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Eslováquia

Bem-vindos a Bratislava, a capital da Eslováquia

Bem-vindos a Bratislava, a capital da Eslováquia — uma cidade que é capital por acaso, e aonde eu vim parar pela primeira vez também por acidente.

Não me entendam mal: Bratislava tem as suas belezas e atrativos. Mas é preciso compreender que, ao contrário das outras capitais na Europa Central, como Viena, Praga ou Budapeste, esta não é bem uma metrópole. Cidade um tanto esquartejada entre vários povos, ela sequer se chamava “Bratislava” até muito recentemente.

Vamos conhecer aquela que muito provavelmente é a menos turística de todas as capitais da Europa Central. Quiçá das menos turísticas de toda a Europa. 

Mapa da Europa Central com Eslovaquia
Eis a Europa Central com a Eslováquia ali. Em 1918, ela e a Tchéquia formaram um só país, a famosa Tchecoslováquia, pelo fim do Império Austro-Húngaro após a Primeira Guerra Mundial. Em 1993, as duas se separaram harmoniosamente. Mas são irmãs.

A Eslováquia em poucas palavras

Se você reparar bem no mapa, verá que Bratislava fica a um tapa de Viena, na vizinha Áustria. São meros 50 minutos de trem. Acho que não há, na Europa, duas capitais tão próximas quanto estas. 

Proximidade que contudo esconde realidades muito diferentes.

A Eslováquia sofre um pouco de desconhecimento geral, um tanto como o restante do chamado Leste Europeu.

Lembro-me de quando eu havia estado na Eslovênia (outro país!) e mencionei isso a uns brasileiros — até estudados. “Eslovênia…”, repetiu a moça com ares de terra incognita como se eu houvesse dito que fui a uma lua de Júpiter. 

A Eslováquia fala eslovaco, uma língua muitíssimo semelhante ao tcheco. Ambos são línguas eslavas assemelhadas também ao polonês e, em certa menor medida, ao russo, sérvio-croata e outras línguas eslavas. São um tanto parecidas como com as línguas latinas entre si.

Cursos de eslovaco
Há cursos de eslovaco por aí afora se você estiver interessado. Este é um portal gratuito da União Europeia, e há recursos também no YouTube.

São 5,5 milhões de cidadãos no país, mas nem todos eles são eslovacos (aí é que dou um nó na cabeça dos brasileiros). Cerca de 10% da população são húngaros, o que significa que falam húngaro em casa, têm nomes húngaro, sangue húngaro e se consideram húngaros apesar de terem documentos e certidões da Eslováquia. Moram aqui, é sua terra natal, porque até as Guerras Mundiais muito deste território pertencia à vizinha Hungria.

Bratislava foi por muito tempo, inclusive, a capital do Reino da Hungria. Os húngaros até hoje a chamam de Pozsony [zs em húngaro tem som de J como em Juliana]. Já os alemães e austríacos a chamam Pressburg.

Os eslovacos eram mera minoria étnica neste miolo da Europa. Estiveram, no entanto, no lado vencedor das Guerras Mundiais e conseguiram mais território num estado nacional seu.

“Bratislava”, eles optaram por chamá-la, resgatando termos medievais, desejando adotar um nome que fizesse a cidade soar eslava. Conseguiram.

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Um certo dia na estação ferroviária de Bratislava, a principal porta de entrada do país.

Como eu acabei em Bratislava

Era um longínquo verão quando eu me encontrava em Viena, a vizinha capital austríaca. Lembro-me do albergue, e de como os austríacos funcionários — animados e com seus sotaques germânicos — comentavam que volta e meia gostavam de ir “do nada” para Bratislava, só porque era perto.

Não dá pra entender nada“, comentou naquele espírito de zoeira non-sense o que estava à recepção.

Às vezes, a gente vai lá e compra alguma coisa aleatória no supermercado. Em casa descobre o que é, já que não dá pra entender o rótulo. Uma vez comprei um negócio e era molho de tomate com sei lá o que“, completou ele rindo e achando aquilo divertidíssimo.

