Bem-vindos a Sapporo, a capital de Hokkaido, região que é a ilha japonesa mais ao norte de todas. Uma cidade de que todo nipófilo — ou fã do Japão — já ouviu falar, mas raramente visitada por turistas estrangeiros.
Aqui neva (bastante) no inverno, faz frio na primavera, e há quase um clima de montanha — misturado com tons do meio-oeste norte-americano, aquelas cidades de prédios altos e ruas amplas.
Com um pouco de imaginação, Sapporo lembra até uma Toronto japonesa. Imaginação afora, é mesmo que estas cidades do norte japonês todas são relativamente recentes, predominantemente do século XX e, portanto, já muito influenciadas pelo urbanismo à là o Tio Sam.
Eu vim na primavera, pegar o último dos lugares a experimentar a floração das cerejeiras no Japão. Quando já é praticamente verão lá no sul em Hiroshima e Nagasaki, aqui as flores estão ainda começando a abrir.



O que você foi fazer aí?
Duas coisas. Primeiro, conhecer Sapporo, da qual eu tanto já havia ouvido falar. Descobrir o que é que a baiana tem. Vir pessoalmente a estes lugares mais recônditos do Japão, fora do eixo turístico típico.
Segundo, ver o que eu ainda podia ver de cerejeiras em flor, após o esplendor visto em Hirosaki e Hakodate. Esta época é um pouco como o Natal: há aquela atmosfera mágica diferenciada no ar, e você fica querendo circular por aí, ver dela aqui e também ali. Estar, e estar com as flores — ao menos eu que sou libriano e gosto de estar onde as coisas estão.
Como de hábito, você também acompanha o seguimento da minha viagem pelo Japão e minhas descobertas. Há coisas de que, após os primeiros dias no país, você vai se dando conta.

Trem até Sapporo: Hokkaido adentro
Como vocês verão no mapa abaixo, Sapporo fica deveras para o norte em Hokkaido. Eu vinha da cidade de Hakodate, na ponta sul da ilha. É um trecho que, como em quase qualquer outro lugar do Japão, se faz de trem, só que este um arrabalde onde o trem-bala (Shinkansen) ainda não chegou. A previsão é que o faça em 2030 — pra você aí que acha que o Japão é um país já terminado, que já tem tudo.
Em verdade, o Japão é muito bom em ampliar tecnologias que já domina. Quanto a inovar, aí são outros 500, mas disso nós trataremos logo mais.
Hokkaido é um lugar menos transformado, se diria; onde há das coisas que há por todo lugar no Japão (exceto pelo trem-bala), mas que ainda conserva bem a natureza, as suas paisagens rurais e com um certo ar retirado a quem observa as montanhas ao longe e o mar. É aonde os japoneses vêm quando querem “se afastar da civilização” sem ter que deixar o Japão para isso.



Ainda sob a impressão do alarde que a internet faz acerca de se viajar no Japão durante a chamada Semana Dourada (Golden Week), quando há uma conjunção de feriados no país e que os analistas de plantão dizem ser pior que viajar numa sexta-feira 13 de agosto, prenunciando loucura nas estações, passagens esgotadas e outras hecatombes ao estrangeiro desavisado, eu fiquei surpreso de ver meu trem literalmente vazio.
Que houvesse pouquíssimos ocidentais viajando nestes arrabaldes do Japão eu já esperava; mas que nem houvesse japoneses disputando espaço comigo apesar das belezas desta região, isso sim me surpreendeu.
Tanto melhor, combateremos à sombra.


