Guatemala

Antígua, a linda e histórica cidade colonial na Guatemala

Casario colonial, ruas com calçamento em pedras do século XVII, e um vulcão ali próximo no horizonte. Nesta histórica cidadezinha espanhola-Maya a 1.500m acima do nível do mar, tudo é pitoresco.

Eis Antígua Guatemala — ou simplesmente Antígua —, a antiga capital deste país. Foi deixada para trás quando terremotos e atividades vulcânicas se tornaram demais para os espanhóis. Estes então em 1776 transferiram a sede colonial desta capitania-geral para onde está hoje a Cidade da Guatemala.

Antígua porém permanece aqui, bela como sempre e mais turística que nunca.

Vendedor fotografando seu carrinho de lanches. Numa antiga rua de Antígua, com o Volcán de Agua lá por trás.

É curioso, pois me parece que, quando as autoridades coloniais foram embora da cidade em 1776, o povo guatemalteco a recapturou.

Estima-se que em 1770 Antígua tivesse uma população de 60 mil pessoas. Hoje, são 45 mil. Ou seja, aquele pico populacional nunca foi retomado. A cidade se preserva singela, pequena, popular e relativamente bem conservada.

Cada vez mais buscada pelo turismo, Antígua é Patrimônio Mundial da Humanidade reconhecido pela UNESCO desde 1979. Você entenderá por que.

Obras coloniais. A barroca Igreja de São Francisco, de 1702.
A catedral, flores, gente de fisionomia indígena Maya, e as colinas ao redor.
O onipresente Volcán de Agua, uma companhia constante aqui a meros 10 Km da cidade.

“Nossa, como é que se faz uma cidade assim tão perto de um vulcão?”

C’est la vie, meus amigos. Os Maya já conviviam com isso há milênios. Estes são vales férteis apesar do risco, usados desde os tempos coloniais para o cultivo de café. Eu lhes falarei mais desse vulcão — e o porquê do curioso nome — daqui a pouco.

Antígua tem o lastro único dado pela gente nativa que vive aqui.

Se alguém se perguntar o que é aquilo na minha mão na foto acima, se trata da melhor geleia de manga que já provei na vida, feita por Verónica, a jovem guatemalteca governanta da pousada onde fiquei. O dono era um pintor francês, pois os estrangeiros frequentemente têm o capital e o tino para investir nestes lugares.

Eu cheguei, me instalei, e passaria três dias aqui neste sonho — um sonho real e realista que Antígua é.

Com aquele clima de altitude e seus elementos pitorescos, ela parece saída de um conto colonial. Porém, além de ser de verdade, tem o realismo da presença humana genuína, diferente dos plásticos parques temáticos ou de lugares gentrificados para-cliente-ver. Ao contrário, Antígua tem o lastro único dado pela gente nativa que vive aqui.

Minha amiga italiana com uma das simpaticíssimas cozinheiras guatemaltecas num mercado local.
Não é todo dia que sua vista da janela do quarto é assim.
O Arco de Santa Catalina, um dos símbolos da cidade.

Antígua parece cidade cenográfica, de época, de novela ou de romance.

Sendo assim, goza-se mais do ambiente geral que de lugares específicos que você precise visitar. Porém, há pontos para reconhecer ou visitar, quase todos da época colonial da cidade.

Dividirei este post pelos personagens principais deste cenário.

Vulcão de Água ou Lugar das Flores

O personagem mais emblemático de Antígua sem dúvida é o Volcán de Agua, apelidado assim pelos espanhóis nos tempos de colônia devido a algo que se sucedeu aqui. 

Certa feita, em 1541, este vulcão lançou fora um lahar, que não é exatamente uma erupção no sentido clássico, mas uma avalanche de lama piroclástica expelida — pense aí num betume cinzento. (A palavra vem da língua javanesa, da Indonésia, uma terra com muito know how em vulcões.)

Aquilo descendo nos rios e lagos levou a uma enchente e inundação da então capital anterior desta capitania-general, a que precedeu Antígua, pois Antígua não foi a primeira.

Dentre as vítimas se encontrava a governadora Beatriz de La Cueva, de auspicioso nome, uma das raras governantes mulheres neste tempo de colônia. Ela durou pouco. Acabou entrando para a História com a alcunha de La Sinventura (a sem-ventura).

Foi então que os espanhóis pegaram a chamá-lo de Vulcão de Água, também para distingui-lo de outro aqui perto, o Vulcão de Fogo, este sim com erupções frequentes desde sempre (a mais recente em 2018). 