Eu sorri, sem me dar conta de que dentro em breve, antes do previsto, eu tomaria rumo para lá.

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Retornei à recepção mais tarde para estender minha estadia em Viena. Novato que eu era, deixei para em cima da hora — desprevenido e sujeito àquelas delícias do acaso que fazem da vida mais juvenil uma aventura.

Já está lotado“, disse-me com tranquilidade segura o colega do funcionário anterior. “Eu posso tentar ligar pra outros albergues e ver se alguém tem vaga.”

Eu viajava sozinho, no meu primeiro mochilão pela Europa. De repente, a possibilidade de ficar sem ter onde dormir me deu um certo frisson.

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Embora muitíssimo próximas, Viena e Bratislava estiveram de lados opostos durante a Guerra Fria. A atual capital eslovaca, então parte da Tchecoslováquia, teve de 1948 a 1989 um governo comunista que moldou muito do que é a cidade hoje.

— “Lamento. Viena inteira está lotada.“, ainda me lembro das palavras do rapaz.  

— “E aí? O que que eu faço?“, perguntei com sinceridade.

— “Você pode ir pra Bratislava“, conjecturou um outro que estava também ali à recepção. Os demais fizeram um silêncio de concordância.

Em poucas horas, estaria eu de mochila e cuia numa estação periférica de Viena a esperar meu transporte. Um albergue em Bratislava estava à minha espera.

Bratislava à primeira vista

Nunca imaginei que uma distância tão curta pudesse reservar tamanhos contrastes. Este aqui só foi comparável à primeiríssima vez em que cruzei ao Leste Europeu para passar um Ano Novo na Tchéquia alguns anos antes, e os carros enferrujados em frente a casas simples e velhas na beira da ferrovia me chamaram a atenção.

Em tempo eu descobriria as atrações e atrativos desta Europa pós-comunista (eu passaria até a preferi-la em certos aspectos), mas os contrastes socioeconômicos saltam aos olhos assim numa distância tão curta. Parecia que eu havia deixado a Europa em Viena e, no espaço de 50 minutos, viajado até a América Latina.

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Bratislava, quando desembarquei vindo de Viena, fez-me crer que eu havia chegado a algum terminal brasileiro — se você substituir o transporte elétrico nos cabos por um ônibus comum.

A Zona Schengen de livre movimento na Europa já se celebrava, portanto não havia mais controle de fronteiras entre a Áustria e a Eslováquia. Tampouco conheci a antiga moeda (a coroa eslovaca), pois ela já havia sido substituída pelo euro. 

Dentre as minhas primeiras impressões positivas estavam os preços: por 0.50 euro comprei um sorvete na rua.

Por outro lado, ao desembarcar eu achei que havia chegado de repente à minha cidade natal de Feira de Santana.

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Meu primeiro contato com Bratislava. Não faz tanto tempo assim — ninguém ache que isto aqui são anos 90, embora pareça. Já havia ocorrido a Copa da África do Sul, e as pessoas já nem dançavam mais tanto o Waka Waka de Shakira. Ainda assim, víamos aqui as nostálgicas vendinhas de terminal de ônibus que me lembraram as da minha infância no Brasil.
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Os moradores de rua e a poluição visual. Não era número de cartomante nem mensagem de “Traz de volta a pessoa amada em 3 dias”, mas a cena parecia mais o Brasil que a Viena que eu havia deixado para trás.

Lembrava o Brasil, mas não era. Dentre outros aspectos, o nível de insegurança não se compara. Embora as ruas de Bratislava me tivessem um aspecto familiar, não são as brasileiras.

Eu segui em frente, ainda que de olhos abertos, até chegar ao centro mais antigo da cidade — a sua parte bela, onde ainda predominam os calçadões de outras eras margeados pelo casario barroco em vez dos prédios comunistas cinzentos.

Ruas de Bratislava
Bratislava adentro, indo da estação ao centro. (Vocês sabem que eu não sou o Instagram, nem revista de bordo de avião, para ficar maquiando os lugares e escondendo seu lado real.)
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Você aos poucos caminha pelas ruas sem-sal contemporâneas até chegar aos poucos à parte mais antiga da cidade, sua área histórica e mais turística.
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Ruas no centro histórico que “salvam” Bratislava enquanto destino turístico.

