As cerejeiras em flor são um dos grandes esplendores do Japão. Elas florescem noutras partes do mundo também, mas no Japão o clima é especial e único — acreditem.
Eu depois farei um post detalhado sobre como se planejar para vir nessa época, os detalhes a acompanhar, etc. Aqui, porém, eu quero narrar a minha primeira experiência vendo-as ao vivo, num recanto até pouco visitado por turistas estrangeiros no norte do Japão.
O Castelo Hirosaki data de 1611 e emana aquela atmosfera do Japão de outrora, sendo um dos lugares mais belos onde observar as cerejeiras. Fica no norte do país, onde os turistas estrangeiros raramente põem os pés. Também por isso é uma visita bastante tranquila — mesmo nesta época.
Tudo fica surrealmente belo. Vocês sabem que eu não sou de distribuir elogios falsos só para entrar na onda, e que critico sem pestanejar quando acho que a coisa é exagerada, mas aqui não há exagero — só se for exagero de beleza por parte da natureza, o que junto com a cultura japonesa cria um espetáculo singular na Terra.


Breve contexto: Eu na época da floração das cerejeiras e a afamada Semana Dourada (Golden Week)
Sendo a primavera uma época gloriosa — e bem cotada — para se visitar o Japão, surge de imediato a pergunta “Quando é que as cerejeiras estão em flor?“.
Depende. O Japão não é um país tão pequeno. A floração começa no sul, que esquenta primeiro, e vai gradualmente se dando rumo ao norte, mais frio. Começa por voltas da segunda metade de março e se conclui nos primeiros dias de maio.
Isso quer dizer que o “onde no Japão” e o “quando” precisam estar alinhados. É como ver a banda passar — você precisa saber onde ir para não chegar adiantado nem atrasado. O esplendor das flores de cerejeiras abertas dura coisa de uma semana, então não se pode chegar cedo nem tarde demais ao lugar.
Eu havia cogitado vê-las nas cidades principais (como quase todo mundo faz), mas meu calendário não permitia, e ademais eu queria conhecer outras regiões do Japão, que eu não havia visitado na vinda anterior aqui.
Foi aí que eu peguei um Ita ao norte no aeroporto de Itami, Osaka, e vim a Aomori passear.

Eu havia chegado em Osaka na tardinha anterior, como lhes relatei, só que ali a banda das cerejeiras já havia passado — as árvores já estavam verdes e o tempo, um tanto já querendo se aproximar do verão.
Como é tão característico do Japão, havia aquela umidade com aroma de arroz cozido no ar, como que a sair pelos escapamentos das muitas cozinhas e dar fragrância asiática às ruas. Homens de paletó nas bicicletas a circular diante de máquinas automáticas de venda de bebidas, e a paz com música zen a reinar no saguão de café da manhã do hotel.
Os cafés da manhã japoneses de hotel depois receberão maiores comentários da minha parte, mas por ora vale observar que são uma refeição — com arroz, acompanhamentos temperados, sopa, e as ocasionais peças de patisseria francesa, pois se você não sabe, hora de saber que o Japão ama a França de um jeito que não ama mais ninguém.


Há uma certa loucura de as bicicletas andarem muitas vezes mescladas na calçada no Japão, não em ciclovias, o que gera certa adrenalina (sobretudo quando passa um estrangeiro, digamos, menos cuidadoso que os japoneses ao pedalar), mas via de regra as ruas japonesas fazem eu me sentir num cenário de video game infantil, de tão plácidas.
Que as propagandas asiáticas sejam caracteristicamente cartunescas, mega coloridas, e sem aquele decoro de seriedade habitual do Ocidente, faz ainda mais que você se sinta fora da realidade. É, pois, uma realidade outra.
Foi naquela manhã que eu então deixei o hotel e me dirigi a poucas quadras dele à parada do limousine bus que leva ao Aeroporto de Itami, o Congonhas de Osaka (enquanto que Kansai, fora da cidade, é o GRU deles, mais útil para voos internacionais). Deixo registrado, todavia, que Itami é bem mais arrumadinho que o seu correspondente paulista, que as más línguas chamam de a “aeroviária” de São Paulo.
A propósito, este seria o meu voo inaugural com a Japan Airlines (JAL), que obviamente aprovei. Naquela toada de o Japão ser uma mistura do novo com o antigo, eu inclusive achei curioso como eles avisam o horário de embarque com um painel de papel em que eles mexem com a mão. (Já os avisos no sistema de som para voos domésticos eram apenas em japonês, mas qualquer pessoa minimamente atenta consegue acompanhar o que está acontecendo.)

