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França Occitânia

Narbonne na França, antiga capital da Gália romana, eixo entre a Itália e a Espanha

Tomei um trem no oeste, e vim parar numa terra francesa onde o vermelho e amarelo flamula mais que o vermelho e azul.

Pense numa cidade pouco turística, mas com beleza. Uma cidade histórica, mas pouco visitada. Uma terra onde os romanos antigos fincaram pé e que as influências italianas jamais abandonaram. Por fim, pense numa cidade de charme mediterrânico, ainda que sem estar à beira-mar. Bem-vindos a Narbonne na Occitânia, senhoras e senhores, uma cidade a ser visitada de quarta a sábado.

Oi? Pois é. Narbonne é lugar pacato. Provindo de Lourdes e Bordeaux, dois lugares de fama e calibre histórico, mas cujas cidades contemporâneas eu achei meio anarquizadas, era um bálsamo desembarcar nesta Occitânia de atmosfera completamente distinta.

O ar do Mar Mediterrâneo soprava abundante neste antigo porto capital da que os romanos chamavam Galia Narbonensis, mas que perdeu a sua saída para o mar. Hoje você precisa viajar um pouco para chegar a ele, mas a atmosfera mediterrânea segue presente. É como se o víssemos refletido no céu, evaporado no ar, embebendo a cidade.

Os tons cor de areia das casas se contrastando com o verde das árvores fazia você se sentir suspenso numa fantasia mediterrânica, acima do bem e do mal.

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Desembarcando em Narbonne, sul da França. Interior simples porém histórico da Occitânia.
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Chegamos.
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As vias, tudo era pacato neste começo de primavera.
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Casas em múltiplos tons de areia nestas ruas tranquilas de Narbonne. Nesse hotel de esquina eu me instalei.
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A vista da janela era uma tranquilidade, com a catedral medieval ao fundo.
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Você se sentia num conto, como que num cenário da literatura com estas janelas venezianas antigas e o sol cálido.

Narbonne não é uma cidade grande. A pé você vem plácido desde a estação ferroviária até o miolo do centro, onde estão a catedral e a prefeitura.

A praça da catedral guarda até hoje fragmentos da Via Domitia, a estrada romana que ligava a Península Itálica à Península Ibérica na Antiguidade, cruzando isto que é hoje este sul francês.

Os romanos desembarcaram aqui em 118 a.C., quando a Gália ainda era dominada pelos gauleses, e fizeram desta localidade um porto seu. Colonia Narbo Martius, que viraria Narbonne. A esta costa mediterrânea da atual França como um todo chamaram Provincia Nostra, para contrastar com as terras que ainda não governavam mais ao norte.

A conquista romana da Gália como um todo se daria apenas muitas décadas depois, nos idos de 50 a.C. Por enquanto, esta Gália Transalpina — isto é, para além dos Alpes, a contrastar com a Gália Cisalpina, para aquém dos Alpes, conquistada dos gauleses que viviam no atual norte da Itália — era uma terra ainda de fronteira. Com a fundação de Narbonne, ganha a alcunha de Galia Narbonensis.

Gaul in the Time of Caesar
Para quem gosta de mapas, Narbo Martius ali — junto com Marselha — na Provincia Romana, Provincia Nostra, que em tempo se chamaria Provence, nos tempos de Júlio César.
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Em plena praça principal de Narbonne, um fragmento remanescente da original Via Domitia dos romanos, que ligava a atual Itália à atual Espanha, passando por o que é hoje o sul da França.
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Você pode pisar nas pedras lisas milenares, aqui postas ainda um século antes de Cristo vir ao mundo.

Umas voltas por Narbonne hoje

Narbonne é uma cidade limpa, bem arborizada, com arte e arquitetura antiga bem cuidada. Não é só uma dessas cidades que vivem de passado. Eu a usei como base para explorar a Occitânia afora — lugares históricos como Carcassonne e Béziers — e recomendo.

A Occitânia é toda esta metade oeste do sul mediterrâneo francês (a parte leste sendo o que chamamos ainda hoje de Provença, com os seus campos de lavanda e tudo aquilo). Aqui na Occitânia temos um quê que mistura elementos da França com influências da Itália e da Espanha atuais. A fronteira espanhola, inclusive, está a menos de 2h daqui.

