(Este será um post longo.)
Yaoundé (iá-un-dê), a capital de Camarões na África Central, não é exatamente uma metrópole charmosa nem uma cidade turística.
Estamos diante de uma daquelas típicas grandes cidades da África — desorganizada, milhões de habitantes, poluição do ar, da água, e lixo por toda parte. O pior: a percepção das pessoas de que as coisas estão piorando em vez de melhorar. Questione, portanto, aquela alcunha clichê de “países em desenvolvimento”. “Países em afundamento” é às vezes o que me parece ser o caso.
No post anterior sobre o visto e minha chegada a Camarões, eu comentei que estava vindo cá a trabalho. Essencialmente, a turismo não há razão praticamente nenhuma para se vir aqui. As pessoas têm seus méritos (e deméritos) como em qualquer lugar do mundo, e há certamente algo a ser dito — como lhes mostrei — sobre as comidas típicas a experimentar, mas não há infraestrutura turística nem “atrações” no sentido habitual da palavra.
Vamos nós, portanto, por uma volta deveras mundana pelo que é a cidade — “a cidade como ela é” — e o que eu pude experimentar da vida nos dias que passei em Yaoundé.

Yaoundé – o centro
Vista da janela
Dans ma rue il y a des gens qui se promènent [Na minha rua há gente que caminha], como cantaram Edith Piaf e suas aprendizes. Bom dia, Yaoundé. Aqui, nem os dias de sol se furtam à cortina de fumaça que encobre a cidade devido à forte poluição do ar. É um tanto como aquele amanhecer nublado das grandes cidades da Índia, pra quem já viu.
Da minha janela eu dava para a cidade e suas obras paradas, prédios em construção onde não se via ninguém trabalhando. Havia trânsito, mas não era louco. Vi até pessoas atravessando na faixa, tentando passar a avenida em dois tempos, naquele estilo em que a pessoa fica parada no meio da pista aguardando passarem os carros que vêm no outro sentido. A maioria, entretanto, ignorava a faixa.
O mais inusitado, porém, estava céu acima. Você notou na foto acima aqueles bichos pretos voando? Não são aves. São morcegos, cada morcego do tamanho de uma andorinha ou de um corvo quase. (A maior espécie tem quase 1m de envergadura, o morcego cabeça-de-martelo ou Hypsignathus monstrosus, antes que achem que é história de pescador).
Leva uns instantes até você se dar conta do que são, e aí fica estranho ouvir aquele grunhido às centenas em plena luz do dia na cidade. Fica uma coisa meio Vamp, meio Gala da noite preta, só que de dia. Eu acho que nunca tinha visto tanto morcego junto. Abaixo eu ponho um curto video que fiz numa destas manhãs, ainda com voz de sono.

O café da manhã e o hotel
Eu não sou rico, mas nos países africanos poucos turísticos é oito ou oitenta: ou você se hospeda em muquifos de higiene duvidosa ou em hotéis de luxo feitos para os dignatários que vêm de fora. Os meio-termos são poucos, e a trabalho eu não vi por que me arriscar. Foi assim que eu acabei vindo parar no Hilton — pela primeira vez na vida.
O Hilton é praticamente uma ilha no centro de Yaoundé. É um pequenino shopping, com agência de viagens, lojas de souvenirs, casa de câmbio, cassino e todo um ambiente “diferenciado” onde o hóspede estrangeiro possa passear, distrair-se e fazer as suas coisas sem precisar para isso misturar-se ao populacho local e suas bagunças lá fora.
No saguão da recepção, figuras com temas tribais africanos — aquele culturalismo de boutique. Até aí tudo padrão, mas eu não deixava de perceber outras peculiaridades: não havia lugar onde se sentar. O hotel claramente não queria ninguém ali à toa; todas as mesas do bar levavam uma plaquinha de “Reservado”, como que a espantar quem quisesse só sentar praça.
Panos africanos estampados à là batik enfeitavam o acesso ao frondoso saguão do café da manhã, onde o meu dia começaria. Às mesas, alguns distintos senhores de terno e outros mais simples. Acho que 80% dos meus comensais eram africanos, eu um dos raros caras-pálidas.


