(Este será um post longo.)
Montanhas na Alemanha? Muita gente nem pensa nisso, ou talvez imagine só o comecinho dos Alpes lá bem no sul do país, na Baviera.
Porém, há outras montanhas no país de Goethe — ainda que chamá-las de “montanhas” seja uma certa forçação, mas é como convencionalmente as chamam. São colinas de seus 1.000m de altitude, menores, mas um pouco na pegada das serras lá de Minas Gerais.
Embora pouco famosas fora da Alemanha, as Harz, em pleno coração da Baixa Saxônia (Niedersachsen), têm uma significação quintessencial por aqui. No tempo do romantismo alemão, nos idos do século XVIII, nomes como o próprio Goethe, Humboldt e outros exaltaram a natureza destas terras nos seus escritos.

Com o racionalismo moderno — e, breve, a industrialização — entrando em cena, começou a surgir uma nostalgia em relação ao medievo, ao encantado e àquele mundo teutônico de antes da romanização e da conversão ao cristianismo.
Nietzsche versaria extensamente sobre os supostos valores dessa Germânia pré-cristã, enquanto que germanistas como (o compositor também escritor) Richard Wagner e outros apontavam estas Harz como “o berço do povo alemão”.
Que esta coisa toda mais tarde descambasse no nazismo e sua síndrome de superioridade racial foi uma fatalidade histórica, mas que o lugar é bonito, é, e guarda simpáticas cidadezinhas — mui alemãs — como esta que eu vim visitar hoje: Goslar.

Bem-vindos a Goslar, antiga sede imperial
Goslar data de pelo menos do ano 979, quando há seu primeiro registro, num testamento do sacro-imperador romano germânico Otto II (955-983). Muitas gerações de sacro-imperadores governaram daqui no século XI, de um palácio que é visitável hoje.
Para surpresa de poucos — exceto dos muitos de nós que não havíamos ouvido ainda falar dela —, Goslar é uma cidade histórica tombada pela UNESCO como Patrimônio Mundial da Humanidade junto com as antigas minas desta região.
Aqui de Harz se extraiu ferro e prata desde o tempo dos romanos. Esta mineração, inclusive, foi chave para a prosperidade econômica alemã na Idade Média e até sua modernização no século XIX.
Já Goslar, por ser pequena, escapou dos bombardeios da Segunda Guerra Mundial. A cidade com isso preserva muito do seu charme antigo e casario original, pleno de edificações de enxaimel (aquelas tradicionais armações de madeira, que levam brasileiros mil a ir apreciar suas emulações no Sul do Brasil).


Saindo de Lübeck
Era uma manhã destas de uma primavera ainda fria quando eu deixei Lübeck para vir conhecer melhor este miolo da antiga Saxônia e as suas cidades históricas.
Antes de sair da cidade, passei numa padaria, já que meu hotel na antiga cervejaria de tijolinhos não servia café da manhã.
Atendeu-me uma moça de seus 30 anos e do meu tamanho, com aquele porte de “bela esposa do lenhador”. Feições bonitas, arranhou algo de inglês, já que meu alemão se limita ao nível de sobrevivência. Pedi um dos muitos pães doces acompanhado de um café preto.
Eu brinco que adoro a comida alemã até o meio-dia — os seus bolos, pães e quitutes vários. Já a partir do almoço, a coisa fica meio limitada, com combinações de carnes, batatas e legumes sem lá muito tempero.

Estando em Lübeck, apareceu marzipã no meu pão doce mesmo sem aviso. Eles aqui parecem metê-lo em tudo, um pouco como fazem os suecos com cardamomo nas padarias de lá, ou os holandeses com pimenta cominho nas suas sopas.
Não me demorei. Retornei para pegar minhas coisas na acomodação e rumei à estação ferroviária. Trem primeiro para Hamburgo, de lá outro trem regional até Hanôver e, então, finalmente Goslar.
Neste miolo da Alemanha, tudo vai um pouco mais devagarinho. Para visitar estas cidades pequenas, às vezes é preciso tomar várias conexões — e talvez até por isso elas sejam pouco conhecidas de quem vem de fora —, mas eu espero convencê-los de que vale a pena.


