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México

Como é celebrar o Dia dos Mortos no México

O Dia dos Mortos (Día de Muertos) é talvez a mais emblemática festa mexicana. Num mundo onde os mortos — ou finados — tendem a ser celebrados com lamúria e tristeza sóbria, os mexicanos quebram a regra realizando um festejo com flores e alegria. Como pode isso?

Foi um pouco o que eu vim descobrir viajando ao México nesta época. Digo logo, desde já, que é uma época recomendadíssima para vir aqui.

No México, a morte está viva.

São muitos os elementos que constituem o Dia dos Mortos mexicano, e eu aqui tentarei abordar os principais. Não é simplesmente festa, nem tampouco se trata de um Halloween à mexicana — ainda que as datas se avizinhem e, na prática, ocorra certa mistura.

Como eles dizem aqui: no México, a morte está viva. Venhamos conhecer. Eu aqui falo um pouco da festa e relato a minha experiência própria participando dela, em primeira mão.

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Altares de Dia dos Mortos, com muitas flores (cravos-de-defunto), caveiras enfeitadas, retratos de quem já se foi, e a onipresente imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Emblematicamente mexicano.

Por que se celebra o Dia dos Mortos no México

Os mexicanos celebram o Dia dos Mortos (Finados) em 2 de novembro, como o fazem todas as culturas de formação católica no mundo. Foi São Odilo de Cluny (962-1049) quem, no século XI, fixou essa data para a celebração de “todas as almas”, o que dantes era feito em datas variadas durante o período pascal.

É claro que essas celebrações cristãs misturaram-se às tradições pagãs anteriores, como os elementos celtas do que se tornaria o Halloween do mundo anglófono. Há quem diga que a Igreja selecionou essa data com base em tradições pré-existentes, como a Samhain night que marcava o meio-tempo entre o equinócio de outono e o solstício de inverno na Europa pré-cristã. Outros, porém, apontam que os pagãos é que celebraram à sua própria maneira a data imposta pela Igreja na Idade Média.

No México, deu-se a segunda rota: os indígenas cultuavam seus mortos durante todo o ano com altares e flores, e especialmente em datas específicas do seu calendário religioso (que nem sempre coincidia fixamente com o calendário solar). Quando a Igreja Católica lhes impôs um momento específico do ano para tais celebrações, as atividades então se concentraram ali.

Há tantos detalhes e riqueza cultural neste sincretismo que o Dia dos Mortos mexicano foi reconhecido como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Vamos às suas bases.

Altar de Dia dos Mortos no interior do México com as tradicionais caveiras enfeitadas, ao que um rapaz caminha com seu bouquet de cravos-de-defunto sob bandeirolas.
Altar no interior do México com as tradicionais caveiras enfeitadas, ao que um rapaz caminha com seu bouquet de cravos-de-defunto sob bandeirolas.

1º elemento: As flores

Estas notadas flores laranja, bem conhecidas no Brasil como cravos-de-defunto (Tagetes erecta), são chamadas aqui no México pelo seu nome asteca de cempasúchil.

Ela é nativa das regiões centrais do México, e os indígenas há muito já a utilizavam com propósitos medicinais (seus carotenóides são os mesmos da cenoura, bons para a visão, e são também usadas em poções para a digestão), ornamentais, e funerárias. Antes dos espanhóis chegarem,  os astecas associavam esta flor amarelada à deusa da morte Coyolxāuhqui.

Você hoje encontra desta flor por todo o mundo, no Brasil como também nas religiões da Índia (onde, em inglês, em conhecida como marigold), mas é aqui no México — seu berço de origem — que ela se faz onipresente neste tempo.

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Cravos-de-defunto para dar e vender na Cidade do México às vésperas do Dia dos Mortos. Na avenida Paseo de la Reforma.
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Os bouquets estão à venda assim como decoram os jardins das ruas, praças e avenidas nesta época.
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As cempasúchil emoldurando a porta de um restaurante, intercaladas com veludos. Muitos dos estabelecimentos fazem isso.
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Cravos-de-defunto, é claro, dominando o altar de Dia dos Mortos com suas velas.

2º elemento: A caveira Catrina

Eu desembarquei no aeroporto da Cidade do México ao fim de outubro e já ali mesmo, no saguão do controle de imigração, havia potes de cravos-de-defunto do outro lado. Um silencioso “bem-vindos ao México” de época.

Mas para não dizer que só falei das flores, vamos aos demais elementos que eu só aqui conheceria. Talvez o segundo mais notável deles hoje seja a caveira Catrina, um elemento folclórico mexicano.