Pelo centro de Bratislava

Bratislava é uma cidade pequena. Ainda hoje, são apenas 550 mil habitantes nesta capital — meros 10% da população do país.

As pessoas foram compelidas a migrar para cá apenas recentemente, quando ela se tornou centro político e econômico do novo país. Quase todo mundo tem raízes fora. Muitos germânicos e húngaros foram embora, e deram lugar a eslovacos do interior — que portanto esvaziam a cidade nas férias, quando vão visitar os avós. Foi o que me contaram uns eslovacos aqui.

O centro desta cidade é uma mistura do que havia antes e do que passou a haver depois de 1945.

Muito também foi adaptado ou convertido, onde a História é escondida dos seus olhos a menos que você a conheça.

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Eis o belo e neo-renascentista Teatro Nacional da Eslováquia, feito tal com o surgimento da Tchecoslováquia em 1918 — mas que, na verdade, foi erigido como Teatro da Cidade pelas mãos de dois arquitetos austríacos em 1885-1886, e que estreou com uma ópera húngara, Bánk Bán, numa cerimônia com o então primeiro-ministro húngaro.
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O simpático casario em tons pasteis no que era a Pressburg dos austríacos e Pozsony dos húngaros, e que atualmente é a Bratislava dos eslovacos.
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A textura do centro da cidade é esta típica da Europa Central.

O monumento mais mimoso deste centro todo provavelmente é a Igreja Azul de Santa Elizabeth — da Hungria.

Santa Elizabeth (1207-1231), hoje venerada pela Igreja Católica, foi uma contemporânea de São Francisco. Era uma princesa húngara, nascida aqui na então Poznony do Reino da Hungria, que se casou aos 14, ficou viúva aos 20 anos, e após pôs todo o dinheiro num hospital em que se dedicou ao cuidado aos carentes.

Sua igreja foi construída em estilo Art Nouveau húngaro — chamado secessionista húngaro, por buscar romper com as convenções artísticas ditadas pela Academia de Artes de Viena. Ela data de 1908-1913, e é católica.

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A fofa Igreja Azul de Bratislava, Igreja de Santa Elizabeth, construída em estilo Art Nouveau húngaro em 1908-1913, quando aqui ainda era Áustria-Hungria.
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O interior da singela igrejinha.
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Eu com a Igreja Azul numa outra ocasião em Bratislava, no outono.

Ah, o outono! O outono em Bratislava é uma vibe outra, completamente distinta daquilo que é no verão.

Se no verão você aqui pela Europa Central respira o calor dos rios e frescor das matas, no outono as matas ficam frias, derrubam suas folhas, e você começa a querer buscar os ambientes internos — exceto quando o Natal se aproxima, quando você aí sai para tomar vinho quente e perambular pelas feirinhas da época.

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Aquele mesmo teatro que você viu antes, agora no outono do início de dezembro.
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Área de patinação no gelo em meio às decorações de Natal no centro da cidade.
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Este chapa me parou na rua…
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… e ficou para a foto com Bratislava iluminada.
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Época de Nata no centro de Bratislava, a embaixada da França ali.
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O centro da cidade é o mesmo, mas você nota a distinta atmosfera outonal.

Voltando ao verão, e vendo mais de Bratislava

Bratislava, claro, é mais que o seu centrinho histórico. Ela cresceu de 1950 para cá — ainda que nem sempre de forma muito apreciada pelos olhos.

O Rio Danúbio passa bem aqui, eu não falei ainda, mas à margem da cidade — não no meio como em Budapeste. Claro que a cidade aí cresceu e passou a ter bairros dos dois lados.

Uma ponte o leva ao lado aonde você provavelmente nunca irá, pois não há o que fazer lá, mas você não deixará de notar a curiosa estrutura de observação que os eslovacos hoje em dia brincam chamado de UFO ou OVNI.

