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França Vale do Loire

Visitando Orleans, França: Onde Joana D’Arc ficou famosa

Eu não preciso dizer a muita gente quem é essa pessoa da estátua. Joana D’Arc, a mulher mais famosa da história da França. Heroína nacional e santa postumamente canonizada pela Igreja que a queimou, e que tem aqui em Orleans um dos lugares mais marcantes da sua história de vida.

Esta é uma cidade que carrega um peso emocional na França como poucas outras. Digo pelo significado, já que foi aqui que os partidários do rei francês de Paris viraram — com a participação inspiradora da divinamente inspirada Joana D’Arc — a maré da Guerra dos Cem Anos contra os borgonhos e os ingleses. Não teria jamais existido a França, não fosse pelo que se passou aqui.

Levando-se em conta seu valor histórico e simbólico, Orleans entretanto se revela uma cidade muito pouco turística. Pouco imagem do passado (exceto pela sua portentosa catedral e alguns outros lugares dignos de nota), ela na verdade é muito a cara do país atual — eu acho que nunca vi tantos africanos numa cidade francesa. É que a França fez das suas alhures após vencer aquela guerra e tornar-se potência, e na vida as coisas que vão às vezes voltam.

Ainda assim, o famoso rio Loire passa aqui, e foi perto dele que eu me instalei, numa casa histórica do século XVI. A dona, alma da casa, parecia também vir de outra época. Sim, é uma excelente base de onde partir em viagens de ida e volta aos vários castelos do Vale do Loire — mas chegaremos lá. Primeiro, Orleans ela própria.

Vista da gótica Catedral de Orleans por inteiro.
Os finos detalhes da Catedral de Orleans, das mais belas que há na França.
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Uma efígie de Joana D’Arc. Ali, em francês os dizeres: “Ela não havia passado dos seus dezenove anos mais que quatro ou cinco meses, e suas cinzas carnais foram dispersas ao vento.” Portanto, não há túmulo de Joana D’Arc, já que ela foi queimada na fogueira em 1431.
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O outono francês querendo se instalar durante esta minha visita, e histórico rio Loire sob a ponte de pedra.

Joana D’Arc e a importância histórica de Orleans

Eu tentarei dizer de forma concisa o porquê da fama de Orleans na história da França.

Orleans foi para a Guerra dos Cem Anos (1337-1453) entre França e Inglaterra um pouco o que Stalingrado (1942) foi para a invasão alemã da União Soviética: um ponto de inflexão onde o defensor esteve perto de perder, com consequências significativas, mas virou o jogo e a partir dali toda a maré da guerra.

A Idade Média era uma salada muito distinta dos países como os vemos hoje no mapa, cada qual com o seu governo, etc. Na época, o mesmo rei inglês era também duque na França, e a nobreza inglesa toda falava francês — desde que um deles, Guilherme, o conquistador, expulsara os vikings em 1066 para reinar ele nas ilhas britânicas.

De quebra, eles se casavam entre si, e bastou uma crise de sucessão ao trono para lados diferentes apoiarem herdeiros diferentes (na ausência de um herdeiro direto inconteste), e pelo próximo século gerações de cavaleiros seguiriam lutando.

A guerra teve início em 1337, um dos embates mais marcantes em toda a Idade Média, e após muitas idas e vindas, nos idos de 1415-1425 parecia que os ingleses iam vencer. A zona cinzenta no mapa animado abaixo mostra como a presença inglesa cresceu de um feudo no sudoeste francês a toda uma invasão do norte da França. 

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Mapa do Reino da França (em amarelo) durante a Guerra dos Cem Anos (1337-1453). Os territórios cinzentos são de domínio inglês. Note como, após um certo vai-e-vem, eles após 1420 conseguem tomar todo o norte francês.

A Batalha de Agincourt (1415), que os franceses perderam embora estivessem em maior número, lhes foi quase fatal. Os ingleses conseguiram tomar praticamente todo o norte da França, e — após uma disputa política que expliquei melhor anteriormente — o poderoso duque da Borgonha, formalmente um súdito do rei da França, resolveu aliar-se aos ingleses. (É o território que você vê em cinza escuro no mapa acima.)

Note também como Orleans, às margens do rio Loire, fazia a linha de defesa naqueles idos de 1428-1429. Sitiada, foi ela quem impediu que os ingleses avançassem rumo ao sul para conquistar o restante do reino francês.

Foi aí que a adolescente camponesa entrou em cena, dizendo-se inspirada por São Miguel arcanjo. Ela tinha visões, e aos 17 anos conseguiu convencer os soldados a falar com o futuro rei Charles VII, que aqui ainda era um herdeiro não-coroado — um delfim, como se dizia. A complicação é que a tradição ditava que o coroamento autêntico dos reis de França se dava desde o século VI na cidade de Reims, que neste momento estava no território ocupado pelos ingleses. 