Chegando, e sendo recebido pelo Café Doutor
Foi aqui que se constituiria um hábito sacro nesta minha viagem pelo Japão: o café do meio-dia. Sempre que possível, no Café Doutor, cujo nome não é casualidade: foi mesmo inspirado no Brasil.
Ao viajar para fusos horários diferentes, não é só o sono que fica atrapalhado: também a fome fica confusa, aparecendo às vezes nas horas mais impróprias. Eu acabaria, na maioria das vezes, tomando esse cafezinho com doce no final da manhã e almoçando às 3h da tarde. Perdão aos que forem mais ortodoxos nos hábitos alimentares.
A quem não sabe, esta não é minha primeira viagem ao Japão. Eu percorri este país por semanas há uma década atrás e postei bastante a respeito. Inevitavelmente, os olhos sempre buscam ver o que é que mudou — e o que não mudou. Uma das mudanças, a meu ver, é exatamente a presença bem maior de cafeterias à moda ocidental, ainda que com certo toque japonês.
O Café Doutor provavelmente é a rede dominante no Japão atualmente, dessas tantas que cresceram ao longo da década de 2010 seguindo os moldes do Starbucks mundo afora.
A origem do nome vem da vivência do seu fundador Hiromichi Toriba em São Paulo nos anos 1960, onde na juventude ele sempre passava pela rua Dr Pinto Ferraz. Pegou o nome. Da França ele pegou o espírito dos quitutes que vende, ainda que “ajaponesados”, et voilà! Foi das coisas que mudaram no Japão. Não vi nem de longe tantos assim em 2013.


Sapporo afora: Conhecendo a cidade
Sapporo não é lá uma cidade muito turística. Ela se fundou apenas em 1868, ainda assim como um vilarejo bastante simples. O novo império japonês que surgia — e que logo se meteria em querelas contra os russos aqui ao lado — desejava uma cidade mais defensável que a costeira Hakodate aqui em Hokkaido, e foi assim que Sapporo surgiu.
Fruto desse período de reabertura japonesa ao mundo, a cidade carrega uma influência ocidental bem maior que o restante do Japão. Por exemplo, Sapporo é famosa no país pela sua cerveja. Como já observei, ela foi erigida nos moldes das cidades norte-americanas, e conta até com as galerias subterrâneas para o inverno que se encontram também nas metrópoles canadenses. E os prédios históricos quase todos foram emulados do que estava em voga nos Estados Unidos à época.

Esta foto acima é da internet, pois quando vim este ano o prédio estava em reforma. Puseram um lindo tapume com a foto do edifício para japonês ver.


Eu saí do hotel pelas ruas frias de Sapporo que ventavam, até descobrir que metade do caminho de lá até a estação podia ser feito por galerias subterrâneas, no subsolo dos prédios que se conectam. Acho que rivaliza com a afamada rede de túneis do Hamas, só que aqui lembrando um shopping. Foi por aqui que, na “rua” das comidas, nós acharíamos depois uma bodega onde comer.
Bem arborizada, Sapporo já testemunhava o surgimento das flores, ainda que nem todas as suas árvores já tivessem recuperado as folhas. Não faltam praças nem pequenos parques pela cidade, o principal deles o Parque Odori (Odori Park), que na realidade é menos um parque e mais uma avenida larga com um canteiro bem grande no meio.
Por toda parte, viam-se flores e as fotogênicas tulipas em múltiplas cores.


Foi por ali que eu acabei almoçando, numa dessas bodeguinhas japonesas meio apertadas (para a quantidade de gente) e com certo jeito de bar-lanchonete.






Gradualmente, fomos nos aproximando do Parque Odori, no coração da cidade. Como lhes disse, na realidade ele é menos um parque e mais uma longa avenida com um canteiro florido no meio.
Odori quer dizer “rua larga”, e é mesmo isso.





Os parques propriamente ditos ficam nos arredores da cidade — e são onde se concentram as cerejeiras em flor.
Para chegar lá, caminhar é possível, mas muito melhor é tomar o metrô, que em Sapporo até funciona direitinho, embora suas estações não sejam muito próximas umas das outras e a tecnologia do metrô se pareça com uma volta a um futuro passado.
Oi? É que o Japão nos anos 80, quando teve um boom econômico e cultural, e se dizia que iria até suplantar os Estados Unidos como primeira economia, inventou muita coisa que à época nos pareciam futuristas.
Ou seja, o Japão criou muita daquela estética da ficção que habitou (ou ainda habita) o nosso imaginário de como seria o futuro. Só que isso também envelheceu, e em muita coisa o Japão parece que parou no tempo, congelado naquela tecnologia que me passa ares dos anos 90.


Chegou a hora de, enfim, descer numa das estações de metrô aqui e comprar passagem até o Parque Maruyama (este, sim, realmente um parque), dos melhores lugares da cidade onde ver a floração das cerejeiras.
Minha experiência com o metrô de Sapporo foi nostálgica, e evocou aquilo que falei sobre um futurismo do passado.