O buffet tinha um pouco de tudo. Como Camarões foi colonizado pela França, não faltam daqueles quitutes franceses de café da manhã, como o croissant e seus primos, mas havia também mamão, outras frutas como no Brasil e até coisas mais fortes à camaronesa, como por exemplo feijão e frango temperado para comer com arroz.
Para falar de novidades, provei uma boa geleia de cajá-manga, que eles aqui chamam de cassimangue. Há várias espécies mundo afora, e eu não sei se esta é a mesma que se acha pelo Nordeste brasileiro. A saber, todas têm origem na Oceania, e os ibéricos foi que as espalharam pelos trópicos mundo afora.
Era uma textura de doce em calda, tipo um mel pouco viscoso, e com o gosto travoso quase de uma laranja amarga. (Vai ver tem a ver mesmo com o “beijo travoso de umbu-cajá” a que Alceu Valença se refere no seu hino Morena Tropicana.) Não havia da fruta daqui in natura, senão a fotografaria pra vocês.


Às ruas, às ruas: As ruas
O Hilton tem múltiplas barreiras de segurança, detector de metais estilo aeroporto e até checagem de explosivos sob os carros para quem entra. Aqui, você fica protegido da plebe e devidamente isolado. Esta própria área do centro não é pensada para se circular a pé — mas eu acabaria por sair mesmo assim.
Se você sair pelas barreiras e chegar à grande avenida à entrada do hotel, é um pouco como se chegasse o Papai Noel na escola: os táxis amarelos já buzinam atrás do seu interesse, e pessoas de todas as sortes aparecem para oferecer câmbio clandestino e sei lá mais o que. Não me senti ameaçado, mas é um pouco como se houvesse um holofote sobre você.
Fora destas avenidas, adentra-se por um centro de Yaoundé que é como um Brasil periférico mais detonado. Certas partes até me lembraram beiras de pista lá de Feira de Santana na periferia — aquele comércio aleatório, como malas e bolsas feitas na China empilhadas ali à exposição, sem qualquer abrigo do tempo. Se chovesse, o cidadão certamente jogaria um plástico por cima de tudo.
Carros circulam a gosto, agora mais concentrados nas ruas mais estreitas. Entre eles nas ruas e as muambas empilhadas no que há de calçada, o pedestre que se vire. Dentre os carros, numerosos são os táxis amarelos, todos colecionando marcas de batidas mil e parecendo que acabaram de voltar da guerra.






Em Camarões faz aquele mesmo calor úmido do Brasil tropical. Estamos na latitude 3ºN, o que equivale ao que é Manaus no hemisfério sul.
Sorte é que Yaoundé fica Camarões adentro, numa região de colinas, então temos mais o clima das capitais do Nordeste do Brasil ou de Belém do Pará em vez do calorão da capital do Amazonas. Este último você encontra em Douala, a capital econômica na costa do país.
Sua-se bem, mas nada estranho para quem é habituado aos trópicos brasileiros. Ruim mesmo é a qualidade do ar — muito pior que em qualquer cidade brasileira. Há escapamento da pior espécie nos carros, as pessoas sujeitas a fumaça de combustível da pior qualidade, que não é mais permitido utilizar no Brasil ou na Europa há décadas.
As mesmas companhias internacionais de petróleo, como a francesa Total neste caso, despejam aqui a porcaria que os mercados mais ricos já não aceitam. Para vocês verem como, sem um regramento, as empresas fazem o que é melhor para o seu balanço financeiro, não para o bem-estar público.