Eu acho que ficou claro a todo mundo que eu rumava para o norte atrás das cerejeiras. Era onde a banda estava. De quebra, eu conheceria este rincão no norte japonês tão pouco acessado por estrangeiros.
Só que a floração das cerejeiras cá no norte do Japão costuma coincidir com um outro “evento” no país, que é a chamada Semana Dourada (Golden Week). É quando há uma série de feriados e os mui trabalhadores japoneses finalmente conseguem ter uma folga. Sendo assim, viajam pelo país, e a lenda diz que tudo fica lotado, e por isso sites de viagem repetem em tom de alerta vermelho que nunca se ouse vir ao Japão nessa época.
Pois bem, eu ousei. Não vou negar certo frisson na expectativa que fiquei, só que a montanha pariu um rato (parturiunt montes, nascetur ridiculus mus, diria Horácio). Eu estou até hoje procurando as hordas de viajantes japoneses sobre as quais me alertaram os sites de viagem — de gente que provavelmente nunca veio ao Japão nessa época e estava só repetindo o que ouviu dizer.
Moral da história: não temam o bicho-papão da Golden Week. É uma época linda aqui no norte japonês, como lhes mostrarei. Desembarquemos em Aomori, a última cidade de porte da ilha principal do Japão.



Bem-vindos a Aomori, norte do Japão

Bem-vindos à Prefeitura de Aomori, a última — mais ao norte — da ilha principal do Japão (Honshu). Para além daqui, só a ilha de Hokkaido, que visitaremos em seguida.
Não estranhe demais o uso da palavra “prefeitura”. Ela foi trazida pelos portugueses no século XVI, eles os primeiros europeus a trazer cultura ocidental ao japoneses.
Só que aqui seu significado é um tanto diferente, e quer dizer mais algo que (no Brasil) chamaríamos de macrorregião. Cada prefeitura abarca várias cidades. Há mais de 40 delas no país, que chamam de ken em japonês, mas que de fato traduzem por prefecture no inglês.
Aomori, centrada na cidade homônima, significa “floresta verde”, ainda que literalmente diga “floresta azul”.
Você aí encontra as teorias bonitas de que é devido ao mar etc., quando a verdade simplesmente é que, historicamente, os japoneses usavam a mesma palavra (Ao) para verde e azul. Maçã verde, por exemplo, é Aoringo, o que seria maçã azul se levada ao pé da letra.
Os japoneses (via de regra) não são daltônicos. Eles enxergavam que a mata de Aomori era verde, mata essa que ainda existe em certa medida e que me lembrou muito a paisagem siberiana e do leste da Rússia, com pinheiros e capim no relevo ondulante, sem lá muita coisa.




Era quase possível imaginar aqueles atores japoneses da minha infância a circular por esses ambientes — sobretudo quando passava um táxi antigo na rua, alguns certamente mais velhos que eu.
Até as roupas das pessoas me pareceram ter mudado muito pouco. As japonesas continuam a usar muito aquele chapeuzinho de pano à là Seu Madruga, além de uns casacões de detetive das antigas iguaizinhos aos de Hakushin, um adivinho charlatão que às vezes se metia em apuros e dava trabalho a Jiraya.


Do Aeroporto de Aomori, há dois ônibus úteis que você pode tomar logo à saída — não há como se perder. O primeiro leva direto à cidade de Hirosaki, uma viagem de 40 minutos atravessando 30 Km de estrada. Foi aonde seguiu a maioria dos que desembarcaram.
Eu, entretanto, optei pelo segundo: o que leva até o centro de Aomori. Preferi ficar hospedado lá, deixar a bagagem no hotel, e fazer um bate-e-volta descarregado e de trem até Hirosaki. Até mesmo porque no dia seguinte a minha partida seria de Aomori.
Sem tempo para almoçar — e com um baita de um jet lag pela diferença de fuso horário — neste meado de tarde, contentei-me em comprar uns daqueles bolinhos recheados de arroz e levar para comer no caminho. Em Hirosaki, sim, o espetáculo das cerejeiras me aguardava.

O que eu fiquei chocado mesmo foi com a quantidade absurda de pessoas devido à Golden Week. Bem que me avisaram.


