Solos vulcânicos são bons para o café, e não há falta deles na Costa Rica. Há nada menos que 23 vulcões neste país que é do tamanho do Rio de Grande do Norte (menor que Portugal ou que Santa Catarina), sete deles ativos. Um destes é o vulcão Poás, que visitaremos hoje.
Eu gosto de visitar vulcões porque os acho exóticos, talvez o que há de mais “diferente” da paisagem brasileira neste outro país tropical latino-americano — também abençoado por Deus e bonito por natureza.
Além disso, como exaltei na postagem anterior, a Costa Rica é um país que sabe — e bastante — se valorizar nos seus dotes naturais e culturais. Se o ecoturismo aqui é um forte, também o é o agroturismo, de visitas a produções sobretudo de café ou de chocolate, e eu não poderia passar sem ver pelo menos uma.
Digo que este passeio é talvez o melhor bate-e-volta a se fazer desde a capital San José. Ele pode também incluir no mesmo pacote uma ida à tarde ao Jardim das Cataratas La Paz, mas chegaremos lá. Visitaremos todos estes lugares costarriquenhos, um de cada vez.

A logística dos tours bate-e-volta a partir de San José: Alguns toques
Antes de embarcarmos, deixem-me apenas compartilhar algumas considerações úteis para quem vier cá por estas bandas.
Não faltam tours a se fazer desde San José, a capital da Costa Rica. Alguns lugares você visita melhor a partir de outras “bases” onde pode se deter algumas noites no interior do país, mas outros se prestam bem a um bate-e-volta.
Há empresas que organizam roteiros vários. Via de regra, não precisa reservar com antecedência pela internet — o mais habitual é acertar de véspera ou uns dias antes através da sua acomodação. Eles têm os vários números de telefone de contato e podem sair ligando pra ver “quem tem tour X amanhã”. Nem todos os tours saem todos os dias.
Um dos mais completos e populares — se não o mais de todos — é precisamente este, um tour que sai de manhã cedo, antes do café da manhã (que você toma no caminho), e leva ao alto do vulcão Poás (um dos muitos vulcões ativos que há na Costa Rica), a uma produção de café (agroturismo), e ao Jardim das Cataratas La Paz.

Eu fiz este passeio com a Expediciones Tropicales, e tudo correu bem. Eu fiquei satisfeito, mas não vai aqui um endosso dizendo que ela é melhor que as outras — até porque eu não faço esse tipo de toma-lá-dá-cá. Minha orientação é que você veja qualquer empresa com tour disponível no dia que você quer, e pimba. A qualidade não me pareceu variar muito.
Os tours frequentemente são cotados em dólares, embora certas empresas mais simples às vezes operem também na moeda local (os colones). Como sempre, olho na cotação usada e no que sai mais econômico.

As coisas não são baratas, lamento dizer. A Costa Rica é um país caro para os padrões latino-americanos, como tenho destacado, o que significa que um tour destes sai por coisa de US$ 150-200 por pessoa (em grupos relativamente pequenos, de 15-20 participantes).
Às vezes, há descontos de 10-15% devido a convênios entre sua acomodação e a agência, então vale a pena indagar; e se você reservar vários tours com eles, também é possível fechar um preço total mais camarada que individualmente. Como em outros lugares mundo afora, não se esqueça de que às vezes também dá para chorar um desconto se você oferecer pagar em espécie em vez de no cartão.
Como eu disse no começo, há atrações que você visita melhor a partir de outras “bases” — como os tours ao vulcão Arenal, que você faz com mais praticidade, menor custo e menos tempo de estrada a partir de La Fortuna, que é uma cidadezinha muito acolhedora onde passar um par de dias. De San José, eu diria que este ao vulcão Poás com os Jardins das Cataratas La Paz é a melhor opção de todas.
Alugar um carro vale a pena? Não sei. Só recomendo atenção, porque as estradas se revelariam bem estreitas, curvas e com relevo em parte do trajeto. Acidentes não são raros. Além disso, quem estiver visitando parques nacionais por conta própria, precisa se registrar pela internet. Certamente, acho que é uma ideia a se cogitar apenas se você estiver viajando num pequeno grupo.
Sozinho, eu às 6:20 da manhã já estava lá à porta do meu albergue sendo apanhado pelo microônibus da minha agência.