Nas ruas, vi os camaroneses demonstrarem daquele hábito geral africano de carregar coisas sobre a cabeça, muitas vezes sem nem usar as mãos para apoiar. Imagino que eles acham prático, mas às vezes fica engraçado, como um cidadão que cheguei a ver na rua levando um pé de sapato social na mão e o outro sobre a cabeça.
Vi pessoas levando de tudo, inclusive bacias de peixe defumado que iam então tomando uma segunda defumação pela fumaça dos carros na cidade — certamente uma delícia.
Nunca me esqueci da frase de um professor britânico que eu certa vez ouvi palestrar: “a África é o lixão de todas as contradições do capitalismo” (“Africa is the dumping ground of all the contradictions of capitalism“); mas, como diz um primo distante meu do Rio de Janeiro: esse é um outro papo.


E nisto eu via as pessoas vivendo no centro de Yaoundé. Se tornou-se moda dizer que o Brasil não é para amadores, duvido que muitos topassem trocar Pindorama por uma vida cá em Camarões.


Os táxis de Yaoundé: uma menção honrosa
Se você for à Wikipédia, verá imagens — sabe-se lá de quantos anos atrás — de ônibus bonitos que supostamente servem de transporte coletivo aqui na cidade. As fotos devem ter sido tiradas na inauguração, porque o que me disseram aqui foi que eles rodaram até ficar caindo aos pedaços e o governo os tirar de circulação.
Hoje, não há transporte público na capital de Camarões, só as vans lotação, os invencíveis táxis amarelos, e transporte por um aplicativo local chamado Yango que faz as vezes de Uber, com carros ligeiramente melhores que os táxis.
Os taxis de Yaoundé, eu lhes digo, fazem uma espécie de A Noite dos Mortos Vivos de veículos. Todos deveriam estar no ferro velho, mas parecem ter sido tirados de lá por alguma bruxaria e postos nas ruas para rodar.



Esta foto que tirei acima foi de dentro de um carro que tomei com o Yango, o Uber daqui. Sai super barato — corridas pelo equivalente a R$ 5-10 dentro da cidade —, mas é preciso pagar em dinheiro.
“Dinheiro” aqui quer dizer os francos da África Central (“francos CFA” coloquialmente, ou XAF na abreviatura internacional), moeda chancelada pela França desde o tempo colonial. Nem todas as relações coloniais tiveram fim, pois.
Hoje, se trata de uma moeda com câmbio fixado no euro e que circula em seis países da África Central (Chad, República Centro-Africana, República do Congo, Guiné Equatorial, Gabão e Camarões). Para trocar desse dinheiro foi uma novela, mas disso eu lhes conto depois, no bairro de Bastos (Quartier Bastos).
Não é difícil sacar desse franco nos caixas automáticos — meu próprio hotel Hilton tinha um no lobby — apesar da habitual tarifa escorchante de €5 por saque. Talvez seja até a melhor saída; só se certifique de pegar de uma vez todo o montante de que você acha que vai precisar na viagem, para não precisar pagar a tarifa várias vezes.


Se estiverem a perguntar aonde eu ia, ou “onde anda você“, eu digo que ia ter encontros com uma ONG local com que estamos trabalhando. A sede da ONG era simples, com paredes descascadas como em prédios dos anos 70 no interior do Brasil. Tudo bastante humilde, mas ali se viam pessoas trabalhando com dedicação.
No que nos sentamos para uma reunião, serviram a mim e aos outros amendoim torrado em várias garrafas vazias de vidro transparente, tipo aquelas de cachaça, e os puseram nuns pratinhos acompanhados de uma garrafinha plástica de água mineral para cada pessoa. Senti certa falta do cafezinho brasileiro, mas cada qual com seu cada qual. Aqui vamos de amendoim torrado e água.
Mais tarde, almoçaríamos num lugar metido a pop à americana e japonesa, servindo pratos internacionais genéricos (tipo hambúrguer com fritas ou estrogonofe de frango) enquanto telas grandes exibiam cenas de vídeo game japonês, de luta-livre ou daqueles programas de cena do crime, com policiais nos EUA em ação — aquela fetichização de que alguns no Brasil também gostam, tipo Linha Direta, só que durante o dia.
Das comidas camaronesas eu tratei no post anterior. Hoje, todavia, comeríamos destas coisas genéricas a preço de shopping (tipo R$ 60 por um prato), enquanto um ou dois colegas tomavam mais cervejas antes de voltar ao expediente do que mandaria a prudência. Salvou-me a banana-da-terra frita a preço que não era de banana.