Eu também acho linda a paisagem com as flores amarelinhas, mas é que ela cabe melhor num cartão-postal — que você olha uma vez e acha bonito — que ter no mundo real um território todo coberto por uma só lavoura.
Essa transformação data de poucas décadas atrás. Historicamente, esta foi uma região produtora de alimentos e que chegou até a ser incensada pelos românticos como a essência campestre da nação — e que levaria os nazistas depois a exaltar o “sangue e solo” (blut und boden), a conexão indelével do povo alemão com esta terra.
Pouco se aborda isso, pois as discussões sobre nazismo quase sempre acabam girando somente em torno do Holocausto, mas aqui nos anos 1930 se realizaram imensos festivais de celebração da colheita e da suposta superioridade dos agricultores alemães. Chegaremos lá.
![]()
Ao que meu trem se aproximava de Goslar, eu via hoje uma realidade bem diversa — e mais diversa.
Jovens chineses ou indianos a bordo levavam daquelas malas tamanho G, que tentavam encaixar n’algum lugar do trem sem muito sucesso (uma visão que sempre me dá um certo dó).
Havia gente de todas as cores ao que desci, para um céu ainda meio nublado de meio e plantas voltando a brotar.


Instalando-me
Meu novo hotel ficava perto da estação — e eu desta vez escolhi um hotel grande, um tanto à moda antiga, tipo aqueles hotéis chamados Grand Hotel. Estando nesta região da Alemanha, ele devidamente se chamava Niedersächsischer Hof.
Ali, me atenderam duas senhoras altas. Foram cortesas — uma falava inglês — àquela maneira eficiente de uma dona de casa mãe de cinco filhos, sem necessariamente muito carisma. Bem distinto do atendimento na padaria de manhã. Outra geração, outros costumes.
Na Alemanha, como em muito da Europa, essas gerações pré-1990 são por vezes um tanto ranzinzas e fóbicas, sem a leveza de espírito ou o cosmopolitismo daqueles que se fizeram gente já nos tempos da internet e da maior integração europeia. Dito isso, basta saber o que esperar. Com estas tias eu vou direto ao ponto e não espero gracejos.
Meu hotel tinha aquele décor clássico e uma bela vista para as colinas. Eu agora tiraria os meus soslaios com a Alemanha antiga.


Goslar, antiga cidade imperial
Voltemos mil anos no tempo, a 1025. A Europa era muito distinta do que é hoje. O rei dos francos Carlos Magno (768-814) em comunhão com o papa havia buscado recompor — agora sob uma égide medieval cristã — o antigo Império Romano do Ocidente, num novo um amalgamado de reinos, ducados e principados que mais tarde se convencionou chamar de Sacro-Império Romano Germânico.
Não demorou aos descendentes de Carlos Magno, entretanto, separarem o que viria a se tornar o Reino da França e as terras mais a oriente, das atuais Alemanha, Áustria, Itália, Suíça, República Tcheca, terras que integraram por mil anos esse sacro-império, sem serem países independentes.
Cada imperador residia onde lhe desse na telha, então não havia uma capital fixa. A França ficando de fora, a sede imperial na Idade Média variava quase sempre dentro do que é hoje a Alemanha, mas em diversos momentos do medievo ela foi também em Praga (na Tchéquia, então conhecido como Reino da Boêmia) e até em Palermo, na Sicília.
Naquela altura do ano 1025, a sede imperial estava prestes a ser Goslar.

O rei nessa época era Conrado II (990-1039), monarca dos teutônicos que havia passado o natal de 1024 aqui em Goslar e gostou tanto que, em 1025, deu início à construção de um palácio imperial na cidade, o Palácio Imperial de Goslar (Kaiserpfalz Goslar).
Não sei se foi o ar da serra que o atraiu ou o que, mas ele e seus descendentes governariam daqui como sacro-imperadores pelos próximos cem anos.
![]()
Instalado no novo hotel em Goslar, eu não me demorei a sair e fui logo visitar seu palácio imperial antes que ele fechasse nesta tarde.
Fazia seus 15ºC, e os alemães mesmo assim caíam pesado no sorvete como se fosse veraneio. O longo inverno europeu faz isso com as pessoas — todo mundo fica ávido que a primavera e o verão cheguem logo.
Ainda que com roupas de frio, muitos brincavam num amplo gramado diante do que era a morada do imperador.