As caveiras são símbolos de morte desde tempos imemoriais, em diversas culturas. No entanto, em 1912, o artista mexicano José Guadalupe Posada deu-lhe um toque especial. Consagrou uma crítica social que já existia da aristocracia mexicana dos fins do século XIX e início do XX, quando o México ficou sob o governo do ditador Porfírio Díaz. Ele modernizou o país, mas à custa de crescente desigualdade e exclusão social — o que culminaria com o basta da Revolução Mexicana (1910-1920) liderada por Pancho Villa e Emiliano Zapata. Dariam fim aos 32 anos do chamado porfiriato.

A essa época, um “catrín” era um sujeito rico e bem-vestido, acompanhada de sua dama também assim. Os críticos apontavam, porém, sua morte interna, como caveiras bem-vestidas. A figura de José Guadalupe ganharia mais fama quando, entre 1946-1947, o célebre pintor Diego Rivera a retratou num de seus murais.

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Mural de Diego Rivera, Sonho de uma Tarde Dominical na Alameda Central (1946-1947). Note-se ali a caveira Catrina, sempre bem-vestida, em meio aos figurões.
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A parte da caveira Catrina em detalhes. Note-se também Frida Kahlo logo ali. O original deste mural se encontra no Museu Mural Diego Rivera, na Cidade do México.
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Às vésperas e sobretudo no próprio Dia dos Mortos (02 nov), não faltam estandes oferecendo fazer maquiagem de Catrina para homens ou mulheres por um preço. (Frequentemente, vi 100 pesos, o que dá uns R$30)
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Mulher vestida de caveira Catrina posando pra fotos. É uma sátira das madames mexicanas do fim do século XIX e início do XX no México, muito influenciadas pela moda francesa da Belle Époque.

A caveira Catrina hoje é tão popular que tornou-se figura folclórica de Dia dos Mortos.

Em muitas cidades mexicanas, é habitual que haja até uma “procissão de catrinas” na noite do dia 1º de novembro, com centenas de pessoas — entre mexicanos e estrangeiros turistas — vestidos e maquiados a caráter.

Por vezes, se fazem também concursos de melhor fantasia no Dia dos Mortos.

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Esta era basicamente o Clóvis Bornay das fantasias de catrina — que às vezes se confundem também com fantasias da Dona Morte.

Abaixo, vocês podem ver um pequeno vídeo de 1 minuto que eu fiz da procissão de catrinas que presenciei em San Miguel de Allende, no interior do México.

Como podem notar, há um certo toque de drama, mas também de alegria e festejo. É assim o México.

É comum que, junto com a procissão, venham também bonecos — que me lembraram um pouco aqueles do Carnaval de Olinda — com temas soturnos acompanhados por uma banda de viento, que é como eles aqui chamam os músicos com instrumentos de sopro. A música lembra uma marchinha.

Abaixo você vê e ouve uma palhinha. A caveira Catrina, como se nota, ganhou os corações mexicanos.

3º elemento: As comidas

Não há festa popular que se preze que não tenha suas comidas típicas. Assim é aqui também com o Dia dos Mortos mexicano.

Certamente, há variedades regionais, mas o que não pode faltar na mesa — ou na boca — das pessoas a essa época é o pan de muerto, um pão doce feito com açúcar por cima e frequentemente servido hoje em dia com recheio de nutella. (As tradições se adaptam, ora pois.)

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Há mesmo lugares que promovem um Festival do Pan de Muerto — uma festa dentro da festa de Dia dos Mortos. Aqui, foi na cidadezinha de Tequisquiapan, que eu visitei e sobre a qual falarei melhor em detalhes depois.
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Pan de Muerto para dar e vender, vendidos em barraquinhas na rua. A esta época, também muitas lanchonetes e docerias o vendem.
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Diliça, com recheio de nutella.

Em verdade, esse pan de muerto não é nada do outro mundo (sem trocadilho). É um pão doce, de massa algo aerada, com o açúcar que você vê por cima e o ocasional recheio. Há outros além de nutella, como doce de leite ou o que mais a criatividade mexicana permitir.

Gastronomicamente, não é nada oh-meo-deos, mas vale comê-lo para entrar no espírito da época.

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Com um pan de muerto de Dia dos Mortos em Tequisquiapan, México. Tudo para entrar no espírito da época.

Se você pesquisar internet afora, verá referências a tamales, atoles etc. como exemplos de coisas típicas do Dia dos Mortos. Não é verdade; os mexicanos comem essas outras coisas o ano inteiro. (Depois tratarei em detalhe sobre elas em posts futuros — e as mostrarei.)

O Dia dos Mortos não chega a ser como o Natal ou o São João, repletos de mesas cheias de comidas típicas. Afora o pan de muerto, o que você vê muito são os chamados alfeñiques: docinhos de massa açucarada (também chamada pasta americana) em forma de caveira colorida ou figurinhas diversas.

