia. Estávamos agora à beira do Oceano Pacífico, nos limites continentais da Ásia. Hoi An fica num estratégico desembocar de rio, então não se verá praia, mas mais uma cidadezinha de beira de rio.

Acolhidos fomos por Nam, uma moça vietnamita de classe média de seus 35 anos. Como no Brasil, modos e vestimenta distinguem muito as pessoas. Ela administrava esta pousada que era também sua casa, de dois andares.

Nada de grandes sorrisos nem daquele servilismo que às vezes se encontra na Ásia — eles aqui no Vietnã são um pouco mais cabeça-erguida —, mas era simpática e afável. Seu filho de seus 5 anos circulava livre pelas áreas comuns, enquanto a mãe ou a sogra a ajudava na cozinha. Nam toda manhã levava o filho de moto à escola, e ao fim das tardes às vezes os víamos juntos com o dever de casa.

Diga-se o que disser da pobreza, as famílias aqui na Ásia me pareceram mais estruturadas.

A janela dos fundos do meu quarto no segundo andar mostrava um riacho atrás, com pessoas ali vivendo precariamente. Aquela mistura quase rural de crianças, cachorro, e adultos em sandália aberta caminhando com os pés imersos na duvidosa água de enchente.

A vista para os fundos, com os vizinhos à beira d’água.

À rua na frente, tínhamos o delicioso centro histórico de Hoi An, com seu casario amarelo e grande abundância de vendedores, motos e lojas. É para quem gosta do bafafá.

Pelas ruas históricas de Hoi An. O casario com as paredes úmidas me lembrava outros trópicos.
O mercado. Há vendedores fixos ou ambulantes por toda parte.
A fiação linda, e alguns turistas que se aventuram a alugar bicicletas. (Faça-o por sua própria conta e risco.)
O trânsito tranquilo em Hoi An.
Requer certa habilidade.
Área da feira livre. (Olhe a tia de chapéu animada ao telefone.)
Tendo a devida atenção, você curte bem o lugar, e tudo aqui se faz a pé.
À noite, nas ruas mais turísticas do centro histórico.

Afora o bafafá deste ambiente de raiz, Hoi An tem belíssimos templos a serem visitados neste centro histórico. Eles pertencem em sua maioria aos centros comunitários (assembly halls) de diásporas de mercadores chineses que se consolidaram aqui a partir do século XVII. 

Os japoneses deixaram de vir na década de 1630, quando lá o xogunato Tokugawa iniciou a política de reclusão e isolamento do Japão. Os chineses passaram então a ocupar em maior proporção essas atividades de comércio marítimo, sobretudo aqueles vindos de províncias meridionais mais próximas como Fujian e Guangdong (esta última onde fica Cantão, ou Guangzhou em mandarim).

Mais chineses vieram quando caiu a Dinastia Ming, substituída pela dinastia manchu dos Qing num período de guerras internas e turbulências entre 1644 e 1662. Muitos refugiados chineses migraram então para o sul e se radicaram aqui. (Os chineses que você encontra em grande número na Malásia e em Singapura datam em parte também desse período.)

Há aqui em Hoi An pelo menos uns cinco belíssimos centros comunitários com seus templos, o que eles aqui no Vietnã classificam como relíquias nacionais por seu valor histórico-cultural.

A entrada de um dos templos, num dos tradicionais centros comunitários em Hoi An.
Altar com seus ideogramas e motivos chineses, além do típico vermelho e dourado.
Portal de entrada para um jardim.
Num dos outros halls de centro comunitário. São lugares bem pacatos apesar do bafafá lá na rua.
Altar decorado.
Pórtico de entrada para o centro comunitário cantonês em Hoi An, um dos meus preferidos. Com uma trupe de mulheres vietnamitas de chapéu à entrada.
Com os elegantes dragões no pátio.
No interior do centro comunitário cantonês, uma área de reuniões com uma ilustração típica de um velho sábio ensinando ao rapazinho.
Portal de entrada para o centro comunitário dos chineses da província de Fujian, outro dos favoritos na cidade.
Detalhes da arquitetura.
Ali no recinto.
No pátio, note os muitos bonsai, chamados penzai em mandarim, e que aqui no Vietnã formam a técnica Hòn Non Bộ de paisagens em miniatura.
Área do templo no centro comunitário dos chineses de Fujian.
Esses cones dependurados são incensos que vão queimando lentamente em espiral.
Fonte feita em cerâmica aqui de Hoi An, que era exportada por todo o Velho Mundo. Encontraram-se traços dela na costa da África, no Oriente Médio, e até mesmo em Portugal.