Olhando para o Vulcão de Água numa manhã de sol.

As comunidades Maya, porém, já desde muito tempo chamam esse vulcão de Hunahpú, ou o “lugar das flores”.

Ponho a frase no tempo presente porque, ao contrário do que comumente imaginamos no exterior, os Maya não desapareceram. Eles continuam aqui, tanto no sangue e tradições de quase todos os guatemaltecos quanto de modo mais tradicional nos povoados do interior, onde línguas Maya são usadas no dia-dia.

Caso você esteja a se perguntar, não há apenas uma língua Maya, mas uma família delas. No estado mexicano de Chiapas (aqui vizinho), por exemplo, fala-se muito o tzotzil. Já aqui nesta parte da Guatemala é comum o kaqchiquel, e por aí vai. 

Majestoso, formando um pano de fundo pitoresco. Subir até ele não é algo casual, mas você pode caminhar até o Cerro de la Cruz para ter uma vista de certa altura.
Da varanda da pousada onde me instalei.
Fulgurante ao pôr do sol.

O Arco de Santa Catalina

O segundo mais notável elemento de Antígua é o Arco de Santa Catalina, construído em 1693.

Como noutras partes da América hispânica, assim como também no Brasil e nos países católicos europeus, era de hábito que muitos pais enviassem suas filhas para viver em clausura num convento. Os motivos eram vários, e nem todos eles maldosos, embora a prática hoje nos soe cruel. Podia ser uma punição, mas também devoção religiosa genuína, como a dos monges budistas na Ásia.

Santa Catarina de Siena (Catalina em espanhol, 1347-1380) foi das mais famosas das muitas santas católicas que dedicaram a vida à clausura. Como Teresa de Ávila e outras, fez parte desse movimento que se iniciou na Europa a partir do século XIV de as mulheres também viverem em ordens religiosas comunitárias, como os homens já faziam há um milênio (desde Santo Antão no século IV).

Quando o convento ficou pequeno demais para a quantidade de internas e se expandiu para o prédio do outro lado da rua, como fazer para as mulheres atravessarem de um lado ao outro sem serem expostas ao público? Vocês já sabem a resposta.

Eis o Arco de Santa Catalina (1693).

Caso você tenha ganas de experimentar — ainda que apenas por algumas noites — a atmosfera ou o espaço físico do que era o convento, você hoje pode se hospedar nele.

Tornou-se o Hotel Convento Santa Catalina, bem junto do arco, à sua disposição.

Convento das Capuchinhas e Claustro de Santa Clara

Antes que você fique asfixiada(o), calma. É que o Convento de Santa Catalina não era o único na cidade. Havia outros, e estes outros, embora tampouco funcionem mais, não foram convertidos em hotel, e você pode visitar o que sobrou para ver melhor como eram. 

Vale a pena para imiscuir-se um pouco no que era a atmosfera daquela Guatemala dos tempos de colônia.

No Convento das Capuchinhas, datado de 1736, hoje atração turística de época em Antígua Guatemala. (Notem os pátios mouriscos ibéricos com fonte no meio, trazidos à América Latina.)
Bougainvilles em flor no que era o Convento das Capuchinhas. Os capuchinhos, a quem não sabe, são uma ordem religiosa da família dos franciscanos. A bebida cappuccino recebe este nome devido à sua cor semelhante à dos hábitos marrons desses frades.
À antiga fonte do que era o pátio central do Convento de Santa Clara, fundado em 1715.
Olhe que fonte. Imagine-a funcionando. (Para você pedir ao seu arquiteto que lhe faça uma igual no jardim de casa.)
Você acede ao antigo convento por esta, a Iglesia de La Merced (em português normalmente dito Nossa Senhora das Mercês). Esta em Antígua data de 1767.
Seu interior.

A Praça Principal (Plaza de Armas, ou Parque Central)

As praças na América hispânica, vocês já sabem, são dignas de nota. Poucas são as decepções urbanísticas maiores que as que eu sinto quando constato como o Brasil quase inteiro desmantelou suas praças — transformando-as frequentemente em pontos de ônibus, de mendigos e de ladrões.

Pela América hispânica, não. Mesmo na pequena Guatemala, como no oh-tão-perigoso México, as praças são normalmente cálidas e harmônicas, como outrora devem ter sido no Brasil. 

A Plaza de Armas no coração de Antígua é destas onde você pode se sentar só para observar a vida passar — o vendedor de balões, o sorveteiro, os casais sentados conversando. 