As coisas para turista: Museus e monumentos em Yaoundé
Afora minhas reuniões, posso lhes falar que uma ou outra volta casual eu dei também. Só que museus e monumentos não são exatamente o forte de Yaoundé — como nada para turistas ou visitantes em geral. O setor de turismo praticamente inexiste em Camarões.
Os monumentos aqui costumam ser desses de entroncamento de avenida na cidade, aquela coisa para ser vista por quem passa de carro. De quebra, são geralmente cercados para que ninguém chegue perto ou ocupe a área. Ficam ali como certos elefantes brancos, somente para ouriçar um sentimento nacional.

Caso estejam a se perguntar como ocorre isso de o país ter esses dois idiomas oficiais, é que Camarões inicialmente foi uma colônia alemã (1884-1918). Quando a Alemanha perde a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), as vitoriosas França e Inglaterra então dividem os espólios — como fizeram também mundo afora, pegando outras colônias alemãs como Togo, Tanzânia e Samoa.
Não há de se ter pena da Alemanha, que perpetrou atrocidades hediondas na Namíbia como “esquenta” para o que faria depois na Segunda Guerra, mas solidariedade com os camaroneses que passaram das mãos de Chico para as de Francisco.
(Dito isso, é comum entre os africanos destas nações uma certa exaltação póstuma do colonialismo alemão, dizendo que eram mais eficientes que os franceses. Claro, isso é dito hoje, por quem não viveu na pele nem um período nem o outro, então precisa ser tomado com um grão de sal. Ouvi isso aqui em Camarões, e já o tinha ouvido em Togo.)
Tivemos então de 1918 a 1960 duas colônias em Camarões, uma controlada pela França e outra pela Inglaterra. Em 1960, ficam independentes do jugo europeu, e em 1961 decidem se unir. É celebrando esse momento que há hoje o Monumento da Reunificação em Yaoundé.

Afora estes monumentos, há um Museu Nacional — que eu acabei não visitando — e dois museus menores, o Museu Etnográfico dos Povos da Floresta (Musée Ethnografique des Peuples de la Fôret) e o Museu da Negritude (Blackitude Museum).
Apesar dos nomes promissores, estes dois últimos são meio fracos. Basicamente, são um aglomerado de objetos ou figuras tribais de partes diversas de Camarões, sem muita organização.
Em certos países da África, é comum que eles gostem de acompanhar você na visita e ir explicando, mas facilmente descamba para uma “conversa de sexta pra sábado”, como dizia minha avó.
Quando fui ao Museu dos Povos da Floresta, não apenas havia uma entrada meio escorchante de 10.000 XAF ou 16 euros (!) para adultos estrangeiros, como também caímos nas mãos de uma senhora com espírito de professora infantil que queria que a gente ficasse repetindo coisa e completando frase. Não é toda hora que se tem disposição.





Yaoundé: O Quartier Bastos — e a periferia
Não sei quantos de vocês sabem, mas Bastos é um dos meus sobrenomes. Assim sendo, não deixou de ser curioso chegar aqui a Camarões e me dar conta de que o bairro mais nobre e benquisto da cidade — onde estão localizadas as embaixadas e muitos escritórios de organizações internacionais — se chama assim.
Era praticamente inevitável que todo mundo que via meu passaporte ou tomava conhecimento do meu sobrenome o mencionava. Ficavam um tanto surpresos, e eu então dizia que era porque o dono da terra toda ali era eu. (Eu dizia às vezes de modo tão convincente que a pessoa parecia ficar em dúvida se não era mesmo.)
A realidade é que havia aqui uma fábrica de cigarros de uma empresa espanhola chamada Bastos — da qual eu só tomei conhecimento há poucos anos atrás, fazendo check-in num hotel na Alemanha e o recepcionista encantado que meu sobrenome era “igual ao nome da marca de cigarro“.
Lembro que fiquei com aquela cara de interrogação, já que nunca tinha ouvido falar. Aqui em Yaoundé, a fábrica hoje passou à British American Tobacco, mas o nome Bastos permaneceu no bairro.