Há um sistema de passe único para visitar todos esses lugares em Hoi An. A coisa é um pouco confusa, e — como de hábito nos países em desenvolvimento — há uma diferença entre a regra teórica e o que realmente se passa na prática.

Em teoria, é necessário um ingresso tudo-incluso mesmo para visitar o centro histórico e os centros comunitários que há nele. Você notará umas semi-barreiras de acesso nas ruas, ali para evitar sobretudo a entrada de motos, mas que também podem checar se os turistas têm ingresso. O passe custa o equivalente a cerca de 5 dólares (USD) — na prática um valor em dongs (a moeda vietnamita) que vai se atualizando a cada ano conforme a inflação. 

Na realidade, todavia, a menos que você vá puxar conversa com os policiais, ninguém o deterá na rua para perguntar se você tem ingresso. Ele só costuma ser exigido, aí sim, quando você adentra algum dos pontos turísticos como a Ponte Japonesa ou um dos centros comunitários chineses. (Não deixe de vê-los por conta da merreca de 5 USD, que no Brasil mal lhe compram um almoço.)

Nos 14º e 15º dias de cada mês lunar, todo o acesso fica gratuito. Não me pergunte como calcular, o que eu sei é que aconteciam de ser esses dias quando eu visitei, então eu não paguei nada. Yippie!

Por outro lado, antes que achem que eu nasci com a bunda virada para a lua, as chuvas recentes haviam causado uma bela enchente na cidade, que estava inacessível em certas partes. Só de canoa.

Partes de Hoi An estavam alagadas. Só de canoa.
Ou de bicicleta, se você for raçudo como esses meninos (tendo a sagacidade de não pedalar para dentro de um rio ou canal).
Tiozão europeu que saiu dando uma volta de bicicleta no alagamento. (Eu acho engraçado como turista sai fazendo nos outros países tudo o que não faz em casa.)
O povo aqui se vira…
…Fazer o que?

Os vietnamitas são um povo resiliente. Dão a volta por cima da maneira que podem. 

Com uma vendedora ambulante de frutas. Isso no ombro é pesado pra dedéu. Você vê essa gente mirrada e não se dá conta da força que eles têm.

Como vocês podem ver, eu não deixei de aproveitar minha visita por conta das áreas alagadas. Dei umas boas voltas por essas ruas, comendo guloseimas típicas — exceto coco verde, que eles aqui acharam que eu era otário de pagar R$ 10 por um.

Fritada de bananas-da-terra com sementes de gergelim. Uma gordurada danada, mas uma delícia.

Como esta é uma cidadezinha claramente turística, as pessoas vão mais em cima de você, chamar para ver isso ou oferecer coisa.  

— “O que você está procurando?“, vinham-me amiúde pessoas na rua, de todos os gêneros e idades, como que prontos demais para me ajudar.

— “A paz interior“, me dava vontade de responder.

As pessoas invariavelmente se relevavam interessadas em me ajudar com alfaiataria, ver se eu não queria fazer um terno, etc. Eu não tinha o menor interesse nisso, o que eles custavam a compreender. Eu sequer sabia que Hoi An era famosa por isso, mas pelo visto é.

Para quem gosta de compras há muitas opções, uma grande mistura de coisas boas, produtos vagabundos e falsidades ideológicas. Não faltam produtos de plástico sendo vendidos como feitos de osso de vaca.

Quando eu acusei um vendedor da enganação, a resposta foi pitoresca. “No Vietnã não tem nada de plástico.” Sei. Nem na minha casa. 

Lembre-se de que gente é gente em qualquer lugar. Se mesmo nos países ricos há falcatruas, imagine as pessoas aqui que precisam se virar para ganha uma renda.

Um vendedor, que almoçava com o prato na mão enquanto me atendia, sugeriu que as peças em madeira que vendia eram mogno. Eu conheço mogno, meu amigo. Eu sou brasileiro. Isso não é mogno.

Esse é mogno do Vietnã. Um tipo diferente“, respondeu ele inabalável entre uma garfada e outra do almoço. (Isso por isso, em Feira de Santana também já tentaram me passar artesanato em madeira vagabunda de quebrar com golpe de karatê como se fosse de sucupira.) Quem quiser que vá nas conversas de vendedor.