A Plaza de Armas em Antígua Guatemala.
Vendedores disso que eu nem sei o nome, mas que de repente me lembrei de visto décadas atrás na minha infância. (Lá atrás, a Catedral de São José.)
A Catedral de São José, construída em 1680 com uma bela fachada barroca, na praça principal.
Os arcos do prédio da prefeitura, com a bandeira azul e branca da Guatemala ali.
Na Plaza de Armas.
Vendedoras de artesanias têxteis na praça principal de Antígua Guatemala.
A fonte da praça em detalhes.

Como vocês podem ter notado, há pobres, e eu não irei aqui romantizar a pobreza — tampouco ignorá-la. Faz parte, infelizmente, do que ainda é o contexto socioeconômico da Guatemala desde os seus tempos coloniais.

Porém, tampouco posso dizer que tudo o que há é precariedade. Essas pessoas têm uma riqueza cultural belíssima, que se vê cotidianamente aqui.

O Mercado de Artesanias

Diria-se artesanato, mas eu gosto mais da palavra comum no espanhol (artesanias). Soa-me mais respeitoso. (Artesanato, no Brasil, parece sinônimo de coisa rústica.) Como tudo é neo-latim, apropriei-me dela.

Padrões coloridos típicos da Guatemala, como nesta colcha. Há um sem-fim de produtos têxteis aqui.
Este é o Mercado de Artesanias. (O nome dele em espanhol é esse mesmo.)
Este é um outro mercado, também no centro da cidade e com muitas vendedoras. Também em formato de pátio.
Os jardins são elegantérrimos, convenhamos.
Há também a riqueza cultural agrícola — da agri-cultura. Como estes milhos nativos, cultivados e selecionados há milênios pelos indígenas das Américas em múltiplas cores. É lindo. Daquelas circunstâncias em que o gozo pela gastronomia encontra o encanto pela natureza.

Estão prontos para a pausa do almoço?

O Mercado Popular (vulgo, A Feira)

Vocês já sabem que eu gosto de experiências gastronômicas autênticas, e a Guatemala as oferece em abundância. Você pode, claro, encontrá-las nos asseados restaurantes das ruas principais do centro histórico.

Todavia, minha amiga italiana tem um pé campesino. Não é exatamente uma cantora de Bella Ciao — se vocês a vissem pessoalmente, sequer diriam que essa veneziana teria tal lado “de raiz”. Porém, ela tem uma fixação por conhecer mercados populares, e eu não fiquei por menos. 

Sigam-nos os bons.

Meio que fora do miolo turístico do centro de Antígua, afastado pero no mucho (o suficiente para você lá chegar a pé em 15 minutos) está o mercado povão. Um excelente lugar onde almoçar, se você quer a minha opinião. Comida boa, barata, e poucas vezes em minhas viagens me deparei com gente tão amável quanto estes guatemaltecos daqui. 

Senhora tirando uma pestana no mercadão multi-cores.
Pimentas e feijões, também nativos das Américas e há milênios cultivados pelos indígenas, como o milho. Você aqui os encontra em grande diversidade. (Sim, isso vermelho é feijão.)
Esta é uma tortilha feita com massa de milho roxo, o que no México eles chamam de maíz azul e que aqui é conhecido como maíz negrito. (Meu paladar não conseguiu muito distinguir sabor, mas eles provavelmente conseguem.)
São servidos? Aquela pimentinha básica sobre a tortilha de maíz negrito com massa de feijão e ovo. Claro que há também banana-da-terra frita ali no meu prato.

Eu preciso dizer que esta experiência de comer nos mercados da Guatemala foram daquelas, divertidas, autênticas, e que jamais esquecerei.

No mercado popular imenso, que mais parece um labirinto, você de repente chega à área de comedores (como eles chamam em espanhol). São os muitos restaurantes um ao lado do outro, com cozinheiras e funcionárias que todas se conhecem, servindo praticamente as mesmas coisas, e com alguém à entrada narrando alto as opções, para chamar clientes. 

Hay caldo de marisco, caldo de res, pollo a la plancha, pepián de pollo, adelante adelante…“. A lista era bem maior — é que eu não consegui memorizar todos os nomes de pratos que as tias listavam anunciando como que numa competição de memória ou de fôlego.

Viam nossas caras não suficientemente indígenas e prontamente sacavam que éramos turistas. As tias então nos alvejavam com particular empolgação nas suas narrativas olhando para nós.