Eu estou até hoje procurando o fantasma da Golden Week, sobre a qual fazem um escarcéu imenso. O trem para Hirosaki no qual eu havia reservado um assento parecia até que eu havia reservado o vagão inteiro só pra mim, de tão vazio que ele ia.
Dava até para sentir solidão ao que eu desembrulhava os meus bolinhos de arroz.



Visitando Hirosaki e seu castelo no tempo das cerejeiras
Hirosaki e seu castelo envolto por cerejeiras eram a razão da minha vinda aqui, claramente. Não que não haja visitas noutras épocas do ano — Aomori realiza todo começo de agosto o Festival Nebuta, por exemplo, com luzes e figuras desenhadas da mitologia japonesa, e há também festividades relacionadas à colheita da maçã na região —, mas eu fiquei com minhas sérias dúvidas se teria achado esta região norte do Japão lá muito interessante se não houvesse nada especial ocorrendo.
Hirosaki, como Aomori, se revelaria uma cidade bastante normal com suas ruas, residências e lojas, sem nada muito digno de nota afora o pequeno castelo. A floração foi que deu o tempero da coisa toda.
Os japoneses são muito de festinhas de época (o que acho sempre um sinal da riqueza cultural de um povo), e eles entram mesmo no espírito, portanto havia referências a este tempo da floração das cerejeiras por toda parte ao que desembarcamos na estação ferroviária da cidade.



O Castelo Hirosaki fica dentro do Parque Hirosaki, que fica a uns 30 minutos a pé desde a estação. Entretanto, existe um ônibus que o leva lá por meros ¥100. Isso dá menos de um dólar. Você paga exclusivamente em dinheiro ao motorista (na saída), e ele em tese não dá troco. (Digo “em tese” porque às vezes ele tem o troco em mãos e dá, mas não é obrigado a fazê-lo.)
Você não será o único chegado aqui com destino ao parque e ao castelo, então vai estar óbvio onde é a parada do ônibus do lado de fora da estação. Ademais, o Japão tem uma cultura também muito forte de voluntarismo, então não é raro que haja pessoas ali que falam algum inglês e prontas para orientá-lo. Foi o que ocorreu comigo, portanto todos a bordo. (Eles indicam onde você deve descer, mas ter um aplicativo de mapas com o GPS ligado ajuda a se orientar).


O motorista, de luva fina e chapéu branco como um personagem daqueles de filme infantil em que o protagonista é um cachorro ou coisa assim, era o motorista de ônibus mais cerimonioso que eu já vi. Atento, ele olhava para trás cada vez que algum passageiro entrava, e o esperava se sentar antes de arrancar o ônibus. Igualzinho no Brasil.
Era à tardinha quando finalmente descemos próximo a uma das entradas do Parque Hirosaki. Eu havia lido que o parque, o castelo e as cerejeiras ficam iluminados à noite nesta época, então confirmo que vale a pena você vir no fim do dia e ficar para aguardar o anoitecer, quando tudo muda de figura. São duas belezas distintas.
Adentrei, atravessando daqueles enormes portões de madeira e pontes vermelhas que me davam a certeza de estar no leste da Ásia. Aqui neste extremo norte do Japão, de colonização tardia por parte dos próprios japoneses, você não vê muito do xintoísmo nem do budismo como talvez esteja acostumado a ver nas partes mais a sul, mas há ainda assim uma mistura de cultura japonesa e natureza a esta altura.




Ao que eu adentrava, o espírito meio que se alinha por automático àquela atmosfera zen que a estética oriental evoca. Meus olhos fitavam a vegetação de pinheiros sempre-verdes em busca das árvores cor-de-rosa, que de repente surgiram no campo. Algumas pessoas por ali circulavam, umas jovens a se sentarem debaixo desta ou daquela.





Você prossegue, ansioso para vislumbrar o castelo no meio do parque, ao mesmo tempo em que se divide entre os olhos e o que quer que você use para tirar fotos. Elas são, evidentemente, de uma fotogenia imensa, mas tire um momento para estar “ao vivo” com as cerejeiras e percebê-las de perto.