Eu dei uma volta por ali só num dia, que foi também quando tentei trocar dinheiro — e, munido de uma boa dose de paciência, consegui. Há casas de câmbio seguras aqui neste bairro. Como a cotação com o euro é fixa, não importa em qual você vai trocar dessa moeda por francos CFA. A maçada é a burocracia, a lentidão e, por vezes, a má vontade.
Ninguém fique na ilusão estereotipada de que os africanos são todos animados e simpáticos por natureza — a cultura de atendimento ao cliente, prestatividade e serviço aqui muitas vezes se mostra pouquíssimo desenvolvida.
A pessoa o atende com aquele ar de que preferia que você não estivesse ali. Para trocar €40, levaram 20 minutos entre querer meus documentos, endereço, tirar cópia do passaporte, assinar a cópia do passaporte três vezes — parecia que eu estava fazendo uma procuração — e número de telefone camaronês.
“Não tenho“, respondi eu quando a funcionária me disse que meu número estrangeiro não servia. Olhou para a colega, que então lhe respondeu na lata: “Ah, bota o teu”.






Humildes voltas por Yaoundé, mostrando-lhes o que vi.
Camarões se revelava um país pobre, como esperado, embora algumas coisas me surpreendessem.
Houve das surpresas boas, claro, como algumas das comidas que apresentei anteriormente. O que eu não sabia foi que encontraria uma realidade tão poluída, com tanto destas pobrezas da modernidade.
Eu tive também algumas outras surpresas — ou talvez choques culturais, ou choques de realidade — que abordarei em mais detalhes no post final, a seguir.





Que horror!… Horrível essa constatação de que não só não melhorou/raram, como piorou/aram.. os ditos países em desenvolvimento.
Questão séria essa situação das cidades grandes da África…
Essa visão geral da cidade, com seus tetos e edifícios, é até apreciável, bonita…
Lamentável essa poluição do ar… e nesse nível…
Vílgem , os morcegos… imensos… e numerosos… Jesus… Misericórdia… que risco para a saúde…
E que chick o hotel do viajante… pareceu-me interessante.
Gostei do café da manha com feijão… ainda bem…
Coitado do país e do povo… coitada da capital…Um horror…Triste realidade..
E que horror o fato das empresas jogarem solto e despejarem o que não querem aonde ninguém reclama !…
Avemaria… Jesus….. com o peixe super defumado… pela poluição do ar… hum hum hum
Coitada da África…
Que horror o tom amarelado do céu….
Nem sonhar, trocar o Brasil, mesmo com suas dificuldades, por essa realidade ai…
Coitado do povo…
Vilgen… hahaha… e que horror os taxis… hahah…. “a noite dos mortos vivos dos veículos”, Jesus!…
Todos parecem mesmo dignos do ferro velho… misericórdia…
Vilgen, as coroas de flores para enterro…hum hum hum…
Lindas e apetitosas mesmo, são essas belíssimas bananas da terra fritas…
E que horror esse passado alemão, e a troca de chico por francisco. Pobre povo…
Interessantes o monumento ã Reunificação e o Museu do povo da Floresta.
Ora ora, o jovem viajante brasileiro encontrar seu sobrenome perdido por la, hahaha é mesmo digno de nota… haha
Mas é…
Essa realidade africana pós colonização é lamentável e convida ã reflexão sobre não só o capitalismo e seus revezes, mas sobre o que fazer para reverter essa situação de penúria em que tantos se encontram.
Valeu jovem viajante…