Certa feita, uma me tomou pelo braço. De braços dados feito os casais de antigamente, me trouxe como que para ver de perto o cardápio na parede do restaurante dela e escolher algo, ao riso das colegas que viam e achavam aquilo cômico. Era uma diversão.

Os espaços são assim. Bastante simples, extremamente populares, e de comida bem saborosa.
Meu prato-nosso-de-cada-dia, com feijão preto, ovos mexidos com tomate, e banana-da-terra frita. Vegetariano, portanto, consegue se virar bastante bem, ainda que a maioria dos pratos típicos consistam em carnes n’algum caldo temperado. (Arroz existe, mas aqui na Guatemala eles não são muito de arroz com feijão, ao contrário de outros países centro-americanos. Aqui o feijão se come com tortilha de milho, na mão.)
Num dos outros dias. Esse prato da minha amiga, aqui na parte de baixo de foto, mostra um pouco os caldos vários por aqui. As tortilhas sempre acompanham.
Há as cenas assim das muitas senhoras cansadas também, frequentemente com seus abacates.

Foi curioso quando uma ou mais vendedoras se recusaram a vender um abacate à minha amiga italiana. Vendiam una mano, “uma mão”, por 5 quetzales, o equivalente a uns R$ 4. Não houve uma explicação exata sobre quantos abacates vinham numa mão. Como minha amiga queria somente um, a senhora nos disse que levasse de graça.

Os ônibus de galinha (chicken bus)

Aqui já não tem mais a ver com comida, apesar do nome.

A alcunha, que cheguei a comentar quando em El Salvador, é generalizada aqui pela América Central para estes ônibus apertados, ônibus escolares doados pelos EUA e que aqui são ajustados — e repintados — para realizar o transporte urbano, e por vezes também interurbano. A designação é porque levam de tudo, até galinha dentro do ônibus.

Você os vê corriqueiramente pelas ruas mais periféricas de Antígua. Tomar um é uma experiência quase cultural aqui na América Central. 

No nosso caso, desejávamos ir conhecer uma tal fazenda de nozes-macadâmias um pouco fora da cidade. Revelou-se uma plantação de uns estrangeiros, onde pudemos gozar das nozes ad nauseam, tal qual quem pega goiaba no interior.

Verónica, a jovem governanta-mor de seus 30 anos acompanhou-nos à parada de ônibus e conosco aguardou os 30 minutos eternos que ele levou para passar. Minha amiga italiana, desconhecendo este aspecto da paciência latino-americana, ficou pasma com todo esse esperar incerto do transporte público aqui. 

Pronto. Lá vem. O de vocês é aquele ali. Que disfruten!“, comunicou-nos Verónica com voz cálida e paciência de santa. 

Andar de chicken bus aqui na América Central é como andar naqueles ônibus vermelhos em Londres. Faz parte da experiência local.
Experiência popular dentro de um chicken bus, embora aqui não tenhamos tido galinhas.
Um chicken bus pelas ruas de Antígua Guatemala. Primorosa, pois como vos mostrei também em Santa Ana (El Salvador), eles normalmente recebem nomes.
As nozes-macadâmias que encontrei, só para mostrar. Elas são nativas da Austrália, mas se adaptaram bem aqui.

Resumo da ópera

O resumo da ópera é que isto aqui é um pouco como vida de frei gordo: você come e contempla. Cada esquina tem uma igreja colonial, e cada outra tem algo de interessante a experimentar.

A minha preferida, registre-se, foi a barroca Igreja de São Francisco, construída em 1702 por Diego de Porres. (O nome dele era esse mesmo. Como eu sempre digo, a realidade é imbatível.)

Ela fica um tantinho retirada do miolo da cidade, o suficiente para dar-lhe um charme extra. Aquele sol vespertino amarelo batia na obra, junto com o vento das tardes quentes e das vendedoras entediadas às 3 da tarde, quando não há missa, nem ainda o frescor do fim do dia, nem compradores. Só o visitante ocasional, como eu.