O Castelo Hirosaki em meio às cerejeiras
O Castelo Hirosaki originalmente foi feito em 1611, tempo dito feudal no Japão. Para ser mais específico, estávamos no começo do Período Edo, quando o Japão foi governado por um líder militar (o xogum) teoricamente em nome do imperador, o qual na tradição japonesa é considerado uma figura quase divina e, portanto, acima do bem e do mal.
Esse foi o tempo em que os estrangeiros foram praticamente todos expulsos — após intensas e persistentes tentativas de conversão ao cristianismo por parte dos portugueses, o que chateou deveras as autoridades japonesas. Foi quando o Japão se fechou ao Ocidente, exceto por uma limitada presença holandesa no porto de Nagasaki, lá no sul.
Nessa época, este norte do país era considerado um arrabalde praticamente fora da civilização. Historicamente, esta metade norte do país havia sido habitada e controlada por outros grupos étnicos que não os japoneses como os conhecemos. Havia os Emishi aqui no norte da ilha de Honshu e os Ainu na ilha de Hokkaido, mais ao norte. Com o tempo, foram sendo assimilados, ainda que haja remanescentes dos Ainu no extremo norte japonês e em território russo.
A construção deste castelo foi então uma forma de consolidar a presença do xogunato nesta periferia do território, com os Tsugaru representando em tese a autoridade da família Tokugawa, que como xoguns governaram o Japão de 1603 até 1868. Embora Quioto se mantivesse a capital e morada do imperador, os Tokugawa apitavam desde Edo (antigo nome da atual Tóquio), daí a alcunha do período.

O sol já queria gradualmente se pôr ao que chegamos ao castelo, o que também criou um espetáculo à parte, pois daqui se tem linda vista para as montanhas a oeste. Se esse céu um tanto diáfano cobria os montes, deixando visíveis apenas os seus contornos, por outro criava uma visão quase etérea — como se as cerejeiras em flor não bastassem.
Para entrar neste núcleo do Parque Hirosaki, é preciso pagar uma tarifa, mas ela é pequena e vale a pena. Você pode tanto adquirir o ingresso simples por ¥360 (menos de USD 3) quanto um combo de ¥520 que inclui outras atrações na cidade, como o jardim botânico.

Meu lado mais frugal, de início, até cogitou não entrar nessa parte paga e ficar só curtindo as cerejeiras na área gratuita, mas que erro teria sido. As coisas ficam ainda mais belas aqui neste centro do parque — e, francamente, seria um tanto tanso se despencar aqui até o Japão e deixar de ver coisa por meros dois dólares.



É possível entrar no Castelo Hirosaki (salvo engano até as 18h neste período da floração), exceto quando ele fecha para o inverno entre novembro e março. Entretanto, estes castelos japoneses se prestam mais a um papel cênico e visual. Não são enormes como os castelos europeus, onde você passa horas circulando e até se perde. Eles aqui no Japão tinham mais uma função de depósito de armas e servir de fortaleza em caso de um conflito.
Por dentro, Hirosaki é bastante simples. De hábito há bastantes escadas íngremes, com vários andares e estrutura de madeira. Hoje em dia eles exibem algumas fotos do lugar e contam um pouco da sua história, ele que foi destruído por um raio e posteriormente reerguido no mesmo estilo antigo em 1810 — esta estrutura que vós tendes diante dos vossos olhos e na qual entrei.
O mais belo lá dentro é mesmo a vista para o entorno.




Como eu disse, vale a pena vir cá no fim do dia e aguardar o anoitecer, quando luzes se acendem e tudo muda um pouco de tom.




Dá vontade de você se esquecer da vida e ficar ali, embora eu tivesse ainda uma jornada de trem de retorno a Aomori ainda esta noite. Precisava ainda também achar um ônibus que voltasse à estação de Hirosaki — mas quem estava preocupado com isso?
Quem mexe com você é o estômago, quando bate uma certa fome. Por sorte, há daquelas ubíquas máquinas automáticas de bebidas por toda parte, mesmo aqui em plena vegetação do parque. (Você, se como eu assistiu a Cybercop e ficava intrigado que eles podiam chamar as armas de qualquer lugar da cidade, saiba que a sensação é semelhante. Só que aqui você obtém uma garrafinha de chá ou café).