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Às margens do centro de Bratislava, a ponte que cruza o Rio Danúbio e leva às áreas residenciais e comerciais do outro lado. Note ali a curiosa nave alieníg… digo, a torre de observação feita pelo governo comunista durante a Guerra Fria.
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Fala sério. Parece cenário saído de Godzilla. (É o correspondente eslovaco ao minhocão de São Paulo, também da época da ditadura.)
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Outras maravilhas arquitetônicas da segunda metade do século XX que você avista hoje em Bratislava.

Ok, parei. Chega de prédios de época da Guerra Fria, antes que eu perca leitores.

Algo inspirado por aqueles costumes soviéticos, porém, e que hoje divertem o centro de Bratislava são suas várias esculturas de bronze. Elas datam de a partir dos anos 1990 com a mudança de regime. São um toque humorístico no que era — e em alguns lugares de influência soviética ainda é — uma tradição dos governos em espaços públicos. (Skopje na Macedônia do Norte, e as várias cidades da Rússia, são plenas de estátuas de bronze.)

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As estátuas de bronze de Bratislava são uma das marcas características da cidade. Começaram a ser postas pelas ruas do centro a partir dos anos 1990.
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A mais famosa delas provavelmente é esta: Čumil, ou o “vigia”. Um trabalhador que, na verdade, não trabalha e em vez disso olha o movimento. (Há quem diga se tratar de uma sátira com os trabalhadores daquela era.)
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O trabalhador no bueiro, a mais famosa das esculturas de bronze que adornam o centro de Bratislava.

Castelos — dentro e fora da cidade

Você talvez se lembre de que, na foto de abertura, havia um castelo quase encantado.

Aquele é o hoje chamado de Castelo de Bratislava, um ícone da cidade, e que ninguém ficará surpreso de saber que recebia outros nomes antes.

Aquela originalmente é uma fortificação antiquíssima, de antes mesmo do tempo dos romanos. Colina diante do caudaloso Rio Danúbio, sempre foi posto importante de onde vigiar — e controlar — o tráfego no rio.

Os romanos antigos, a quem não sabe, tinham o Rio Danúbio como um dos limites do seu território. Mais a norte e a leste viviam os “bárbaros”.

É claro que muita coisa mudou de lá para cá, inclusa a aparência do castelo.

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O Rio Danúbio e o Castelo de Bratislava ali, na sua posição estratégica.

Um desses povos “bárbaros” que ocupariam esta região no declínio do Império Romano do Ocidente foram os eslavos — dentre eles, os ancestrais dos eslovacos de hoje.

Formou-se aqui a Grande Morávia nos primeiros séculos da Idade Média, como expliquei em visita a Olomouc e a Brno, na vizinha República Tcheca (ambas a curta viagem aqui de Bratislava, ainda que hoje do outro lado da fronteira).

No entanto, foi somente com os húngaros, invadindo esta região no século X, que faria-se ali um grande castelo de rocha no século XI. Deste castelo, os húngaros repeliriam ataques tanto dos germânicos quanto dos boêmios (tchecos). Este foi, inclusive, uma das poucas fortificações a resistir à invasão mongol em 1241 (sim, eles chegaram à Europa e atacaram também Cracóvia, na atual Polônia.)

Por séculos, este castelo passaria a abrigar (literalmente) as jóias da coroa húngara, e a ser a sede da monarquia húngara após os turcos otomanos conquistarem em 1541 o que é hoje Budapeste. Seria liberada em 1686 — mas a esta altura os húngaros, que viviam entre esta área de Pozsony (Bratislava) e Viena, já estavam bem entrelaçados com os austríacos dos Habsburgo. Daí você ter, no século XIX, a tal Áustria-Hungria como um país só, que sobrevive até a Primeira Guerra Mundial.

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Vista para o Castelo de Bratislava lá no alto. Ele também foi bombardeado pro Napoleão, e acabou em ruínas depois de um incêndio por descaso no século XIX. No século XX, após a Segunda Guerra Mundial, seria restaurado como patrimônio nacional eslovaco. Os eslovacos o interpretam como herança da Grande Morávia, e hoje têm ali o seu Museu Nacional.