Visitação à produção de café na Costa Rica
O café da manhã
Eram já 7:50 quando finalmente nos detivemos no centro de visitantes do Café Doka para fazer o nosso desjejum. Aviso aos navegantes — sobretudo aqueles que ficam com fome cedo — que esta demora pode incomodar. A estes que são como eu, recomendo tomar algo leve antes de sair.
Pelo menos, quantidade não faltou, já que teríamos aqui um clássico café da manhã centro-americano de arroz com feijão, ovos mexidos e as divinas bananas-da-terra fritas — uma refeição.
Eu me pus a imaginar o estranhamento de algum turista europeu habituado a coisas doces de padaria de manhã. (Talvez seja mesmo o reverso do que eu sinto quando me vejo submetido àqueles cafés da manhã sem sustança do centro-norte da Itália).
Eles aqui também tiveram o discernimento de nos deixar comer antes de fazer o tour pela propriedade.

De onde tiraram esse nome? Não se sabe ao certo, não há uma tese comprovada, mas a mais aceita é que o prato lembra — ou lembrou a alguém no passado — uma galinha pintadinha, com os grãos de feijão no arroz a fazer o papel das pintas.
Em El Salvador, chamam-no casado; no Panamá, de casamiento; em Cuba, de moros y cristianos [mouros e cristãos], e por aí vai. Nós é que, num apagão de criatividade, chamamos apenas de “feijão com arroz” literalmente, exceção feita ao célebre baião de dois no Nordeste.
Há variações, por supuesto. Na costa atlântica aqui da Costa Rica, por exemplo, adicionam leite de coco à mistura. Já país afora, eles desde os anos 1920 se habituaram a algo que virou xodó do país: molho Lizano. É aquele molho escurecido que você viu no canto do prato acima (pus só um pouco, com prudência).
É um molho agridoce que eu acho que não merece nem metade da fama que leva aqui. Tem aquele gosto de coisa industrial, como que num híbrido de molho inglês com ketchup. Experimentei por etnografia, mas não é o tipo de coisa que desperta vontade de você passar no supermercado e pegar um para levar pra casa.

Tour pela produção de café e degustação
Como ocorre com outros tours de café mundo afora (ex. na Colômbia), você não vai a uma plantação de café, mas sim a um centro de visitantes onde há alguns pés de demonstração e espaços bem didáticos mostrando as etapas da produção. Tudo termina, invariavelmente — e como dita a moral —, com uma degustação.
Alimentados e lerdos pela barriga cheia, tínhamos agora o espírito necessário para acompanhar o nosso guia dar explicações várias sobre o tempo que o café leva para dar fruto (2-5 anos), o tempo de vida produtiva da planta (20-25 anos), e a história da expansão do cultivo cá na Costa Rica.


O café não amadurece todo ao mesmo tempo, então os coletores levam meses coletando os que estejam maduros. Via de regra, são imigrantes nicaraguenses.



Tipicamente, exporta-se o café seco, que segundo o guia dura bem até um ano e meio ensacado. A torragem se dá no país de destino — que é onde países que não plantam um único pé de café, como Itália, Suíça ou Alemanha, lucram bastante com a agregação de valor.
Contudo, eles aqui também torram uma parte do que produzem, para venda local.