É comum os mexicanos darem destas caveirinhas de presente aos amigos nesta época — às vezes inclusive com o nome da pessoa, o que sempre choca os estrangeiros.

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Alfeñiques são estes docinhos típicos do Dia dos Mortos, menos notáveis pelo conteúdo (puro açúcar tipo pasta americana de cobertura de torta) e mais pela criatividade dos seus formatos, afora a tradição macabra de se darem caveiras com o nome a pessoa.

4º elemento: os altares aos mortos

Afinal, qual a crença que acompanha as celebrações do Dia dos Mortos? É só uma festa?

Há mexicanos e mexicanos. Os mais tradicionais, sim, fazem altares em casa com fotografias de seus familiares finados, velas, cravos-de-defunto, enfeites, às vezes imagens sacras, e em geral alimentos de que a pessoa gostava. Eu conheço pessoas, no Brasil, que vão ao cemitério em Dia de Finados e levam o bolo assado de que a pessoa gostava. 

A diferença é que os mexicanos fazem tais altares na sala de casa, um pouco como se monta o presépio na época natalina.

Algumas semanas antes de 2 de novembro, preparam tudo isso na sala de casa. Nas igrejas, fazem com bispos ou padres finados. Nas escolas, com professores que inspiraram, e assim vai. Há os que não fazem nada; há os que fazem só por costume cultural, sem necessariamente agregar foto de familiar; e há os muitos que realmente creem que as almas vêm visitá-los nesta época.

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Altar aos mortos repleto de cempasúchil, com velas e oferendas, no pátio central de um hotel que vi no México. No centro, a foto do falecido.
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Altar no chão, com a foto da senhora, as caveirinhas doces (alfeñiques) e, normalmente, coisas de que a pessoa gostava, como se vê ali a garrafa de coca-cola. Há quem ponha maço de cigarro, garrafa de uísque, ou o que for.

Fosse no Brasil, haveria quem chamasse depreciativamente de macumba. 

No México, no entanto, isso é tratado com muito respeito — mesmo pelos que não creem — e constitui uma parte tocante da celebração de Dia dos Mortos, para além da folia.

Você encontrará muitos desses altares em espaços públicos, inclusive, às vezes honrando personalidades notáveis da cidade. Cada cidade e instituição geralmente prepara o seu altar algumas semanas antes do 2 de novembro, dando partida aos festejos.

As igrejas e demais estabelecimentos também facilitam o acesso às suas catacumbas e demais espaços a quem desejar visitar os restos mortais de amigos ou parentes e deixar lembranças.

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Altares repletos de flores dentro de uma igreja no México.
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Altar público de Dia dos Mortos com flores e velas nas escadarias da Universidade de Guanajuato.
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As oferendas a alguém que se foi. Já pensou no que teria ali se fosse você?
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Altar com velas, flores, e imagem de Nossa Senhora de Guadalupe no restaurante La Gruta em Teotihuacán, que vos apresentei no post anterior.

Adornos, eventos, e a experiência da festa

Chamo mesmo de “festa”, porque é uma festa. Parece quase um arraiá dos mortos.

Põem-se as bandeirolas coloridas a enfeitar as ruas, como tradicionalmente durante o São João no Brasil. As flores entram por toda parte, como já lhes mostrei. E, no Dia de Finados propriamente dito, é comum também que haja também “tapetes” decorando algumas ruas, como ocorre no dia de Corpus Christi no Brasil.

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Com um destes tapetes, na cidade de Guanajuato.
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Tapetes de Dia dos Mortos com flores, areia colorida, e sabe-se mais o que.
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Há uns belíssimos, aqui de algum artista da Guatemala. Nota-se a presença de visitantes centro-americanos nesta ocasião.
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Boa parte tem temas culturais relacionados à morte, mais ou menos sérios, e — é claro — houve também menções à pandemia, embora menos do que vocês talvez imaginem. Só vi um tapete falando de Covid-19.
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Há outros brincalhões também. As crianças entram na onda desde cedo.

Como sabemos se o nosso mundo é realmente este ou o outro? Precisamos viver com o coração leve“, disse-nos ao microfone em tom quase de pregação o cantor entre uma música e outra no Dia dos Mortos.

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Ok, a quem quer vir experimentar o Dia dos Mortos no México, aonde vir? Qual parte do país?

Essa é uma pergunta hiper-comum entre os visitantes em potencial. A internet oferece seleções de lugar X ou Y com os melhores a experimentar o “verdadeiro” Día de Muertos, mas isso é muito arbitrário. A festividade é no país todo.