Se ela era mesmo divinamente inspirada, eu não tenho como saber. Só sei que seus feitos mudariam o curso do Cerco de Orleans que os ingleses faziam já desde 1428 — e, em tempo, os rumos desta guerra e do resto da história mundial.

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A Chegada de Joana D’Arc a Orleans, pintura de 1887 de Jean-Jacques Sherrer. A chegada propriamente dita se deu em abril de 1429.
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Como estava o que restava da França na altura de 1429, com Orleans na linha de frente, e todo o norte — Paris inclusa — dominado pelos ingleses (em vermelho), com os borgonhos (em roxo) agora seus aliados. Veja o caminho até Reims, a cidade da coroação dos reis de França.
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Joana d’Arc de armadura diante do cerco inglês de Orleans (1428-1429). Pintura de Jules Eugene Lenepveu, dos idos de 1886-1890.

Com nove dias da chegada de Joana D’Arc, o cerco dos ingleses, que já sitiavam Orleans por todo um semestre, caiu. Ela trazia a coragem e a determinação necessárias a elevar o moral francês e fazê-los rechaçar os ingleses.

O passo seguinte foi abrir caminho até Reims, para que lá o delfim pudesse ser devidamente coroado como Charles VII e investido da tradicional autoridade como rei de França. (Eu contei mais sobre isso na minha visita , assim como em Provins, cidade que ambos visitaram no trajeto.) 

Em maio de 1430, Joana viria a ser capturada pelos borgonhos e vendida aos seus aliados ingleses por um preço. Ela seria trancafiada numa torre em Rouen — que lhes mostrei quando em visita lá, na capital da Normandia, então a base da ocupação inglesa — e depois julgada. Seria queimada na fogueira como uma bruxa pelos ingleses, que diziam suas inspirações serem diabólicas.

Seu corpo voltou ao pó em 30 de maio de 1431. Os franceses terminariam de expulsar a ocupação inglesa daquilo que hoje é a França, e dali este reino agora cresceria para breve se tornar a maior potência europeia, equiparando-se e depois superando a Espanha nos idos de 1650-1815. Orleans jamais seria esquecida com o o ponto de inflexão daquele momento crucial da história da França.

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Eu pisando aquele chão de Orleans hoje, meio milênio após a entrada de Joana D’Arc suspendendo o cerco inglês aqui.

Visitando Orleans hoje

Orleans é banhada pelo rio Loire, mas acaba negligenciada por muitos dos que vêm aqui ver dos famosos castelos. (Nós também iremos.)

Verdade seja dita, a cidade foi bombardeada pesadamente — pelos norte-americanos — durante a Segunda Guerra Mundial, e muito pouco resta para se ver da Orleans medieval. Os alemães nazistas fizeram daqui um dos seus centros logísticos, e isso acabou mal para a cidade.

Minha futura acomodação foi das edificações que sobraram; isto é, foi restaurada porque já havia sido declarada patrimônio histórico em 1912 e, por isso, não pôde ser demolida e refeita como muito da cidade foi nos anos 40 e 50. 

Hoje, Orleans é cidade de amplas vias, calçadões margeados por aqueles edifícios bege enfeitados tipicamente franceses, e Joana D’Arc virou o nome de um belo shopping que abarca a estação ferroviária da cidade. (Gare d’Orléans.) 

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Prédio do Banco da França, numa das modernas vias de Orleans. Arquitetura típica.
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Enorme O (nestes tempos de smartphone e Instagram) na Praça du Martroi, no centro de Orleans.
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Estátua equestre dela, vocês já sabem quem.
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Via até a catedral. Se você estiver se perguntando sobre as bandeiras azuis, elas anunciavam o Festival de Loire, a maior festa da cidade, um evento que ocorre aqui todo fim de setembro com barcos antigos chegando pelo rio.

Como em toda boa cidade da França hoje, há um Paul no meio do caminho — rede de patisserias que será sua melhor amiga se você deixar. Eu vinha de trem desde Dijon, não havia almoçado ainda, então um quiche se fez necessário. Literalmente na fila do pão, havia um doido antissemita apregoando coisas, coisas que se encontram também pela França.

Segui então até encontrar a minha casa, que ficava relativamente perto do rio. Não há mais propriamente centro histórico em Orleans, mas as vizinhanças entre o rio e a catedral serão as de maior interesse.

Atenderia-me à porta ela, a dona que parecia parte da casa, uma senhora de seus 50 anos, loura e magra, com seus cabelos compridos e aquele aspecto de cantora New Age. Era etérea, e ao mesmo tempo atenta. Falava com a voz doce e tranquila na casa velha repleta de quadros obviamente pintados pela mesma pessoa — se ela própria, não sei.

