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Chile Patagônia chilena

Puerto Varas, Chile: Lagos andinos, herança indígena e vulcões

Puerto Varas é mais um desses lugares lindos do Chile, dos quais a cada par de anos você ouve falar de um novo. É um país abençoado por Deus e bonito por natureza como o nosso (quem disse que Deus era só brasileiro?).

Estamos, basicamente, do outro lado das montanhas — ou seja, do lado chileno — de onde fica Bariloche na Argentina, naquela mesma altura do mapa, e boa parte dos turistas que vêm cá se deslocam de uma para a outra. No post anterior eu dei as dicas e relatei a experiência dessa viagem de ônibus cruzando os Andes.

Do ponto de vista histórico, demográfico e cultural, nós estamos aqui num território tradicional indígena Mapuche, vejam vocês. Após o período colonial espanhol e morticínios equivalentes perpetrados pelos governos nacionais do Chile e da Argentina já independentes nos séculos XIX e XX, esse povo hoje reclama maior autonomia — e alguns, até soberania. Você não precisa entrar no debate político se não quiser, mas a sua presença marca este lugar, como seus olhos hão de notar.

Eu estava no sossego dos meus anos, como a Inês de Castro do poeta Camões, ainda que um tanto ressabiado da culinária, digamos, limitada dos argentinos, e voraz por algo mais diferenciado aqui no Chile, digamos assim. Vinha tranquilo no que era um sábado de verão, a reencontrar após anos este país de que gosto tanto.

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Bem-vindos aos lagos e vulcões dos Andes na Patagônia chilena, senhoras e senhores.
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A tranquilidade.
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Puerto Varas e região são ditas serem de colonização alemã, e são, porque eles davam as cartas e geriam a economia formal, mas todo mundo aqui é de madeixas negras e pele morena Mapuche. O povo nesta região do Chile é prioritariamente de ascendência indígena.
Puerto Varas e Bariloche no mapa
Ali estamos, a medio caminho entre as capitais e a ponta sul dos países. A pequena e charmosa Puerto Varas fica a coisa de 40 minutos de Puerto Montt, que é uma cidade “normal” maior e que tem aeroporto.

Patagônia? Um pouco sobre a região onde fica Puerto Varas

Não estamos aqui exatamente na Patagônia, senhoras e senhores. Ou, ao menos, limitar-se a esse descritivo seria muito genérico, ocultando aspectos importantes deste lugar aqui onde estamos. 

Para começar, nunca se definiu historicamente até onde a Patagônia vai. O nome se origina da expedição do português Fernão de Magalhães (1480-1521), que passou pela pontinha sul da América em 1520 e chamou o povo alto que vivia ali de patagão — o que seu cronista de viagem, o italiano Antonio Pigafetta, registrou como patagoni.

Esse nome não aparece “do nada”, mas é um tanto espontânea da parte dos tripulantes. Por muito tempo, se supôs que fosse uma referência ao tamanho dos pés — patas — dos corpulentos nativos, os quais Pigafetta dizia serem tão grandes que a tripulação europeia só chegava na cintura.

Patagons
Os exagerados desenhos que depois se fizeram do encontro de europeus e nativos patagões.

Crê-se que era o povo Tehuelche, de fato de estatura maior que a europeia da época — ainda que Pigafetta tenha provavelmente exagerado.

De todo modo, a hipótese preferida hoje é que o nome vem de um romance cavaleiresco espanhol publicado em 1512, que Magalhães possivelmente leu a bordo, no qual havia um personagem grande e bruto chamado Patagon. Daí a associação.

Patagônia seguiu sendo, entretanto, um nome informal. Se os argentinos o estendem até bastante ao norte (a ponto de representar metade de seu país), os chilenos o reservam mais para realmente o extremo sul apenas.

Estritamente falando, isto aqui ainda não é Patagônia, mas de uns tempos pra cá começaram a dizer que é, porque passou a ter um charme dizer isso“, comentou certa vez Pamela, uma amiga minha de Puerto Montt. 