O guia nos contou que foi nos idos da década de 1820 que o café começou a ser cultivado na Costa Rica — portanto um século depois do Brasil.
A quem não sabe, o café foi introduzido no Brasil pelos portugueses, primeiro no Pará por um tal Francisco Palheta, em 1729. Só que, nesse tempo, o Brasil estava encantado com o ouro, e as lavouras anteriores (cana, tabaco) ainda predominavam.
Só nas primeiras décadas do século XIX é que a coisa deslanchou — em parte por causa da independência dos EUA, que se recusavam a comprar o produto dos ingleses e suas colônias na África e na Ásia. Desde então, eles são o principal país comprador do café brasileiro, correspondendo hoje a cerca de 20% das importações.
Na Costa Rica, devastou-se quase todo o interior do país para atender a essa demanda, de modo que — se diz — um indivíduo aqui no século XIX poderia caminhar 5 dias ininterruptos sem ver outra planta que não fosse café.
(Vejam a nitidez solar de como se organiza o sistema global, com claros centros e uma vasta periferia que, basicamente, se dobra — e se detona — para atender a essas demandas. O resto do mundo gira em torno de onde está o dinheiro.)

De maneira típica, numa espécie de rancor medieval automático e inconsciente, esquecem-se dos árabes, como se a História das coisas tivesse início apenas quando chegam ao Ocidente cristão.
O próprio nome “café” vem da língua árabe, qahwah (قَهْوَة), que se refere à cor escura da bebida. Foram eles os primeiros a consumi-lo em escala comercial e a difundi-lo mundo afora. À época, se voltarmos aí ao século XV, eram dos árabes e turcos os principais centros urbanos (Cairo, Damasco, Constantinopla), e foi ali que o café primeiro se espalhou.

O que havia ganho popularidade entre os místicos islâmicos sufis como uma forma de acentuar a acuidade mental nas suas orações agora virava uma sensação urbana — que os venezianos, sempre argutos para o comércio e enlaçados com os turcos otomanos nas suas rotas comerciais de trazer produtos do oriente à Europa, não demorariam a adotar.
A própria palavra moka (ou mocha), que muitos erroneamente creem ser italiana, refere-se a uma cidade portuária do Iêmen (Mokha) famosa pelo comércio de café.
(Foi precisamente esse domínio comercial turco-veneziano que os rivais genoveses quiseram desbancar com vias pelo Atlântico, e que os portugueses — que aprenderam e melhoraram dos genoveses — conseguiriam mais tarde indo buscar eles próprios as coisas do oriente por via marítima, após conseguir contornar a África em 1498. A ascensão econômica de Portugal e Espanha marca, precisamente, o começo do declínio de Veneza.)
Veneza no século XVI, ainda rainha do comércio europeu e porta de entrada das novidades que vinham do oriente, começaria então a ter salões de café onde os homens da sociedade se reuniam.
No princípio, aquilo era um exotismo. A Igreja chegou a condenar o consumo dessa “bebida muçulmana” entre cristãos de boa fé. Até que, no que se tornou uma anedota famosa (e aparentemente verídica), levaram-na ao Papa Clemente VIII (r. 1592-1605), que dela tomou um gole e mudou de ideia. Teria ele dito,

— “Esta bebida satânica é tão deliciosa que seria uma lástima deixar que os infieis façam uso exclusivo dela. Enganaremos a Satanás batizando-a, e fazendo dela uma autêntica bebida cristã”.
Quanta clemência.
Seria uma questão de tempo até os salões de café se popularizarem Europa afora. Seguindo Veneza — como à época seguia tudo o que era italiano, em plena absorção da Renascença pela sua realeza e nobreza —, Paris abriria o seu primeiro salão de café em 1644, e Londres seguiria os mesmos passos em 1652.
Daí é que no século XVIII se começa a tentar plantá-lo nas Américas, e no século XIX seu consumo mundial explode.
Em tempo, haveria crises mundiais no preço do café, das quais o Brasil também sofreu, então a Costa Rica já não é mais um imenso cafezal como era outrora. Hoje, ela se concentra na agregação de valor com cafés selecionados e uma produção mais ecológica.


Ele passou um café bem ralo, parecendo que queria economizar pó. (Mas tudo bem, em casa eu faço um mais forte.)
Explicou-nos que os grãos de baixa qualidade são usados para fazer bebidas prontas, tipo café frio, café com baunilha etc., além de café solúvel.
Já o melhor vai para as prateleiras, daqui e do mundo.