Visitando o Palácio Imperial de Goslar
O palácio hoje é um museu que faz as vezes também de sala de apresentações no que era o Salão Imperial (Kaisersaal). Ninguém espere um palácio como aqueles franceses do século XVII ou XVIII, mas um castelo com suas capelas anexas e vãos onde hoje repousam peças daquele tempo.
Isto tudo caiu por séculos em abandono após seu esplendor no século XII, até que no século XIX foi restaurado como monumento nacional.
Ao salão imperial, adicionaram-se lindas pinturas que são hoje o que há de mais bonito para se ver aqui.
Vamos entrar.

Estes murais recompõem, no tom épico característico do romantismo, diversos momentos chave da História dos alemães. Feitos logo após a Unificação (1871), seu propósito era instigar o nacionalismo, numa narrativa de eventos históricos que culminassem no então recém-(re)formado Império Alemão.

Olhemos em detalhes alguns destes momentos chave da História do povo alemão.




Estes murais são uma beleza, e os fãs de História podem ficar ali um tempo contemplando estas representações artísticas — sem dúvida românticas, como era típico do período, com suas pegadas de heroísmo e tom épico aos acontecimentos.
Já o restante do palácio atual é um museu comum com sobras do tempo medieval: pedaços de capiteis de antigas colunas, de fachadas de pedra e outras peças com um certo ar de destroços. Há também o espaço que um dia foi uma capela medieval e um cenotáfio do sacro-imperador Henrique III (1016-1056), sucessor de Conrado II.
Chamamos de cenotáfio e não de túmulo porque o corpo de Henrique III não está aqui — exceto pelo seu coração, que ele determinou que ficasse enterrado nesta capela do Palácio Imperial de Goslar.


Este restante do museu você vê todo em 30-45 minutos. Há painéis explicativos apenas em alemão, mas há um audioguia gratuito em inglês.
Do lado de fora do palácio no gramado, pode-se ver ainda a antiga Catedral de Goslar, dedicada a São Simão e a São Judas Tadeu.
Ela não é mais uma igreja funcional, mas se preserva essa designação histórica. A parte que permanece da sua estrutura data de longínqua era, dos idos de 1150.
Ali ao lado no gramado, eu também veria um marco importante do vínculo dos alemães com esta região.


Goslar depois da glória imperial: seu centro histórico
Goslar teve seu esplendor imperial nos séculos XI e XII, mas já ao século XIII ela foi preterida em favor de Palermo, na Sicília.
“Nossa“, talvez exclame o leitor, mas é isso mesmo: o Sacro-Império era muito extenso, abarcava toda a Germânia e também a Itália, e quem pode culpar Frederico II (1194-1250) — apelidado de stupor mundi, devido à sua genialidade que a todos impressionava — por preferir morar no Mediterrâneo, terra de sua mãe?
Goslar ficava para trás, mas não perdia por completo sua majestade — pelo menos não na beleza.





Goslar talvez seguisse sendo uma cidade alemã qualquer, não fosse pelo movimento romântico que arrebatou estas terras a partir do século XVIII e resgatou a sua glória imperial de outrora.
Novas ideias começaram a fermentar em torno de uma nostalgia pela Idade Média, pelos áureos tempos de unidade do grande Sacro-Império — que caiu em decadência e encontrou seu fim dissolvido por Napoleão em 1806 — e na busca por uma identidade germânica comum.
Buscou-se então resgatar o passado imperial de Goslar e a idealizar estas montanhas Harz como o nascedouro do povo alemão, onde este vivia entre os rios Reno e Elba antes da chegada dos romanos.
Como em todo nacionalismo, começa-se a colar fatos, a dourar certos episódios, e a construir toda uma narrativa que vira verdade histórica.


O movimento nacional alemão: Do romantismo ao chovinismo nazista
Permitam-me só dar um recheio maior à significação histórica deste lugar.
Eu já lhes falei dos românticos em visita a Frankfurt e de como representaram uma reação ao racionalismo iluminista. Em lugar da fria e árida razão cartesiana, românticos como Goethe (1749-1832) exaltavam a poesia da vida e as sensações do estar na natureza, não separado dela.
É curioso, pois hoje imaginamos os alemães como talvez a gente mais racional (e rígida) que há, mas isso é fruto do militarismo prussiano do século XIX. Até 200 anos atrás, os germânicos eram bem diferentes e seguiam os mesmos modos da corte francesa (daí cortesia, de courtoisie). Veja-se, por exemplo, o Palácio Sanssouci — de nome desavergonhadamente francês — em Potsdam, feito de 1747.
Se no século XVIII o romantismo se inicia como reação artística e literária, é no século XIX após a Revolução Francesa e seu desmantelamento das milenares instituições europeias — a monarquia, o Sacro-Império, a mistura da Igreja com o Estado, a nobreza e seus privilégios — que os germânicos iniciam para valer um movimento nacionalista.