De fato, do ponto de vista ecológico, social e histórico, isto aqui tem muito pouco a ver com a Terra do Fogo lá na pontinha sul onde Magalhães passou e muito mais com os Andes mais do norte. Tem também certa identidade própria.

Papas nativas chilotas
A Ilha Chiloé e esta região têm nada menos que 400 variedades nativas de batatas, um cultivo andino que ganhou o mundo.

A esta altura do campeonato, quase todo mundo já viu aquelas variedades coloridas de milho, sem as quais uma viagem ao Peru nunca está completa. Esse, o cereal mais cultivado do mundo, domesticado pelos indígenas do México e os de cá dos Andes na América do Sul, tem uma companheira andina que é a batata.

Variedades de milho nos Andes
Há incrível variedade de milhos nativos — de todas as cores — nos Andes. É um cultivo originário das Américas.

A batata não é só essa variedade comercial grande e sem muito gosto, usada para fazer fritas. Há diversas espécies, e esta região onde fica Puerto Varas é um dos seus centros de endemia. Somente na Ilha Chiloé, aqui perto, há 400 variedades distintas. Os antropólogos registram centenas de nomes locais para o que chamamos “batata”.

Por que entro nisso? Por duas razões. Primeiro, porque por vira-latismo e ignorância se costuma achar que os índios sul-americanos eram (e são) uns tabacudos que, no muito, conhecem de ervas medicinais. Eles contribuíram e contribuem bem mais para a cultura global e sul-americana do que geralmente supõe a nossa vã filosofia, como expus um pouco melhor neste post.

A segunda razão é que, portanto, esta terra onde estamos tem uma identidade própria — não é simplesmente “Patagônia”, essa coisa genérica e a-histórica da era do Instagram, em que as pessoas querem apenas ver paisagens bonitas remotas e acabou. Tem uma densidade sociocultural e histórica aqui, da qual começamos a apenas observar a superfície.

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Comendo comida de verdade (com tempero) no Chile. Esse milho (choclo no linguajar andino) grande de grãos brancos acompanhava o meu ceviche com um toque de natividade.

Somente para concluir, uma coisa que acho curiosa, e sempre reveladora da familiaridade ancestral de um povo com certo cultivo, é a variedade de usos. Assim como nós na América do Sul mais tropical temos infindos usos para a mandioca (tapioca, farinha, goma, beiju…), eles aqui usam a batata de formas que nossa pretensa mente moderna sequer cogita. 

Eu coloco aqui um excerto interesse de um livro de Charles Mann, um escritor de que gosto (tradução minha): 

“A saber, os índios andinos comiam batatas cozidas, assadas e amassadas, como fazem agora os europeus. Mas as batatas também eram fervidas, descascadas, cortadas e secas para fazer papas secas; fermentadas na água parada para fazer toqosh, pegajoso e odorífero; ou moídas até formar uma polpa, deixadas de molho numa jarra, e filtradas para produzir almidón de papa (amido de batata).

O mais comum era o chuño, que é feito deixando as batatas do lado de fora para congelar nas noites frias e depois descongelando-as ao sol da manhã. Ciclos repetidos de congelamento e descongelamento transformam as batatas em bolas macias e suculentas.

Os agricultores aí espremem a água para produzir chuño: nódulos rígidos, com certa consistência de isopor, muito menores e mais leves que os tubérculos originais. Cozidos em ensopados andinos picantes, eles lembram nhoque, os bolinhos de farinha de batata do centro da Itália. O chuño pode ser guardado durante anos sem refrigeração – uma garantia contra más colheitas. Era a comida que sustentava os exércitos incas.”

— Charles Mann, 1493 A Descoberta do Novo Mundo que Colombo Criou (conta com uma tradução em Portugal, mas sem publicação no Brasil até o momento).