Tudo é “muito lindo” (como se habituou a dizer quem breve deve estar dizendo “muito ótimo” ou “muito enorme”), mas eu recomendo deixar para comprar — café costarriquenho da mesma qualidade e bem mais barato — num supermercado.
Aqui, eles cobravam US$ 10 por um pacote comum de 350g. Da mesma forma, vendiam barrinhas de chocolate de 100g (daquelas que têm mais embalagem que chocolate) pelo menos preço — mais caro que na Europa.
Comi com os olhos, e fiquei no café da degustação. O aroma de café torrado incendiava o ar, e não era difícil entender como os gringos têm a Costa Rica como o seu parque tropical favorito.
Todo o ambiente era um lugar verdejante e arrumado, repleto de flores e com produtos típicos — coisa que poderia haver mais na nossa Mata Atlântica, se nosso modelo de desenvolvimento fosse com base no que temos de patrimônio natural e cultural, não na destruição dele.
Vida que segue. Às 9:30, estávamos saindo de lá rumo ao Parque Nacional do Vulcão Poás.

Rápida visita ao vulcão Poás
Eu já fiz algumas caminhadas até crateras de vulcão nas minhas viagens mundo afora (por exemplo, perto daqui em Santa Ana, El Salvador). Algumas são de pôr os bofes para fora, já esta aqui é provavelmente a mais “nutella” de todas as visitas vulcânicas que eu já fiz.
Nada de errado com o vulcão em si — é que o veículo basicamente o leva quase que até o topo, restando para se fazer apenas uma mera caminhada semi-plana de 10-15 minutos desde a entrada até o mirante.
Há, portanto, de se considerar isto mais como um “photo stop” do que uma trilha. É uma caminhada simples que idosos de 80 anos em boa saúde não teriam problema em fazer.

Eram 10:25 quando estacionamos, após ziguezaguear por vilarejos de beira de estrada e colinas verdes que me lembraram o Sudeste Asiático. Nos vilarejos, bodegas várias — tantas delas voltadas ao público turista — e igrejas evangélicas, destas de bairro, que pareciam brotar do chão feito cogumelos depois da chuva.
O céu estava encoberto, cinzento, e o tempo com a umidade característica dos trópicos. No albergue, a dona havia me prevenido para trazer um casaco, mas eu estava até agora procurando o frio. Não vi necessidade.
Este parque fica a 2.500m de altitude, o que derrubava o calor tropical para uma temperatura amena de 17 graus, mas para a qual a caminhada esquentava-me o suficiente. Vim de bermudas, e até suei ao fim do trajeto.
O guia queria que comprássemos poncho na entrada para o caso de chover e garrafinha de água, mas aí fica a gosto da freguesa. Eu estava mui contente de ir sem lenço e sem documento.





Parte desse pretume sombrio na floresta, na verdade, se deve à explosão mais recente deste vulcão, em setembro de 2019. Ele é ativo, como eu lhes disse no início, e de vez em quando faz das suas. Haja coração.
Não demoramos mais que 15 minutos até chegar ao mirante, onde a quase 2.700m de altitude fica a cratera e sua lagoa ácida.
Na verdade, esta é considerada uma lagoa hiper ácida, de pH negativo (pode isso, Arnaldo? Depois eu confirmei que pode, sim), de um verde pasta de dente de aspecto extraterrestre envolto em rocha.


Disseram-nos que, de perto, a água é transparente, e que esse tom esverdeado é um efeito de ótica causado pela presença de minerais, como ocorre com a água do mar. Claro que nenhum de nós ia lá verificar.
É água de chuva, que se acumula ali e se mistura aos eflúvios do vulcão. As erupções não são raras, e o local frequentemente fica enuviado. Tivemos sorte de ver tudo limpo.