Disse-me que entrasse, e não teve cerimônia em tomar uma das mochilas das minhas mãos. Subiu comigo as íngremes escadas em espiral até os meus aposentos, um espaço com ares de ateliê de Rembrandt — daqueles que você visita na Holanda — do século XVI. Os feixes de madeira em enxaimel visíveis na parede, e o teto inclinado como num sótão, embora o meu andar não fosse o último. Vá entender os hábitos daquele tempo.

Nunca aprendi seu nome, e às vezes eu parecia estar numa daquelas situações mágicas de filme da Sessão da Tarde, tipo Minha Mãe é uma Sereia ou coisas do gênero. Eu a via lá embaixo, e às vezes retornava ao quarto no andar de cima e encontrava a cama feita, as janelas por vezes fechadas, que eu havia deixado abertas, sem ter a impressão de que ela houvesse saído de lá.

Servia-me um café da manhã copioso pela manhã, com ovos e queijos franceses, e vou dizer que fiquei quase com uma queda pela tia.

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Espiral dos degraus que rangiam nesta casa do século XVI em Orleans.
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Seu visual externo.
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O meu sótão-quarto com ar de ateliê de época, a quem ficou curioso. Tinha uma cama agradável e banheiro próprio. (Não costumo divulgar acomodações, mas quem se interessar me fale e eu dou o nome.)

A Catedral da Santa Cruz e o Hotel Groslot

O dito Hôtel Groslot — e eu vou direto ao ponto pois gente deve estar curiosa — não é bem um hotel, apesar do nome, mas um prédio renascentista contemporâneo do meu, e onde você pode ver melhor o glamour daqueles interiores.

Ele é talvez o lugar mais lindo de visitar hoje em Orleans. Edificado entre 1530 e 1552, ele representa a era do Renascimento na França, um período a que relativamente pouco damos atenção, ocupados que estamos sempre com os palácios posteriores, da era do Absolutismo.

Groslot era o sobrenome da família que primeiro residiu aqui. O senhor Groslot, tal como um governador, representava os interesses de Sua Majestade em Orleans. À época, o próprio rei François II (cuja mãe era ninguém menos que Catarina de Médici) inclusive se instalou aqui por um tempo. (Mais sobre eles e esse período renascentista francês você verá em breve nas nossas visitas aos castelos do famoso Vale do Loire.)

O Hotel Groslot viraria também prefeitura, dita Hôtel de Ville em francês, e hoje é um monumento público. A visita é relativamente curta, e vale a pena só para você esbaldar os olhos. (É possível casar-se aqui também, se você tiver interesse.)

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O chamado Hotel Groslot, prédio renascentista do século XVI em Orleans.
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A figura de Joana D’Arc à entrada, posta aqui no século XIX, quando no bojo do nacionalismo os franceses resgatam a sua imagem como heroína da pátria.
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Olhem estes interiores.
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Cadeiras enfeitadas e papeis de parede.

Notem como muda da Idade Média, quando tínhamos aqueles castelos de pedra quase nus, sem muita decoração. É na Renascença — portanto ainda antes do Absolutismo — que estas moradas começam a ser enfeitadas.

Com a formação de estados nacionais centralizados nos idos de 1500, algo que é inaugurado pela própria França, já não se concebe mais tanto que haja guerra entre uma cidade e outra. As guerras passam a se encontrar às fronteiras. Portanto, a morada do rei já não precisa ser uma fortificação. Os castelos deixam assim de ser fortalezas, orientadas para a defesa, e passam a se tornar palácios, orientados para o glamour.  

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Note como o teto também ganha decoração, em geral nos tons escuros que caracterizaram o século XVI na Europa a norte dos Alpes. (Interiores em cores mais leves só viram moda mais tarde.)
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A figura de Joana D’Arc.
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Sala de reuniões, onde você pode assinar o livro de casamento.
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A atual prefeitura de Orleans, logo em frente.

Passemos daqui agora à catedral, que fica logo do outro lado da rua. 

A Catedral de Orleans é das mais belas que há na França, na minha modesta opinião. Gótica, naturalmente, ela foi inicialmente edificada entre os séculos XIII e XIV (de 1278 a 1329), mas sofreu degradações durante as guerras dos séculos seguintes e precisou ser restaurada já em estilo neogótico entre 1601 e 1829. Daí talvez algumas particularidades na sua imagem.

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A Catedral de Orleans, completada originalmente em 1329 em estilo gótico. Oficialmente, ela é a Basilique Cathédrale Sainte-Croix d’Orléans
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Seu lindo interior, com brasões da nobreza de diferentes regiões do reino da França.
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O símbolo real da flor de lis ali nos estandartes, e o órgão lá ao fundo da igreja.
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Os vitrais foram todos remodelados na restauração neogótica e agora mostram etapas da vida & morte de Joana D’Arc — um tanto como se mostra as etapas da Via Crucis.
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Não é exagero dizer que fazem uma literal hagiografia dela aqui nos vitrais (movida mais por nacionalismo francês que por zelo religioso, vale destacar). Neste, vê Joana D’Arc na fogueira em Rouen.