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Es chiquito, pero está bonito“, contou-me sobre Puerto Varas o senhor indígena funcionário do hotel onde eu estava em Bariloche, na manhã da nossa partida.

Ele se empolgou mais falando sobre como poderíamos lavar a égua — expressão minha — em termos de uma boa comida por lá. Foi quando aprendi sobre o curanto, uma refeição daqui assada em rochas quentes no chão cobertas com folhas. É a versão mais raiz ainda do forno de lenha.

— “E o que é que se cozinha?“, indaguei eu curioso.  

— “Ah, vai de tudo. Mariscos, batatas, porco defumado…“, foi empolgado descrevendo o moreno senhor de 71 anos com seus movimentos de mãos e paixão no olhar.

A semelhança com o hangi dos Maori da Nova Zelândia ou o umu dos samoanos, banquetes assim também feitos sobre pedras quentes no chão, me evocava com interesse toda a história de intercâmbios pré-colombinos entre os polinésios do Pacífico e os índios da América do Sul. (Há uma crescente linha de investigação genética e antropológica sobre isso, inclusive de pesquisadores brasileiros, e a coincidência aqui me saltava aos olhos.) 

Eu depois soube que o melhor lugar onde comer um curanto autêntico é no mercado de Puerto Montt, caso você não chegue a ilhar à Ilha Chiloé.

Eu depois ficaria sabendo que, embora estejam só a 30 minutos de distância uma da outra, Puerto Varas e Puerto Montt são bem distintas em termos de comida, e não me consta que haja curantos verdadeiros em Puerto Varas. Ficaremos então todos na vontade, por enquanto.

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Eu posso não ter achando curanto em Puerto Varas (já que, pelo visto, é algo estritamente de Puerto Montt e Chiloé — ficou para uma viagem até lá), mas achei um típico chupe de jaiba [lê-se tchupe de rháiba]. Caranguejo catado no molho cremoso e coberto com queijo (!). Disseram-me que é parecido, mas não é exatamente a mesma centolla — caranguejo-rei — que se come na Patagônia. O sabor, todavia, é semelhante.

Vistas e voltas por Puerto Varas

Deixem-me dizer logo de cara que você em Puerto Varas obtém um custo-benefício muito melhor que em Bariloche. Hotéis às vezes de um mesmo preço aqui têm qualidade muito maior. 

Esse foi o caso de onde fiquei hospedado, o Cabaña del Lago, um verdadeiro palácio de madeira com sete andares, restaurante e vistas belas para o lago Llanquihue diante da cidade.

Puerto Varas não é uma cidade onde se fazer um liga-pontos de atrações (temos que ver A, B e C), mas um lugar para se estar, um lugar gozoso pela paisagem, pelo ambiente.

Sendo assim, deliciar-se é preciso com breves caminhadas ali pela borda do lago, com suas ruazinhas singelas no seu centro pequeno, e com as vistas para as montanhas e vulcões adiante.

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Olha o charme, que gostoso.
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A vista para o lago Llanquihue, que banha Puerto Varas, desde a janela do meu quarto no hotel.
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A pequeneza da pessoa e a imensidade do vulcão ali encoberto pelas nuvens mais adiante.
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O entardecer é hora da glória aqui em Puerto Varas.
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As pessoas olhando o pôr do sol.
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Aquela assombração ali nada mais é que uma obra de arte com restos de metal, numa área hoje com alguns trailers (vulgo food trucks, no linguajar gourmet da moda).

Isso tudo foi na mesma tarde em que cheguei de ônibus vindo de Bariloche, saudoso de um ar puro e de poder esticar as pernas após quase 8h de viagem.

Foi nessa noitinha que comi também o chupe de jaiba, delicioso. Ah, como era bom encontrar tempero! Eu parecia que vinha do sertão do Cariri com três dias de fome. Tomei também um belo suco de chirimoya, fruta que é outra espécie do mesmo gênero da pinha (ou fruta-do-conde) que se come no Brasil. Eu, basicamente, me lavava, e percebia como o Chile bem mais parece o Peru que a Argentina no que tange a gastronomia. Tomei pisco também, é claro.