Vendo cerejeiras no Parque Maruyama em Sapporo, Japão
O Parque Maruyama — assim nomeado em homenagem ao seu homônimo mais antigo em Quioto — é dos maiores que há em Sapporo e o principal lugar de contemplação das cerejeiras em flor na cidade. Ali também se encontra o xintoísta Santuário de Hokkaido (Hokkaido Jingu), talvez o mais importante daqui. (Só se deve ficar atento que ele fecha já às 17h).
Há uma estação de metrô bem pertinho (Maruyama-Koen), e não havia assim tanta gente quando desembarcamos. Como quase sempre na Ásia, há pessoas, mas tanto o parque quanto as ruas são amplos. Você em poucos minutos deixa o calçamento e passa a estar sob as copas das árvores em Maruyama.
Aqui, não é uma explosão de tudo rosa como foi em Hakodate. Havia bastantes árvores outras, com ou sem folhas. As coníferas, sobretudo, se faziam bastante presentes, onde corvos enormes grasnavam sob um céu que já se encaminhava para escurecer. Era uma atmosfera ainda quase invernal em Sapporo, embora já estivéssemos quase na metade da primavera.



O Santuário Hokkaido (Hokkaido Jingu) é provavelmente o mais importante daqui. Ele data de 1871, após o Imperador Meiji ordenar sua construção como parte do esforço de colonização de Hokkaido. Como eu lhes disse no post anterior, esta ilha era até o século XVIII predominantemente ocupada pelos Ainu, nativos diferentes dos japoneses (mas que hoje já estão, em grande medida, assimilados).
O xintoísmo, que é o animismo tradicional japonês, reverencia espíritos das forças da natureza (um tanto como fazem as religiões indígenas ou de matriz africana) e também o faz com personagens históricos ou mitológicos, assim como com os próprios imperadores, considerados deidades. Então se entronizam altares a essas entidades, e o próprio Imperador Meiji seria entronizado aqui depois, como um lugar sacro de reverência à sua alma.
Eu cheguei a tratar em detalhes do xintoísmo quando primeiro vim a um templo no Japão, na viagem anterior. (Os japoneses têm distintos termos para estes espaços sagrados. No inglês, convencionou-se usar temple para os budistas e shrine para os xintoístas. Você encontra de ambos em quase todas as cidades japonesas. Há também bastante sincretismo entre o xintoísmo e o budismo no Japão.)
Seja lá qual for a sua crença (se alguma), estes tipicamente são espaços calmos e de muita paz — sobretudo quando estão assim cercados de natureza. Alguns, como o Todai-Ji em Tóquio, se tornaram excessivamente turísticos e já têm outra atmosfera, mas este cá de Hokkaido ainda conservava bem o seu ar ainda que houvesse várias pessoas visitando.




Dei uma circulada por ali, respirei daquela boa energia, e não me demorei a retornar às flores. Era preciso vê-las ainda com luz do dia, afinal. As barraquinhas viriam em seguida.





Das flores aos frutos
Com o gradual cair da tarde, retornamos à artéria central do caminho que separa o Santuário de Hokkaido e a entrada do parque. Como de costume nestes lugares, estávamos margeados por barraquinhas de comidas de ambos os lados.
Aquele seu amigo que acha que japonês só come peixe cru com arroz não sabe de nada, inocente. Os japoneses adoram churrasquinhos grelhados, cujas fumaças incensavam este outro menos-sacro ambiente.
Havia espetinhos e moluscos crus para serem postos ali na grelha em tempo real, bolinhos diversos de conteúdo duvidoso, doces coloridos de artificialidade certa, e — no meio de todo aquele exotismo — milho verde assado.