A grande atração da cidade é o Palácio dos Arcebispos (Palais des Archevêques), estrutura imponente ao lado da torre medieval (donjon) do século XIII e da catedral iniciada em 1272.

Embora cheia de antiguidades, é curioso pois Narbonne exuda uma atmosfera jovial, contemporânea, com sorveterias agradáveis e cafés aconchegantes (porém vazios de turistas, quase que apenas com moradores, o que garante um certo ar pacato de cidade do interior).  

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Nas ruas de Narbonne.
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Aqui e ali, uma arquitetura mais artística. Essa moda foi da virada do século XIX para o XX, embora a casa seja fundada em 1648.
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Atmosfera jovial em Narbonne, sul da França. A sorveteria Glacier Marguerite no centro da cidade está recomendadíssima, e não faltam padarias por perto.
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Estas árvores dão um charme e tanto às amplas calçadas de Narbonne.
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Aqui é proibido andar com aqueles patinetes elétricos no passeio, por sinal. “Salvem os nossos pedestres! Nada de lei da selva nas nossas calçadas!
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A imponente edificação que mistura torre medieval, catedral e Palácio dos Arcebispos marca a vista no centro da cidade.
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Jeitinho de cidade do interior.

É quase impossível não sentir as influências latinas mediterrâneas nesse jeitinho de Narbonne. A cidade poderia ser na Itália ou na Espanha mesmo.

Como cheguei a comentar de outras vezes, depois que o império romano decai, pelos 1000 anos seguintes este sul da França se desenvolve como uma região distinta de Paris e muito mais conectada aos seus vizinhos catalães, aragoneses e do norte italiano. Fala-se aqui até hoje o occitano, idioma reconhecido e que mais lembra o catalão (ou o português!) do que o francês. 

Paris conquista isto aqui no século XIII, depois no século XV anexa a Provença, mas culturalmente essa nunca foi uma anexação completa. Apenas a partir do século XIX se começa a impôr o francês padrão enquanto idioma único aqui, mas há uma ressurgência da identidade regional. Você vê as cores vermelha e amarela da Occitânia por toda parte, e os nomes das ruas estão nos dois idiomas.

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Os nomes das ruas em francês e em occitano, língua latina muito próxima do catalão. (Os nomes, obviamente, nem sempre são uma tradução um do outro. Benjamin Cremoso nada tem a ver com o consulado.)
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Mais da língua occitana, aos curiosos. Vejam que parece até mais o português que o francês.

Uma curiosidade é que, assim como Portugal e a Espanha, Narbonne e seu entorno chegam a ser também dominados pelos árabes. Só que aqui a duração desse domínio é muito mais curta, apenas cerca de 40 anos (no século VIII) ao contrário do meio milênio dos mouros na Ibéria.

Narbonne prospera em seguida como um centro de produção têxtil na Idade Média, e é quando se levantam esta catedral dedicada aos hispanorromanos São Justo e São Pastor (quem? foram dois irmãos da Ibéria romana martirizados ainda crianças no expurgo de Diocleciano em 304 d.C.) e este imponente Palácio dos Arcebispos.

Só que não é de hoje que as cidades humanas falham em saber lidar com a água, e um assoreamento da sua baía faz com que Narbonne basicamente perca o seu pronto acesso ao mar. Atualmente, a praia está a 15 Km da cidade.

Foi também para remediar isso que se construiu o Canal du Midi, de que falei na postagem em Béziers. Ele liga o Mar Mediterrâneo aos rios que desembocam no Oceano Atlântico em Bordeaux, conectando cidades como Narbonne. Aqui, passa o Canal de la Robine, um dos braços do Canal du Midi. Essas obras datam do século XVII.