Nação não é o mesmo que país ou Estado. Estado é a coisa pública, a máquina burocrática e suas instituições. País é um nome genérico, geralmente utilizado para entidades políticas soberanas.
Já nação se refere à ideia — mui abstrata — de uma comunidade imaginada de pessoas supostamente ligadas umas às outras por laços distantes de sangue ou língua e História compartilhadas. São pessoas que você não conhece, mas com as quais se crê irmanado.

Isso é algo que só surge nesta virada do século XVIII para o XIX, e foi o que os alemães começaram a sentir e a pregar, num misto de sentimentos que envolveu também certo conservadorismo diante do republicanismo revolucionário francês e uma nostalgia romântica com a vida medieval que havia ficado para trás.
Surgem portanto no reino das artes as pinturas exaltando paisagens da natureza e o neogótico, enquanto que a filosofia germânica deixa um pouco o racionalismo kantiano de lado e abraça os aforismos mais apaixonados de Nietzsche (1844-1900).
O filósofo se põe a criticar as amarras da moral cristã e defender uma afirmativa, fértil, arrojada como na leitura que vieram a fazer dos germânicos antigos. Propunha assim a figura de um “super-homem” (Übermensch) não mais amarrado pela moral tradicional.
Richard Wagner (1813-1883), mais conhecido por suas composições musicais, também vai buscar temas pré-cristãos, como na sua sequência de óperas Anel do Nibelungo, que inclui a famosa Cavalgada das Valquírias. Siegfried, personagem central, vem a representar justamente um desses super-homens — figura máscula e heroica daquele passado nórdico e germânico.
Começava assim aos poucos a se misturar no movimento romântico alemão um quê nacionalista que buscava, entre outros, expurgar certos elementos judaico-cristãos percebidos como poluentes da matriz cultural germânica original. Daí o resgate cada vez maior de elementos pagãos.

Os germânicos, que se viam numa miríade de principados, reinos ou ducados distintos, começam então a se enxergar como um só povo no século XIX, irmanados por um idioma — ainda que nas diversas variantes do alemão — e uma História compartilhada.
Daí os murais do Palácio Imperial de Goslar marcando ali de forma épica alguns momentos-chave dessa História.
Só que a dita Unificação Alemã não se dá de baixo pra cima, num movimento popular. Ela se dá de cima para baixo, quando a Prússia em 1871 termina de absorver as coroas menores e faz do seu rei um imperador da Alemanha — como que a reconstituir o Sacro-Império, num Segundo Reich.
Aquela coisa popular pagã da cultura germânica pré-cristã, contudo, ganha apenas um espaço parcial, na seara cultural, enquanto que a boa e velha monarquia prussiana seguiu vinculada ao luteranismo.


Goslar e as Harz neste movimento
Esta região de Goslar e suas montanhas Harz acabaram por se tornar um dos lugares mais emblemáticos ao movimento romântico — e, mais tarde, à Alemanha nazista — como o berço do povo e da cultura germânica.
Foi quando a paixão nacionalista azedou e os germânicos começaram a se crer melhor que os outros.
É preciso apontar que, à época, a Europa toda estava eivada de pensamento racista. Já em 1855, o francês Arthur de Gobineau publicou seu livro Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas, uma das bases do racismo científico. Ele argumentou que havia uma raça “ariana” de nórdicos e germânicos (onde incluía também os ingleses e franceses) e que esta era o pináculo da evolução humana.
Quando os prussianos derrotam os franceses em 1871, com seu novo kaiser de uma Alemanha agora unida sendo proclamado em pleno Palácio de Versalhes, eles passaram então a se achar a última bolacha do pacote.