O ônibus havia nos deixado numa rua aleatória que faz as vezes de parada rodoviária, e de lá foi uma voltinha pela rua antes da chuva, essa parada para o jantar, e depois um Uber até o hotel — Uber que aqui funciona muito bem, obrigado.

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Pisco sour, coquetel com pisco (destilado de uva), suco de limão e clara de ovo batida, é consumo obrigatório quando em viagem pelo Chile ou Peru.
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A parada do ônibus que vem e vai para Bariloche é nesta inconspícua rua, que nada denuncia. Muito de Puerto Varas é residencial assim simples, como eu havia visto também em Puerto Natales há alguns anos.
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Há muito de arquitetura de inspiração germânica por cá.
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…e até coisa que você jamais suporia, como que os bombeiros tivessem seu símbolo em alemão.

Eu não vou aqui demonizar os alemães, mas é preciso ter claro que, naquele momento da História, enquanto Heinrich Göring (pai do mal-afamado Hermann Göring, auxiliar de Hitler) matava os namíbios em campos de concentração como governador do que era o Sudoeste Africano Alemão (Deutsch-Südwestafrika, 1884-1915), aqui a política do Chile — como da Argentina — era de matar os índios e consolidar uma colonização branca no território para “civilizar” os países. Estávamos na era da tônica do “fardo do homem branco”. 

Nesta região, onde até hoje os Mapuche sofrem com índices socioeconômicos inferiores aos dos chilenos de origem europeia, o Chile arranjou o estabelecimento desde meados do século XIX de colonos germânicos, que por sua vez escapavam das conturbações pré e pós unificação. Foi aí que essas instituições, como os bombeiros, foram aos poucos sendo estabelecidas por esses colonos.

Hoje, boa parte das pessoas aqui carrega pelo menos um sobrenome alemão e sangue indígena. É curioso, pois houve uma afortunada mescla que nem sempre se vê noutras partes.

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Esta é a Plaza de los Colonos.
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As pessoas, contudo, têm cabelos indígenas.
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É um lugar tranquilo e pacato.

Puerto Varas é de uma paz imensurável. Nestas ruas, entre pracinhas e calçadas de onde ver o lago, você tem lojas de marca (United Colors of Benetton, entre outras), assim como hoje cafés charmosos. Algo parece estar acontecendo com os cafés do Chile, por sinal. Um país que antes era retardatário em termos de café na América Latina, onde quase que só se bebia café solúvel, agora parece ter boas opções. Suprendi-me!

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No verão, algumas muitas flores se fazem presentes, mas é um lugar que mesmo assim segue pouco badalado. É como se você sentisse no ar da atmosfera que estamos num lugar deveras remoto do planeta.
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Olha o encanto das rosas na rua.

No domingo de manhã em que eu passeei aqui, o movimento corria por conta de uma breve feirinha de artesanias gerais que havia num espaço coberto, com mais algumas barraquinhas ao ar livre beirando o jardim. Um gentil colombiano tentou me vender um belo colar com acrílico disfarçado de pedra, mas sem sucesso. 

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Feirinha de artesanias em Puerto Varas, Chile.
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Flores e mais barracas. Tutti tutti buona gente, só não confie demais nos materiais que os vendedores anunciam. Nem tudo que reluz é ouro.

A graça suprema está mesmo na beira do lago, onde você “namora” a paisagem pelo tempo que quiser. Com sorte, as nuvens foram passando e descobrindo o célebre vulcão Osorno, homônimo a uma cidade próxima, e que encanta este visual aqui. 

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A vista para o vulcão Osorno na beira do lago, em Puerto Varas.
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As vistas singelas são de fazer você se encantar.
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Aos poucos, víamos a ponta do vulcão, a 60 Km daqui.
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Eu á me sentia cada vez mais andino.
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Impossível não se afeiçoar desta paisagem.