Base para visitas ao Vale do Loire

Orleans, graças aos bombardeios, pode não ser mais aqueeeela cidade histórica que o seu quilate promete. Porém, a menos de 1h30 de trem desde Paris, ela oferece uma base melhor que a capital francesa para visitar os muitos castelos do Vale do Loire.

A maioria daqueles lugares não têm muitas (ou boas) opções de acomodação, então se você quiser visitar vários (como eu), precisa se instalar em alguma parte. Eu achei Orleans uma candidata digna, próxima, e de onde pude fazer várias visitas — como vos mostrarei.

O Loire, ele próprio, eu me decepcionei de vê-lo magro, deprimido, como que carecendo de conservação. Diante do seu valor simbólico e histórico à França, julgo que deveriam tratá-lo melhor.

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O rio Loire, com baixa vazão e um certo ar largado em Orleans. Conclamaria os nacionais não às armas, coisa inútil, mas às obras para cuidar deste rio enquanto ele ainda é. Ele enche noutras épocas de chuvas, mas sua conservação segue sendo um desafio na França. 
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O centrinho histórico restaurado de Orleans com algumas casas de enxaimel (aquelas estruturas de madeira), mas devo dizer que ele tem bem mais uma atmosfera atual — com barzinhos, lojas e tal — que de época. Vale uma circulada.

Se você quiser ainda mais coisa sobre Joana D’Arc, eles aqui também fizeram museu da casa onde ela permaneceu um tempo durante o Cerco de Orleans pelos ingleses. Vendem-na como “Casa de Joana D’Arc” (Maison de Jeanne D’Arc), mas não vá confundir isso com a casa onde ela cresceu. Ela não era daqui, e cresceu na zona rural da Lorena, num povoado chamado Domremy. 

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A ambiência de Orleans hoje é uma coisa assim, moderna.

Ao que eu me punha ali na praça no centro de Orleans, um mulato rapaz de gorro preto tocava animado o violão ao microfone num fim de tarde, enquanto esperávamos ver se a trovoada iria cair ou não.

Vários jovens e não tão jovens sentavam-se nos degraus para a estátua de Joana d’Arc no cavalo. Um baixinho coroa africano com ar humilde de morador de rua, camisa roxa, mochila pequena cinza nas costas, boné vermelho virado para trás e máscara azul contra a COVID debaixo do queixo, requebrava-se sem timidez diante do músico como única pessoa de pé. Dançava sozinho, requebrando de um jeito que os europeus em geral não sabem fazer.

Atrás de mim, flagrei com um olhar uma mulher muçulmana de véu cinza sentada nos já-citados degraus, a sorrir dando uma colher de sorvete a uma criança que não devia ter mais que três anos. O moreninho olhava animado tudo aquilo. Vi um branco francês passar confiante de mãos dadas a uma esbelta moça negra e me perguntei se “agora vai”, se finalmente começarão a se misturar.

A França atual tem das suas, distinta daquela de outrora. Entre uma e a outra, eu navegava — pelo Loire e o seu entorno. Veremos aonde mais este rio nos leva.

Mairon Giovani
Cidadão do mundo e viajante independente. Gosta de cultura, risadas, e comida bem feita. Não acha que viajar sozinho seja tão assustador quanto costumam imaginar, e se joga com frequência em novos ambientes. Crê que um país deixa de ser um mero lugar no mapa a partir do momento em que você o conhece e vive experiências com as pessoas de lá.

4 thoughts on “Visitando Orleans, França: Onde Joana D’Arc ficou famosa

  1. Adorei seus comentários fruto de esmerada pesquisa.
    Muito esclarecedor os detalhes e destaque para as fotos ilustrativas da cidade e perfeita mostra da ambientação da cidade.
    Conheci os castelos do Vale do Loire há mais de 20 anos e farei bate e volta de Paris a Orleâes no início de abril.
    Muito obrigada pelos esclarecimentos.

  2. Olá, Mairon.

    Topei com seu site numa busca sem maiores compromissos (minha viagem não está próxima) e fiquei muito, mas muito impressionado mesmo. Olha, conheço vários e o seu é o melhor! Obrigado pela dedicação e pelas valiosas informações.

    Um abraço,

    Alexandre.
    P.S. Você também escreve muito bem, e com um humor fino.

  3. Parabéns pelo texto bem escrito e bem ilustrado, Mairon. Eu procurava um detalhe sobre Joana d’Arc e mesmo logo vendo que não encontraria aqui, continuei lendo e lendo, de tão gostoso que achei. Adorei. Sucesso com o site!

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