Daqui, completaríamos a visita indo ver a Lagoa dos Botos. Não, não se trata de cetáceos que de algum modo ficaram presos aqui no continente — Botos eram os povos indígenas que habitavam esta região séculos atrás.
Sua cultura, claro, perpetua-se em meio à mestiça sociedade costarriquenha, mas enquanto povo distinto eles desapareceram ainda no século XIX, em meio às erupções vulcânicas ocasionais e à colonização.
Sobe-se por mais 10-15 minutos, agora num caminho ligeiramente íngreme, até essa antiga cratera transformada em lagoa de 400m de diâmetro pela água da chuva. É, naturalmente, menos impressionante que a cratera vulcânica ativa — mais normal e menos “do outro mundo”, mas é uma lagoa bonita.

Observo aos navegantes que laguna em espanhol é um falso cognato. É um lago pequeno, ou seja, uma lagoa. Laguna em português é outra coisa, e se refere a corpos d’água litorâneos onde adentra a água do mar.


Esta era uma visita curta. Às 11:15, portanto 50 minutos após havermos chegado, já começávamos a descer. Era aí uma meia hora de caminhada de volta — ainda mais leve que a vinda — até o ônibus, aonde chegamos 11:45.
Nossa próxima parada, o Jardim das Cataratas La Paz, por sorte começaria pelo almoço lá. Mas essa segunda parte do passeio fica para a próxima postagem.
Só digo que guarde energia, pois lá se descem 700 degraus até as cachoeiras.





Bom dia, onde quer que esteja, Mairon
Que-çhe dizer que o sigo e leio há bastante tempo e sempre fico maravilhado com as suas crónicas de viagem. Percorre-me um sentimento de gratidão pela disponibilidade que demonstra em nos dar a conhecer esses cantos do mundo que tem percorrido.
Eu sou também um viajante pela Europa e Norte de África. Tenho o meu blogue «memoriadamicha2011» que deixei de postar. Mas as minhas viagens são de «costa à vista» pois ainda não me aventurei a conhecer as américas e ásia.
Agradeço-lhe, uma vez mais, o deleite que me provocam as suas crónicas que leio com muita atenção e agrado.
Um abraço do
Carlos da Gama
Ohhhhh…. café…….que delícia…. amo…. Não sabia que a Costa Rica produzia café… Sabia da Colombia… Que bom…..
Belíssima essa foto de abertura… impressionante essa cratera com essa lagoa que o viajante informa ser ácida.. Nossa Senhora…Ave Maria… que horror… ameaçadora… Deus nos livre…
Glup.. quanto vulcão… Jesus…
O café daqui do Brasil aproveita outra terraa, as roxas.
Sim sim. A A.L é abençoada por Deus e bonita por natureza.
Nossa …. quanta coisa interessante nessa Costa Rica: museus, teatros, eco e agro turismo, chocolate, uaaauu, não é fraca não hahahah.
Lindo o amanhecer. Parece o do N-NE do Brasil.
Gostei do tour do café, exceto da ida ao vulcão… Acho bonito, mas para ver de longe hahahah
Quanto ao café cedo, eu também aprecio tomar algo logo que desperto….
Ahhhhh que delícia me parece esse café logo pela manhã… falou a minha língua hahaha
Eu adoro café forte e farto… de preferencia como esse.
Aqui no NE preferimos café assim…Bem acompanhado…
Não aprecio nem o cafe da manha italiano do centro note da península, nem o francês ,,, Parece que você não tomou café hahahah
Que prato maravilhoso…. tudo de bom….
Que nome engraçado… e a explicação também hahahah parece nosso saqüé…..
Hum hum hum…Deus me livre desses molhos…
Nossa, que beleza esse salão de café: amplo alegre, cheio de luz e com jardim, tudo de bom… Também prefiro assim.
Adoro a parte de degustação embora tenha gostado de saber o processo todo.
ahahaha a lerdeza pós prandial é patognomônica hahah
Achei estranho o uso de mão de obra nicaraguense… nem suspeitava…Que coisa… Inusitado…
Ao sol, deve ser melhor, até porque é mais natural.
Seria bom experimentar o café das diversas torras
Pois é. Muito clara essa constatação.
Muit interessante e informativa, como sempre a postagem
Nunca experimentei o café de la mas gostaria.
By the way, adoro café de coador de tecido hahahaha.
Valeu….