Estas colinas Harz começaram a ser tratadas assim como um lugar quase mítico.
Autores alemães sugeriram que foi aqui que Arminius (18 a.C. – 21 d.C.), chefe germânico da Antiguidade, derrotou as legiões romanas na épica Batalha de Teutoburgo (9 d.C.), que limitou os avanços do Império Romano sobre a Magna Germania.
Eles comentavam que os agricultores daqui denotavam a proeza do trabalho alemão com sua terra, na onda do lema “sangue e solo”. A água, embora menos falada, também entrava na história, com autores apontando o rio Weser aqui perto como “o mais alemão dos rios alemães“.

A noção de “A Alemanha acima de tudo” (Deutschland über alles), embora tornada mais famosa pelos nazistas, origina-se de uma canção nacionalista já de 1841.
O idealismo romântico alemão do século XVIII foi pervertido já no século XIX, foi se tornando chovinista, convertendo-se num nacionalismo de superioridade cultural e étnica — e, eventualmente, racial.
O que os nazistas fizeram foi ir mais além, buscando resgatar ainda mais aquele passado campestre e promover ao extremo o ideal de um super-homem germânico.
Nestas colinas Harz, passaram a partir de 1933 a realizar todos os anos um Festival de Ação de Graças pela Colheita (Das Reichserntedankfest), promulgando um retorno a uma sociedade mais enraizada e tradicional. Nela, o papel da mulher era o de procriar e cuidar da família: kinder, küche, kirche (crianças, bolo e igreja).


E pensar que tudo começou aqui, com os românticos como Goethe exaltando esta beleza e a conexão que ia sendo esquecida com a terra, como no poema em que escreveu após subir a Brocken, a mais alta destas colinas.
Óbvio que ninguém culpará Goethe pelo caminho que as coisas tomaram — há de se ter discernimento. Poderia ter sido tudo de outra forma.
Eu obviamente não vou aqui enaltecer a sandice nazista, nem mesmo o expansionismo colonial do Segundo Império (1871-1918), mas acredito francamente que depois daquela crise de febre que teve com seu devaneio imperial derrocado na Guerra e, depois, seu delírio nazista de Terceiro Reich que desconheceu limites, a Alemanha ficou desde então desencontrada. Busca estabelecer o seu lugar como motor econômico e (na visão deles) referência cultural da União Europeia, mas com cada vez mais dificuldade. Não sei o que virou a alma do país, hoje uma área equivalente a apenas 2/3 do que era antes da Primeira Guerra Mundial.
Vida que segue — a dos alemães e a minha. Seguiremos visitando mais desta Alemanha atual e a de outrora.







Magnífica essa postagem… Estupendo esse levantamento histórico, riquíssimos esses dados acompanhando a longa História desse povo , dessa vetusta e importante cidadezinha , do povo alemão e de suas reviravoltas históricas, politico-ideológicas que agitaram o mundo.
Parabéns, meu jovem amigo viajante… Interessantíssima e histórica a cidade. E muito pouco conhecida, como assegura o viajante brasileiro…
Animada a cidadezinha… Pracinha acolhedora…E as casinhas típicas, históricas, uma graça também..
Famosos esses senhores citados: Goethe, Humboldt, Wagner…e outros.. muito conhecidos…
Linda e bucólica essa paisagem,…encantador esse verde… e esse estilo tradicional de casinhas alemãs e das redondezas é uma graça… aprecio bastante…
A cidadezinha é fofa e parece ótima para andar…. passear…adoro esses calçadões , que pouco se vê aqui nas cidades do Brasil , onde predominam os veículos e tudo gira em torno deles…
Pelo visto os padeiros eram fortes e seus produtos permanecem importantes na região.. Ótimo…
Linda a plantação de canola, apesar de ser uma monocultura, com todo o questionamento que traz…
Bela muralha com seu charmosos arcos…
Bela visão a partir da janela da vossa acomodação..
Muito bonito esse interior… aprecio bastante esse estilo … acho um charme…clássico.. inclusive nos tons…
Linda a morada do Imperador, aprazível… palácio charmoso… Belissimos murais…… Que maravilha…
Esse escultor colombiano é famosíssimo….
E a cidade é encantada com suas construções de época e conservadas até hoje…Parece saída de um Conto de Fadas.
Um exemplo a ser seguido de preservação histórico – cultural…
Amei a cidadezinha, lindinha…
Valeu, meu amigo viajante