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O Canal de la Robine, um dos braços do Canal du Midi, que conecta o Mediterrâneo e o Atlântico pelo sul da França. Essas obras datam do século XVII, pelo mais famoso engenheiro de Luís XIV: Sébastien Le Prestre, marquês de Vauban.
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Uma vista de como era Narbonne antigamente.
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A ponte a que a imagem na foto anterior se refere é esta aqui, que cruza o canal e você nem percebe. Hoje, é uma rua fechada de lojas com calçamento de pedras assim à moda italiana.
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A rua tem assim esta elegância com os tons que caracterizam o norte da Itália.
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Guloseimas nesta cafeteria que leva o espanhol de Cortado, e que eu recomendo. A Via Domitia dos romanos parece seguir ativa ligando norte da Espanha e a Ibéria por este sul da França.

Eu cheguei a dizer que Narbonne era uma cidade para ser visitada de quarta a sábado, e talvez alguns tenham ficado no ar. A razão é que, por ordem da tranquila prefeitura daqui, as lojas todas precisam dar folga aos funcionários dois dias na semana e portanto ficam fechadas aos domingos e às segundas. Às terças, por sua vez, é o Palácio dos Arcebispos quem fecha à visitação, então eu sugiro evitar esses dias.

Visitando a Catedral de Narbonne, o Palácio dos Arcebispos e sua torre medieval

A alma de Narbonne está nesta edificação monumental toda conjugada no seu centro. Caso você acabe estando aqui num domingo, o acesso é gratuito no primeiro domingo de cada mês — mas mesmo nos demais dias, o que se paga é uma bobagem de 6 euros para subir a torre e visitar o Palácio dos Arcebispos. A catedral é de acesso livre. Só tenha em mente que tudo aqui fecha para almoço e reabre após a sesta, meio que à maneira espanhola. No site oficial você sempre encontra os horários exatos.

 

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A entrada para o complexo do século XIII em Narbonne, na praça principal. Aquela flâmula vermelha e amarela que você junto das bandeiras da França e da União Europeia é a bandeira da Occitânia. Sugestivo.
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Outra das entradas deste complexo medieval em Narbonne.

Vamos adentrar.

Eu comecei pela torre medieval, que em francês chamam donjon. Esse nome é específico para torres fortificadas que eram os principais redutos num castelo, aquele lugar onde as pessoas se refugiavam se a fortificação fosse sitiada.

Aqui, são 165 degraus que se apresentam numa escada em espiral. Você não é obrigado a subir caso essa não seja a sua praia, ou tenha dificuldades de mobilidade, mas a vista que se tem lá do alto eu lhes mostro.

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O donjon de Narbonne, sua torre medieval do século XIII vista de fora.
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As escadas. É daquele tipo que, se bobear, você fica zonzo de tanto rodar.
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A vista para a Catedral de São Justo e São Pastor lá do alto. Você percebe como é todo este complexo que, no seu tempo, envolvia também o Palácio dos Arcebispos e um claustro.
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Fazia um ventinho frio neste dia, então um casaco ainda era necessário. Você também vê os detalhes da arquitetura gótica desta catedral.
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A Catedral de Narbonne em destaque.
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Umas gárgulas bem bizarras. Mas a ideia era essa mesmo, para afastar os maus espíritos. (Como são algo mais da tradição popular medieval que do cristianismo em si, a Igreja não fala muito a respeito, mas estão eles aí.)

Esta é uma catedral bastante gloriosa, eu lhes digo. Das mais bonitas do sul da França.

Sua pedra cor de areia, em vez da rocha escura usada no norte, dá-lhe um certo tom mais caloroso, mas mesmo assim as arcadas, os interiores algo sombrios e os grandes vãos típicos do gótico passam aquela impressão imponente ao sujeito apequenado diante da edificação. Era de propósito essa tamanha verticalidade na arquitetura gótica medieval.

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A catedral vista através do antigo claustro, com uma gárgula ali.
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As vias do antigo claustro de Narbonne com suas arcadas góticas, pedras que aqui estão desde o medievo.
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O interior da Catedral de São Justo e São Pastor em Narbonne, com as cores da Occitânia em evidência.
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O órgão imponente na parede ao fundo.
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Os vitrais…
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… e uma imagem de Nossa Senhora. É uma igreja bastante decorada, com a peculiaridade de ter quadros, afrescos nas paredes e também algumas tapeçarias.
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Tapeçarias seculares no interior da Catedral de Narbonne.