O outro castelo — este ainda em suas ruínas originais — nesta região é o Castelo Devín, nos arredores da cidade. Você pode tomar um ônibus comum até ele. (Qualquer acomodação lhe informa.) 

Tal como o Castelo de Bratislava, Devín é uma fortificação desde a pré-história. Foi, naturalmente, elaborada pelos celtas, depois pelos romanos, e o que você lá encontra hoje é fruto dos morávios medievais e, posteriormente, dos húngaros entre os séculos IX e XV.

Como o seu par dentro da cidade, ele também está à margem do Rio Danúbio. A vista é grande parte da graça de vir até aqui.

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O Castelo Devín à margem do Rio Danúbio nos arredores do que hoje é Bratislava. São ruínas do que foi erigido e reformado entre os séculos IX e XV.
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O castelo e sua torre solitária ali abaixo, com o grande rio mais além.
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A vista para o Danúbio cá de cima.
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Eu ali num dia de verão.

Essa visita ao Castelo Devín faz alguns anos, mas sendo que as ruínas datam do século XV para trás, não faz diferença.

Eu caminhava ali por entre as pedras no chão de grama, lembro de ouvir uns turistas canadenses a conversar naquele carregadíssimo francês quebequense, e lembro-me sobretudo de como encontrei uma grande amoreira sozinho ao ponto de ônibus.

Olhei para o chão naquele dia de calor, vi as amoras esmagadas, e olhei para cima. Fiquei encantado — novamente com uma certa sensação de Brasil — ao estar aqui, com uma árvore frutífera ao ponto de ônibus. Isso jamais me havia ocorrido ou me ocorreria na Holanda, o país rico da Europa Ocidental onde eu morava, com tudo arrumado, privatizado, controlado. O Leste Europeu parece ainda guardar certo bucolismo campestre mesmo perto da capital. 

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Eu daqui seguiria meus rumos. Você só não pode sair é antes de tomar uma Kofola, a imitação eslovaca da Coca-cola. Tem um certo gosto de aspirina diluída em Pepsi, mas é preciso experimentar se vier aqui.

Kofola
Não saia da Eslováquia sem experimentar Kofola, a versão local da coca.

É das coisas que fazem o colorido da Bratislava de hoje em dia.

Mairon Giovani
Cidadão do mundo e viajante independente. Gosta de cultura, risadas, e comida bem feita. Não acha que viajar sozinho seja tão assustador quanto costumam imaginar, e se joga com frequência em novos ambientes. Crê que um país deixa de ser um mero lugar no mapa a partir do momento em que você o conhece e vive experiências com as pessoas de lá.

One Reply to “Bem-vindos a Bratislava, a capital da Eslováquia

  1. Nossa!… que maravilha essa foto de abertura. Lindo esse castelo. Em estilo e em tons. Pujante.
    Amei esse centrinho antigo. Lindinho.
    Lindo esse casario, com seus gostosos tons. Esse verdinho é uma gracinha.
    Apreciei as praças, os portais, os arcos, as lindas igrejas, os amados telhadinhos vermelhos e as ruas com mesinhas.
    Espetacular esse teatro. Belíssimo. Magnífico. Arrojado. Belo estilo, lindas linhas.
    Apaixonei-me pela igrejinha azul de Santa Elizabeth. Linda e simples.
    O Danúbio, belo e sinuoso dá o toque final na bela região.
    E que encantadora fica no Natal. Fofa. As luzes a deixam com ar de festa. Lindinha.
    Pena constatar esse ar cotidiano de pouco desenvolvimento e um certo abandono mostrando a pobreza que ainda há em muito dos países europeus, sobretudo aqueles do Leste que sofreram com o domínio soviético.
    E por falar em soviético, estou para ver arquitetura pior que a desse período. Tenebrosa. anti-arte, um horror. Detesto. As cidades ficam horríveis. Ainda bem que sobraram esses recantos lindos.
    Valeu, meu jovem amigo viajante. essas aventuras são ótimas.

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