Tendo passado por várias cidades e estados mexicanos nesta época, digo-lhes que você pode celebrar o Dia dos Mortos em qualquer lugar. Preferencialmente, em cidades históricas conhecidas por sua riqueza cultural. Ou seja, Oaxaca, Guanajuato ou Querétaro serão destinos mais adequados que Cancún para este período.

Às vésperas do Dia dos Mortos, lá pelos idos de outubro, cada cidade divulga sua programação para a festa. Eles não mudam muito, mas podem variar um pouco. Em pequenas cidades turísticas, é comum que haja teatro de rua, procissão de catrinas, e música ao vivo até a madrugada.

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Para que vocês tenham uma ideia, esta foi a programação do Dia dos Mortos em San Miguel de Allende, uma cidade histórica no estado de Guanajuato (sobre a qual eu contarei mais num post próximo).

Isso, é claro, afora toda a parte mais espontânea que as pessoas realizam para além da programação oficial. Não faltam músicos de rua nas cidades mexicanas, tocando em frente a restaurantes ou simplesmente nas calçadas. 

Nesta época, então, prepare-se para ouvir La llorona diariamente cantada ao vivo por alguém na rua ou n’algum restaurante. Esse clássico mexicano, que deriva de uma canção popular com múltiplas estrofes que são cantadas a gosto e de acordo com a seleção da cantora, tornou-se mais conhecido no Brasil sobretudo após o filme Frida (2002), com Salma Hayek. Ali, viu-se a versão pela voz da lendária Chavela Vargas (1919-2021), um monumento da música mexicana. Mas há outras — a cada par de anos uma revelação mexicana se faz cantando esta canção. (Esta por Angela Aguilar é particularmente boa.)

Não falta, no México, sentimento, emoção, alma. Tão natural, então, que a festa das almas se dê com tanta expressão aqui.

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Com os criativos mexicanos.

Nunca gostei tanto de celebrar Finados quanto neste ano. Nunca tive um Dia dos Mortos tão alegre, tão vivo.

Cada dia é um ânimo.

Como se avizinha do Halloween, não tenha dúvida de que há misturas. Dia 31 de outubro, quando se realiza a festa de matriz celta-anglófona, não faltaram pessoas fantasiadas na rua (desde super-heróis a toda sorte de figuras da ficção), nem crianças mexicanas pedindo-me “gostosuras ou travessuras” (truco o trato, o que era bonitinho ouvi-los dizer em espanhol).

Mas o Halloween acaba engolido como um aspecto ou momento dentro da festa maior, e que continua novembro adentro, até praticamente desaparecer após dia 02 de novembro — para retornar no ano seguinte.

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Nunca a morte foi tão colorida quanto aqui no México.
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No desfile de catrinas.
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A festejada.

Quem diria que festejar o Dia dos Mortos é tão bom.

Perdi a conta dos pães de morto que eu comi, dos altares que vi, das figuras fantasiadas que eu encontrei. Como com o Natal, você já fica com saudade quanto a época passa; dá vontade de, a partir de agora, vir ao México todo novembro, a celebrar a ocasião de verdade. 

De uma coisa eu sei: para mim, Dia de Finados lúgubre, nunca mais. Sentimento, sim; tristeza, não.

Deixo vocês com uma breve música de rua que encontrei pelo México neste Dia dos Mortos, e volto em seguida contando em detalhes sobre cada lugar por que passei.

Mairon Giovani
Cidadão do mundo e viajante independente. Gosta de cultura, risadas, e comida bem feita. Não acha que viajar sozinho seja tão assustador quanto costumam imaginar, e se joga com frequência em novos ambientes. Crê que um país deixa de ser um mero lugar no mapa a partir do momento em que você o conhece e vive experiências com as pessoas de lá.

One Reply to “Como é celebrar o Dia dos Mortos no México

  1. Nossa, que inusitado. Nunca me ocorrera celebrar o dia dos mortos com tanta festa. Uauuu. Que interessante. Não imaginei que havia e que seria assim., colorida, florida, alegre e um pouco satírica. Gostei.
    Percebe-se a mistura com muitos hábitos, costumes e culturas populares, com um tom leve e gracioso, musical mesmo. Uma festa.
    Gostei das fantasias, das músicas, da alegria, dos tapetes, dos enfeites com os cravos de defunto, muito conhecidos aqui no Brasil e que são muito usados para tosse e secreção respiratória. Aqui no NE do Brasil se faz xarope. E das festas em geral. Um evento, pelo visto, imperdível.
    Eita México maravilhoso.
    Linda postagem. Amei.
    E viva a Latinoamérica e sua diversidade cultural.
    Viva el México..

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