Você arrisca se perder aqui entre portas e vias neste complexo, e talvez custará um pouco a achar o caminho entre a catedral e o Palácio dos Arcebispos, mas não se preocupe — é parte da experiência.

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Pátio central, entre a catedral e o Palácio dos Arcebispos em Narbonne. Alguém pôs ali uma estátua meio Avatar.
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A escultura era de bronze, e se tratava de uma exposição de um grupo francês chamado In Arte Veritas.

O Palácio dos Arcebispos nos espera. É um palacete antigo que, se não se compara em tamanho nem luxo aos grandes palácios dos reis de França, tem a sua riqueza de porcelanas e quadros. Há uma das tapeçarias mais curiosas que já vi e, veja você, o grande chamariz são dois salões orientalistas de obras inspiradas na cultura mourisca do outro lado do Mediterrâneo.

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Os interiores do Palácio dos Arcebispos de Narbonne.
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Loiças, como se diria no português antigo dessa época. Elas, no seu tempo, serviam a um apotecário que aqui havia.
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Umas sopeiras curiosas, um em forma de pato e outra, de repolho. Coisas para você ter em casa.
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No mais alto andar, uma tapeçaria curiosa que mostra a criação do mundo de acordo com o dogma da Santíssima Trindade, daí você ver três figuras ali a todo tempo fazendo tudo. Note o Jardim do Éden. Criatividade do século XV, de antes do descobrimento do Brasil.

Há mais alguns retratos pintados de pessoas que você provavelmente nunca viu nem ouviu falar, e o grande impacto está mesmo nos salões orientalistas no fim do percurso.

Orientalismo, na acepção original da palavra, se refere ao gosto em que os europeus dos séculos XVIII e XIX caíram pela estética e tradições orientais várias — não necessariamente “oriental” no sentido que a palavra atualmente tem no Brasil, de referente às coisas do Leste da Ásia (China, Coreia e Japão), mas também das culturas do Oriente Próximo e do Oriente Médio.

É quando se traduzem os contos árabes e persas das Mil e Uma Noites, por exemplo, e quando a nobreza europeia começa a se interessar por porcelana chinesa e arte japonesa. A França, tendo dominado muito do Levante e do norte da África, não se furta a um certo encantamento com essas culturas.

A crítica, em tempo, viria do pensador palestino Edward Said mostrando como, por debaixo desse apreço estético, o orientalismo europeu via essas culturas tradicionais como congeladas no tempo e os ocidentais como os únicos povos iluminados, modernos, capazes de aprender, e que portanto — para evoluir — as demais civilizações precisariam ficar mais parecidas com os europeus. Daí surgiria o “fardo do homem branco” e noções diversas que buscavam justificar e dar até um caráter civilizatório ao imperialismo.

Enfim, podemos admirar a arte sem necessariamente adotar aquela cabeça que as pessoas tinham no século XIX.

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Salão orientalista no Palácio dos Arcebispos em Narbonne. A estética imita um pouco a da estupenda Catedral-Mesquita de Córdoba na Espanha, e há cada quadro mais lindo que o outro.
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Pastora cabila, quadro do pintor belga Émile Deckers. Os cabilas são uma etnia nativa berbere da atual Argélia.
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Contemplação (1883), quadro do pintor Hippolyte Lazerges, nascido aqui em Narbonne e que foi viver na Argélia, onde terminou os seus dias.

Difícil não se encantar por essas figuras. O curioso é perceber que são laços que já existiam desde tempos antigos, quando era Roma quem governava o norte da África, e o Mar Mediterrâneo era um Mare Nostrum. Não fosse a cisma entre cristãos e muçulmanos que surgiria depois, acho que os laços até hoje seriam bem mais fortes.

Voltando então a este lado de cá do Mediterrâneo, quase fui posto para fora da exposição, de tanto que me demorei contemplando os quadros. Eles iriam fechar para o almoço, na boa tradição hispânica. Curioso foi descobrir que a funcionária era uma paraense, uma simpática senhora radicada aqui. Brasil reencontrando o lado mediterrâneo de suas raízes. 