Como assim, Mairon? Eu explico.
Um biscoito poderia vir solto, mas aqui precisa de uma embalagem plástica com outra de papel no entorno e assim vai. Você gera um lixo bruto, que além disso depois fica empatado na sua mão porque os japoneses têm medo de lixeira em espaços públicos.
Oi? É a única aporrinhação, a “oniausência” de lixeiras na maioria dos espaços públicos, inclusive aos assentos nos trens. Praticamente não há, e você às vezes têm que carregar aquilo consigo até chegar de volta ao hotel.
Os estrangeiros sempre usam isso para fazer aquela eulogia furada sobre como os japoneses são seres superiores. Os japoneses são mesmo muito educados, sua cultura tem muitas coisas belas e hábitos notáveis, mas não exageremos.
Isso aí se deve a um atentado terrorista que houve em Tóquio usando gás venenoso em 1995, o que fez com que o governo japonês praticamente erradicasse as lixeiras dos espaços públicos. A curiosa exceção, você verá, são as áreas de embarque nos aeroportos — pois ali você já passou pela segurança.
Foi engraçado que certa vez eu perguntei a uma amiga japonesa sobre esse negócio de não haver lixeiras, sugerindo isso ser fruto dos hábitos superiores dos japoneses, e ela me olhou como se eu fosse retardado só de cogitar tal coisa. “Óbvio que a gente também preferiria que tivesse lixeiras”. E me explicou.
De lá para cá, assim como há 20 anos os países ocidentais seguem nessa nóia de não deixar embarcar com líquidos no avião porque certa vez alguém tentou algo, os japoneses seguem sem lixeiras.

Comi do milho, que não estava nem um pouco mau, afinal. Fiquei por ali mesmo e consegui devolver a embalagem desnecessária — e agora suja de óleo — ao próprio vendedor, que a recolheu de bom grado.
Experimentei também um bolinho aleatório, antes de sair do parque e — antes mesmo de tomar o metrô de volta ao hotel — me sentar para fazer uma refeição propriamente dita.


Aviso aos navegantes que as opções com carne aqui no Japão, via de regra, são muito “à vera”. Isto é, não espere aquela coisa ocidental de carnes magras, só o filé, etc. Aqui, como no restante da Ásia, eles metem com gordura mesmo. Eu veria uma brasileira aqui no Japão que ficou estupefata que os chicken nuggets vêm com pele de galinha dentro e tal.
Numa sopa dessas vêm de tudo, que é quando o vegetarianismo realmente se revela ser um bálsamo. Mergulhei nas minhas opções plenty of vegetables (“um bocado de verduras”) que havia no cardápio, com molhos que recebiam nomes pitorescos como “mandala de tomate”, “comida medicinal ayurvédica” e “3,8 bilhões de anos de vento” (?).


Eu ia concluindo minha estadia neste norte do Japão, preparando-me para tomar um voo amanhã rumo a Fukuoka lá no sul — nas vizinhanças da histórica cidade de Nagasaki.
Francamente, eu achei maravilhoso vir a este norte do Japão na época das cerejeiras. Não só pela evidente beleza dessas flores e magia desta época, mas também porque são lugares do Japão menos estonteantes e de menor apelo turístico. São cidades mais “normais”, por assim dizer. Não podendo vir nesta época da primavera, eu imagino que o outono com a coloração das folhas deva ser também lindo.
Agora, eu passaria de pato a ganso. Deixava para trás este Japão quieto e ainda algo frio destes arrabaldes e passaria ao Japão mais histórico e densamente povoado. Eu ainda me manteria fora dos circuitos turísticos habituais, todavia, pois Nagasaki e Fukuoka pouco figuram nos roteiros típicos dos ocidentais. Terei prazer em lhes mostrá-las. Nos reencontramos lá.