Dica: Via de regra aqui na Ásia, nunca acredite que o material é realmente aquele que o vendedor lhe diz que é, a menos que você esteja numa loja cara — e olhe lá. Avalie pelo seu próprio conhecimento. Se não souber reconhecer os materiais, procure se informar antes. No caso das madeiras, dureza, cor e peso são três indicadores importantes. Madeiras “de lei”, como mogno, ébano, sucupira e outras são bastante pesadas e duras, tanto que nem cupim rói.

Eles aqui no Vietnã falsificam até certificado de excelência do TripAdvisor. Olha pra isso. Tenha atenção.

Há artesanato simples e despretensioso por bons preços. Só não espere nada de grande acabamento, exceto nas melhores lojas. Comprei um jogo americano de mesa feito de bambu (esse era bambu mesmo), mas a melhor aquisição foram uns enormes pacotes de lascas de gengibre com açúcar. Uma delícia que você encontra barato no mercado coberto. Pechinche.

Os vietnamitas são matutos. Precisam ser. Passaram por muita coisa. Entenda-os, mas não bobeie. Senão a vietnamita te pega.  

Numa galeria em Hoi An.

Era hora de eu seguir em frente, rumo à Cidade Ho Chi Minh, a antiga Saigon.

Mairon Giovani
Cidadão do mundo e viajante independente. Gosta de cultura, risadas, e comida bem feita. Não acha que viajar sozinho seja tão assustador quanto costumam imaginar, e se joga com frequência em novos ambientes. Crê que um país deixa de ser um mero lugar no mapa a partir do momento em que você o conhece e vive experiências com as pessoas de lá.

One Reply to “Hoi An, Vietnã: Cidade histórica no antigo Reino de Champa

  1. Lindinha essa cidade. Uma graça esse povo de chapéu redondo parecendo de palha de arroz, essas ruas cheias de ventarolas coloridas. Uma festa para os olhos. Muito charmoso esse centro histórico de arquitetura bonita e tons amarelos, combinando com o verde luxuriante e viçoso das árvores, é maravilhoso. Sao magníficos esses templos. Dos mais belos que ja vi.
    Muito interessante esse levantamento histórico e que riqueza cultural nessa região.
    Eita que essa Ásia é um encanto.
    Maravilhoso esse sitio arquelógico, My son. Belíssimo. Esse tom escuro das pedras lembra os do Cambodja.
    Lindíssima essa ponte japonesa coberta. Um charme. Bela arquitetura.
    E pelo visto continua o banzé no transporte do povão nas ruas. hahaha rapaz… que horror hahaha e que enchente é essa? ruas alagadas e o povão no meio, para lá e para cá …. haha olhe, meu amigo, eita povo corajoso !….
    Belíssimos esses interiores. Histórias deliciosas e artisticamente pintadas. Riquíssimos jarrões. Uma maravilha. Impares esses portais bem trabalhados e coloridos com arquitetura deslumbrante nos seus templos . Esses detalhes vermelhos com dourados enchem os olhos. E que interessantes esses centros comunitários. Decoração interna deslumbrante. Sortudo, o senhor meu jovem. Chegou em um dia free… Apesar da pobreza que salta aos olhos, admirável esse povo corajoso, criativo, batalhador, colorido, alegre e vistoso. Ruas bem iluminadas e animadas. Uma festa para os olhos.
    Ihhh que maravilha essa foto do senhor, meu jovem amigo viajante, à frente desse belíssimo templo com esses esplendorosos dragões. Uaaauu patognomônica a foto haha. Merece um poster na galeria do senhor. Uma beleza. Espetacular!…
    Sem palavras para descrever a beleza desses templos. Sao dos mais belos entre os belos. Fenomenais, tanto nos exteriores quanto nos interiores. Incomparáveis. Interessantíssimos esses incensos em espiral, que vão queimando devagar e certamente deixando tudo com ar divino. Que beleza. Magistral.
    Vixe que esse negocio de por no ombro deve estar é pesado. Coitada dessa senhorinha. Parece tao franzina Povo forte no espirito e na combatividade. Dou valor.
    Ihhh essas iguarias parecem uma delicia… Estão com uma cara ótima.
    E que engraçados esse malandrecos que querem passar gato por lebre como se diz aqui no Brasil hahaha. Mogno vietnamita é de lenhar hahaha
    Maravilha de viagem e de postagem. Obrigada mais uma vez, jovem amigo viajante. Amei conhecer Hoy An e ver mais um pouco dessa Ásia indomada e bela.

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