Deixo vocês com uma foto final do Castelo Hirosaki iluminado e sob as flores de cerejeira.
Consegui sair do parque ali após as barracas, e cogitei até tomar um táxi de volta à estação, mas não havia nenhum disponível — o último saiu com passageiros ainda à minha vista — e resolvi que iria a pé mesmo. No caminho, passou um ônibus que tomei para acelerar o processo.
O retorno de trem a Aomori — sem qualquer reserva de assento — foi pura seda. Eu estou até hoje procurando as hordas de viajantes da Semana Dourada.
Ou pelo visto Hirosaki é um recanto que continua secreto ou pouco visitado mesmo entre os japoneses.






Gente, que maravilha!…. Parece um sonho!….Ou quem sabe você dorme e desperta em um mundo encantado… Um verdadeiro mergulho no tempo e no espaço!…
O clima bucólico, a imensa cascata de cores que se apresenta sob os raios dourados do sol, com as miríades de flores róseas, diante do esplendoroso céu azul e sob o lindo tapete verdejante da relva e vegetações outras, torna a paisagem fantástica, surreal. uma riqueza!…
Que espetáculo grandioso nos dá a visão desse lindo castelo, cercado de formosas cerejeiras em flor… Espetacular!…
Parece que, de repente, do Céu há uma chuva cor de rosa de delicadas florezinhas que cai sobre a terra!…
Que Primavera magnífica e exuberante!…. Imperdível!… De impressionante beleza…
Difícil descrever a emoção e o encantamento diante de tanta beleza dessa Natureza em flor…
hahahaha cheiro de arroz cozido haha Jesus… como será???
Que maravilha, deve ser café com música zen… tudo de bom… Adoro arroz, com caldo quente… e coisas salgadas pela manha.
Acho que apreciaria…
Curioso esse amor deles pela França… Não o sabia… mas concordo hahaha … Moi aussi… J’ aime la France hahahaha
Ihhhh… que rico, poder voar em uma aeronave da Embrater… Muito bom… Que beleza, heim , jovem viajante brasileiro…
Enorme Osaka… as calçadas largas, limpas… Impressionantes… assim como as estações e tudo que a vista alcança… Que ordem, organização e disciplina… Dá prazer ver e certamente viver em um lugar desses.
Curiosos os detalhes do Aeroporto.
Hahaha …. adorei a citação de Horácio hahah em alusão à ausência das cantadas hordas de viajantes nos transportes e nas ruas, durante a semana dourada… Ainda bem…
Interessante, isso da Prefeitura Regional…
Lindas a verde mata e as florezinhas no canteiro Central.. E que amplidão…
Ótimas lembranças… Jiraya… Gostava muito…
Engraçados mesmo os chapéus de seu Madruga hhahah
Trem arrumadinho… Lindinha a chegada… Uma graça a decoração…
hahaha É verdade… Iguais aos motoristas de transporte público brasileiro… hahaha Acho até que vieram do lado de cá para se inspirar, Jesus…
Uauuu… Que paisagem… Que maravilha… Novamente a visão magnífica dessa cascata rosada caindo sobre a verde relva… lembrando as cores maravilhosas da soberba Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira… uma preciosidade… Um espetáculo para os olhos e o coração, embevecido com tanta beleza.
Avemaria… É lindo demais… É a visão do paraíso.. Que harmonia… Que beleza…que paz…Convida à elevação e à prece…
Parece que o Céu se transporta e se dilui em chuva de flores abençoando a Terra… Belíssima…
O viajante brasileiro parece que descobriu a entrada do Paraíso … Que lindas as pontezinhas vermelhas sobre as águas calmas…
Que espetáculo!… Que Parque maravilhoso!… Belíssiimo, majestoso, encantador, mágico… Um verdadeiro Portal Espiritual!…
Interessante a História
Lindo o Castelo… Belissimo, envolto pelas cerejeiras em flor e sob a luz diáfana do sol poente. Uma preciosidade para a alma..
Parece do outro mundo, mais feliz, rico de Paz, de sossego, onde a Natureza reina sobranceira, e habitado por fadas e gnomos, como em um Conto de Fadas.
Mais belo ainda ao acender das primeiras luzes, mostrando todo o esplendor desse lugar singular e encantado…
Nesse clima, o viajante aparece iluminado, quase etéreo … suspenso.. nessa atmosfera magnifica e surreal… Maravilhoso… Lindo˜…
Parabéns , meu amigo viajante brasileiro, pela belíssima postagem e obrigada por nos revelar tanta beleza…
Paz e Bem.
Amei.
Que venham mais belezas dessa terra encantada onde nasce o Sol.
Valeu.