Para ver Puerto Varas propriamente dita, um dia é suficiente. Há passeios de barco pelo lago a quem quiser, mas quem quiser se estender até a Ilha Chiloé ou ir comer um curanto cozido nas pedras de Puerto Montt precisa de mais tempo — coisa que eu já estou me programando para voltar cá e fazer.

Por ora, entretanto, eu tinha outro destino. Era preciso retornar a Bariloche de ônibus, para de lá rumar agora a Ushuaia, a conhecer a Terra do Fogo. Ao Chile eu retornarei numa outra ocasião. No Chile eu já deixava saudades, quase como Francisco Alves com a Serra da Boa Esperança. Partia levando saudades, saudades deixando, murchas caídas na serra lá perto de Deus, mas pelo menos na parte da gastronomia — eu não sabia ainda — Ushuaia se provaria muito superior ao que eu encontrara da Argentina até aqui.

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O vulcão Osorno visto de Puerto Varas, com o cume por detrás das nuvens.

Epílogo

Num dia seguinte pela manhã, lá estávamos nós à espera. A rua vazia, o friozinho de um dia ainda mal-raiado, aquele raiar prematuro e madrugoso destas altas latitudes no verão. Tive de rir com um anúncio — posto ali certamente aos céticos — numa folha de papel escrita à mão confirmando que não titubeassem na sua fé, pois que o ônibus, sim, passaria. 

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El bus pasa. Não é só o condor. Esperar aqui. Quem não gosta de uma ratificação, para não ficar só na pura crença?

Não demorou muito após minha chegada a aparecer ali também uma moça argentina, de Buenos Aires retornando ao seu país, e a desembarcarem gentes outras várias. Eu já estava convencido de que o ônibus para Bariloche passaria — ainda que não houvesse sequer uma mísera cobertura, nem placa, nem assento.

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É o que temos como rodoviária de Puerto Varas.

O ônibus enfim passou, com meros 10 minutos de atraso às 8:05h da manhã. Dali a cinco minutos sairíamos após todo mundo embarcar, para chegarmos 11h à aduana chilena e, depois, às 12:15 na argentina. Ao meado da tarde já estávamos de volta na terra dos alfajores

A saber, a quem for fazer esse percurso neste sentido, os banheiros do lado chileno são melhores que os do lado argentino, e a lanchonete chilena que eu visitei quando vim de lá para cá continua acessível, ainda que seja um tanto inconveniente visitá-la quando se está vindo pelo lado de saída do Chile — mas pode ser atrevido e rodar pelo lugar, se precisar comer algo.

Levava comigo as memórias do lago e do vulcão de Puerto Varas, e disposto a um dia retornar para conhecer as outras bandas desta região. 

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O vulcão Osorno visto de Puerto Varas, Chile.
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Já praticamente em casa nos Andes.
Mairon Giovani
Cidadão do mundo e viajante independente. Gosta de cultura, risadas, e comida bem feita. Não acha que viajar sozinho seja tão assustador quanto costumam imaginar, e se joga com frequência em novos ambientes. Crê que um país deixa de ser um mero lugar no mapa a partir do momento em que você o conhece e vive experiências com as pessoas de lá.

One thought on “Puerto Varas, Chile: Lagos andinos, herança indígena e vulcões

  1. Bom dia,Mairon.Acompanho você há cerca de uns 3 anos e cada vez fico mais admirado com o modo como você faz as postagens sempre observando o lado humano dos lugares que visita.Vejo muita coisa no instagram que ajuda muito na hora de planejar uma viagem,mas a maioria só quer saber é dos likes e do dimdim caindo rsrs.Vou para Santiago agora em 02/2024 com minha esposa e filha ,mas na próxima vez quero fazer essas travessia de Bariloche até Puerto Varas e se der tempo até Chiloé.Muito obrigado e ansioso para ver sua postagem de Ushuaia.Grande abraço!

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