A barroca Igreja de São Francisco fica numa área murada, por onde você adentra através de portais também barrocos. Ela data de 1702. Foi minha preferida aqui em Antígua.
O interior da Igreja de São Francisco é bastante simples. Talvez mais condizente com quem ele foi do que as muitas douradas igrejas por aí em seu nome.
Em homenagem ao grande arquiteto Diego de Porres (1677-1741), mostro este lugar que vi depois na cidade. Leiam o cartaz ofertando as duas possibilidades de suco de laranja por 15 ou 25 quetzales.
A ideia de suco de laranja com vodka não me apeteceu, mas não faltam outras coisas terrenas e típicas de que desfrutar em Antígua. Flagrado aqui com um redondo picolé de abacate.
Ou, se você for grã-fino, procure por esta “modesta” loja de doces, dos tempos de colônia da Guatemala. Sim, é uma casa de doces.
Ou o Choco Museo, com opções diversas de líquidos chocolates tradicionais Maya, essa iguaria que foi inventada há milênios nesta região do mundo. Os preços são um tantinho salgados (coisa para turista), mas o chocolate é doce — se você adicionar açúcar, pois os Maya tradicionalmente tomam sem açúcar e com pimenta dentro. Fica bem no centro de Antígua.
O cair da tarde da praça principal de Antígua, esta autêntica cidade colonial que parece um simulacro de parque temático, só que melhor.
O sorveteiro, com o Vulcão de Água lá atrás.

Antígua é a quintessência da Guatemala.

Se você é de trilhas, pode daqui ainda visitar os vulcões Pacaya ou Acatenango, não muito distantes. Se você é de o que quer que seja, não pode deixar de fazer um bate-e-volta ao Lago Atitlán com suas pitorescas paisagens e povoados tradicionais. É aonde eu iria em seguida, a ser relatado no post seguinte.

Mairon Giovani
Cidadão do mundo e viajante independente. Gosta de cultura, risadas, e comida bem feita. Não acha que viajar sozinho seja tão assustador quanto costumam imaginar, e se joga com frequência em novos ambientes. Crê que um país deixa de ser um mero lugar no mapa a partir do momento em que você o conhece e vive experiências com as pessoas de lá.

2 Replies to “Antígua, a linda e histórica cidade colonial na Guatemala

  1. IiiiIhh que cidade, fofa, lindinha.. e que postagem maravilhosa… com a cara, o brilho as cores e a beleza da Latinoamérica. Que bela a cidadezinha. Adoro essas cidades com casario antigo, colorido, com seus arcos, monumentos de época, seus tons gostosos e vistosos. São um deleite para quem ama a Arte e a História.
    Não sei o que me agradou mais!.. Se os belos arcos, particularmente o de Santa Catalina que ultrapassa, marca e embeleza o cenário e o centro antigo da cidade, com suas cores tao bonitas e suas belas linhas arquitetônicas, com seu casario e arcadas maravilhosas… Se a pujança do seu magnifico, portentoso e onipresente vulcão que me fez lembrar o Misty, outro belo vulcão em Arequipa, na estupenda Cordilheira dos Andes…Se a beleza das suas ruelas antigas com sua calçada de pedras irregulares, e seu casario,,, Se sua magnifica Plaza de Armas com seus lindos e bem cuidados jardins,,, se seus templos magníficos e seus monumentos…Se seus belos mercados cheios de seus produtos vistosos e saborosos, seus quitutes, sua diversidade autóctone, tudo isso diante de paisagens belíssimas, cheias de verdes, belas áreas naturais, lindos e vetustos pátios e sob um lindo céu azul . Amo essas cidades com essa vida que salta aos olhos. Com esse povo pobre , generoso, alegre e acolhedor. Que beleza de gente, de pais, de terra, de história cultural, de resiliência. Terra de ”Alma Vianeira”. Encantada. Amei. Espero ainda conhecer essas belas paragens.
    Feliz do senhor meu jovem amigo viajero que pode apreciar, desfrutar dessas maravilhas que são visitar lugares lindos, conviver com pessoas interessantes, comer essas comilanças maravilhosas, conhecer outras culturas, apesar de alguns riscos, obstáculos e senões, e trazer para nós que não vamos, um pouco desse mundo espetacular e dessa maravilha que é viajar. Me alegro de conocerla.

  2. Que chic essa casa de doces.. uuuuu. bela…
    Adoro esses helados de mesoamericana e de México.
    Nossa. Chocolate com Pimenta.. só se for pouca haha.
    Eita comilanças boas . El chico hace una buena cara. Deve estar ótima haha
    Esses personagens típicos são curiosíssimos. Aqui no Brasil há muitos deles e de outros tipos hahah
    Naranjas com vodca …ora ora.. Aqui se toma limão com qualquer álcool para gripe haha
    Coitado do povo com esses bus horrorosos ,” Só Jesus na causa” como diz o povo aqui hahaha.
    Meu jovem, apaixonei-me por esses mercados com pátios internos ajardinados.. floridos… ahhhh . Maravilhosos… belissimos… assim como os pátios dos claustros dos antigos religiosos. Destes há ainda alguns aqui no Brasil.

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