Eu aqui permaneci uns dias fazendo desta histórica Narbonne a minha base. Visitei Carcassonne e Béziers em viagens de bate-e-volta, e ainda me falta uma a relatar: Perpignan, quando fui ver o pedaço da Catalunha que fica em território francês. Revejo vocês lá.

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Narbonne, sul da França, eixo entre a Itália e a Espanha desde os tempos romanos antigo. Segue sendo.
Mairon Giovani
Cidadão do mundo e viajante independente. Gosta de cultura, risadas, e comida bem feita. Não acha que viajar sozinho seja tão assustador quanto costumam imaginar, e se joga com frequência em novos ambientes. Crê que um país deixa de ser um mero lugar no mapa a partir do momento em que você o conhece e vive experiências com as pessoas de lá.

One thought on “Narbonne na França, antiga capital da Gália romana, eixo entre a Itália e a Espanha

  1. Meu jovem, que cidade impressionante. Belíssima… Parece que entramos na Idade média ou em algum filme de capa e espada hahah
    Que maravilha de entorno, de monumentos , basílicas, catedrais, museus, restos de muralhas, vetustos portões, pisos antiquíssimos, e tantas outras maravilhas. Um primor..
    E que cidadezinha simpática, alegre, iluminada, com belas avenidas em meio aos ares vetustos, limpa, de gente simpática, com belo astral, mais parecida com a Italia e o povo do Mediterraneo. Uma graça.

    Impressionante a beleza desta Catedral.

    Que belo museu!… Curiosa essa presença moura nele. Muito boa, por sinal.
    E os sinais da presença romana. Uma maravilha.
    Uma arquitetura majestosa e bem conservada.

    Essa Occitânia é maravilhosa.

    Os tons do casario, com a cara do mediterraneo, são uma beleza à parte.Adoro esse tom areia/pêssego, que lembram a Itália e com ela, o Mediterrâneo. Lindo.

    O jovem viajante, data vênia, está soberbo.. muito bem …e parece fazer parte do contexto hahah.

    Tranquila, bela, limpa, elegante em muitas das suas esquinas, com belos balcões, floridos, ótima arborizaçao, um charme de cidadezinha.
    Temperatura parece agradável, na estratégica , bem localizada, histórica e vetusta cidadezinha

    Impressionante ver o que ainda resta da importante e famosa Via Domitia, dos romanos de Julio César e compatriotas. Histórica foto.

    Belíssimo , o Palácio do Arcebispo….

    Belas e limpas ruas, , com juventude alegre e ao que parece descolada, como se diz.
    Amei os prédios. Que belos.!…
    E o bulício doas pessoas nas praças e vias alegres. Parecem Boullevares a Céu aberto.
    Encantadora, aprazível, a cidadezinha.

    É verdade, meu amigo, Tem mesmo um jeito de ser diferente de Paris, parece mais com o Mediterrâneo, Espanha, Itália e demais.
    Interessante a manutenção desse idioma proprio, apesar da língua oficial.

    Coitada de Narbonne, ficou sem acesso ao mar..

    Lindas as ruas e o casario.
    O sorvete parece estar saboroso. Una buena cara!hahahaha.

    Que coisa curiosa, isso de funcionar de quarta a sábado hahaha

    Belíssima a fachada dessa edificação do Museu do Arcebispo.
    Interessante s presença da Bandeira da Occitânia.

    Belíssima a torre e horrível a tal escada em parafuso… Deus me livre. hahah.
    A vista la de cima é muito bonita mesmo… Adoro o gótico.. uma riqueza.

    Bonitos o Claustro e a Catedral visto por este ângulo também. Deslumbrante o interior dela. Belíssima. Uma obra prima de arquitetura e decoração. Belíssimos os tons e os vitrais. Belas tapeçarias.Uma riqueza….

    O Palácio do Arcebispo, nem se fala, belíssimo e rico. E que maravilha essa presença moura/oriental.

    A cidade é um espetáculo, surpreendente, ela toda.

    Maravilhosa escolha do viajante brasileiro.Um presente para os que acompanham suas andanças por essa Gaia maravilhosa.

    Obrigada. Amei.
    Que venham mais belezas.

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