Excelente. Thank you
Que bela cidade!… Charmosa, de avenidas limpas, amplas , lindamente floridas, cheia de calçadões , bem arborizadas, de aprazíveis pracinhas onde se pode sentar para contemplar seus atrativos públicos, como a fonte que aparece em uma das fotos… Cosmopolita. Cheia de belíssimas tulipas, que fascinam quem por elas passa… Feita para as pessoas desfrutarem da cidade… Uma graça…. Encantada.
E lamentando não termos, do lado de cá, em particular no Brasil essa cultura de cidades bem organizadas limpas, bem cuidadas, voltadas para o bem estar das pessoas como ai. Lamentável.
Dá prazer habitar numa cidade dessas.
Qualidade de vida é o que parece haver no Japão. Pelo menos em relação às cidades.
Mesmo com o urbanismo a la tio sam como salienta o viajante, eles conseguiram a proeza de imprimir a qualidade de vida japonesa e parte do seu estilo de ver o urbano, o citadino… Muito bom. Destaque para a graça das tulipas , a pracinha com a fonte, e a beleza do conjunto.
O viajante se encontra iluminado pela beleza do ambiente. Bela imagem…
Pelo visto ótima a temperatura da região…
Encantada com essas viagens de trem… Adoro trens , Era muito comum na minha infância . Facilmente se encontrava trem que fazia linha regular para varias cidades tanto de passageiros quanto de mercadorias. Eram ótimos.
Infelizmente as rodovias, tidas como símbolo do progresso (????) com seus automóveis e caminhões, dominaram e dominam o transporte terrestre, decretando o fim das ferrovias , assim como o abandono de outros meios como os aquáticos, (navios /vapores) com todos os problemas acarretados por essa escolha de transporte , que hoje enfrentamos sobretudo aqui na America Latina. Uma calamidade.
Que essa realidade japonesa, ao ser conhecida e apreciada possa, quem sabe, influenciar na tomada de decisões do lado de cá , na reversão dessa nossa realidade desagradável, onerosa, conturbada, poluidora do ambiente etc e tal, e que as ferrovias sejam ser novamente incrementadas, pelo menos aqui no Brasil para melhoria geral do ambiente, dos deslocamentos e valorização de espaços e locais outros, particularmente turísticos.. É o que penso.
E que ótima mistura de tradição, natureza, clima bom e modernidade, mesmo esta última precisando melhorar…
Estação arrumadinha. Destaque para a limpeza. Incrivel.
E que disparate essa informação nada a ver sobre a época e a alta frequencia das pessoas a viajar… Pura fake news. hahahah ,,, Ainda bem.
O viajante brasileiro, amante do café matutino, com fuso horário trocado, hahahah ô coitado…haha só poderia dar nisso : hahah o café do meio dia. haha e o almoço das 3.
Conciliar os novos horário com a fome haha deve ser sido uma loucura hahah
Ainda bem que as cafeterias, pelo visto apareceram e melhoraram…
Café do Doutor… ora ora… Que bom e inspirador… do Brasil…O lugar parece arrumadinho.
Gostei do casamento do café com quitutes franceses. Certeza de bons lanches.
E achei curiosa a adaptação a hábitos e gostos japoneses, como essa torta de abóbora que está com ótima cara haha.
Interessante a história…
Que ótimas essas galerias subterrâneas. Bonitas, oportunas e úteis. Com até rua de comida… ora ora.. pelo visto, um achado…
Achei engraçada a comparação com os tuneis do Hamas haha
Cara ótima do viajante comilão hahah
Bom apetite… haha
Lindas essas belas construções de tijolinhos tanto a verde quanto a de tijolinhos vermelhos em estilo norte-americano. E que belo Relógio…Muito elegante…Estiloso…
E haja flores, haja belas tulipas, haja cerejeiras em flor. A cidade parece um jardim encantado e florido… Mágico..
Para todos os lados há flores, cada uma mais bela que outra, e em profusão… Impressionante.
Parque, avenida ,corredor, seja o que for, formam um todo deslumbrante, de cores majestosas , de rara beleza… Magnífico cenário.
Curioso esse comportamento japonês de crescer crescer, e em certos setores parar no tempo… Vá entender …. Essas máquinas parecem mesmo antigas.
Belíssimo esse parque com o Santuário no centro. Este muito bonito, na sua arquitetura tradicional japonesa. Imponente.
Majestoso.
E olhe as barraquinhas.. ora ora hahaha e pasmem… haha com milho assado.. Meu Deus que maravilha.. deu água na boca…. hahaha… adoro milho assado hahah … e esse está com una buena cara… haha… Que novidade ….. produto natural… de verdade…comível… hahaha
Que raro… ja que se acostumaram a tomar milhares de produtos artificiais, vendidos naquelas máquinas onipresentes… arremaria… nada se salva ali.. ao que parece.. Um horror..
E que “nóia” essa coisa de não ter lixeira… Mesmo com o ocorrido, ja era tempo de retornar ao uso hahah. Ainda bem que o povo é limpo e ordenado… mas que deve ter sido um horror ficar sem ter onde jogar o lixo, lá isso deve ter sido , sim..
E que coisa horrível, repugnante até, esse frango com peles, gorduras e nervos… hum hum hum… Deus me livre…
Afinal uma comilança de verdade.. haha Adorei o título do molho hahahah …….Coisas do Japão…
Adorando essas andanças do viajante pelo pais do Sol Nascente.
Que venham. mais histórias e belezas…