Eis que no norte do Peru nós temos uma região de montanhas nevadas e paisagens muito distintas dos — mais visitados — entornos de Cusco, Machu Picchu e do chamado Vale Sagrado dos Incas, com seus bosques e ruínas.
Esta é uma outra região do país, que só gradualmente está também caindo nas graças do turismo, e que apelidaram de “Suíça peruana” devido às montanhas.
Bem-vindos à Cordilheira Branca (Cordillera Blanca), assim chamada pelos seus picos nevados e pelo contraste que ela faz com a Cordilheira Negra mais a oeste. Esta última recebe ventos do mar e não tem neve, servindo também de barreira para os picos mais a leste, que ultrapassam os 6.000m.
A principal base — embora não a única — a partir de onde visitar esta região é Huaraz, que agora tem até aeroporto com dois voos diários da LATAM para Lima. É uma opção um pouco mais leve para quem não quiser economizar tomando o ônibus noturno desde a capital. Veja abaixo onde estamos.



Eu desembarquei já apreciando o sol, que tanto me faltava em Lima. Ver o céu azul e já algumas montanhas em redor ao longe era um bálsamo, por mais que os efeitos da altitude de 3.000 em que eu agora estava fossem logo se fazer presentes.
Pré-arranjei por WhatsApp com Zarela, a dona da pousada onde eu ficaria, um lugar no microônibus — que aqui eles chamam de shuttle, em inglês — que faz as vezes de transporte informal entre a cidade e o aeroporto. Eles até deixam cada um na sua acomodação!
Custou-me 20 soles peruanos, o equivalente a €5 ou R$ 30. É a forma mais econômica se o seu grupo tiver menos que quatro pessoas, já que um táxi cista em média 70 soles.
São aí cerca de 40 minutos para cobrir os 30Km que separam o aeroporto do centro de Huaraz. No caminho, eu veria um pouco deste característico interior do Peru.


Era uma vez Huaraz
Era uma vez Huaraz, de Waras, “amanhecer” na língua quéchua, falada pelos incas e até hoje por mais de 7 milhões dos seus descendentes nos Andes. Ela era falada já pelos Huaylas, povo daqui que antecedeu os incas e foram subjugados por estes nos fins do século XV.
É sempre preciso ter cuidado para não imaginar as Américas como “paraíso perdido” antes da chegada europeia. Nada seria mais eurocêntrico, pois a idealização do Novo Mundo como algo virgem foi, precisamente, uma criação dos europeus desde cedo — como no livro Utopia de Thomas Moore já em 1520. Os ameríndios se batiam e se matavam, ainda que a escala do morticínio que veio a ter lugar tenha sido de uma proporção completamente nova.
O primeiro espanhol a mencionar esta região — já com o nome atual — foi Fernando Pizarro, irmão mais jovem do conquistador Francisco Pizarro, em 1533. À altura de 1574, o povoado que aqui havia deu lugar a uma pequena cidade colonial formalmente (re)fundada como San Sebastián de Huaraz.
Eu preciso aí adiantar a fita em 400 anos, para não ficarmos presos lá atrás na História.

A exploração aqui foi sobretudo mineira, os Andes ricos como são de minérios.
Como noutras partes da América hispanofônica, tem-se em Huaraz uma Plaza de Armas como praça principal — nome que, via de regra, advém das lutas pela independência. No tempo de colônia, chamavam-se convencionalmente de Plaza Mayor, como se vê ainda hoje na Espanha.
A igreja de adobe foi elevada a catedral apenas no século XIX, o Peru já independente, e na década de 1930 a edificação começou a ser refeita. Completou-se em 1966 essa nova catedral que se vê nas fotos. É o tempo destes registros, com estes veículos um pouquinho mais antigos que aqueles que você vê em O Agente Secreto.
Ela é a Catedral de São Sebastião e da Imaculada Conceição. Entretanto, nada disso se encontra mais hoje. Em maio de 1970, um potente terremoto de 7.9 na escala Richter arruinou toda esta região do Departamento de Ancash, Huaraz aí contida. Não restou quase nada de pé.

Chegando a Huaraz hoje: Voltas na cidade e a região atualmente
Primeiras impressões
Eu cheguei a Huaraz sem nunca ter ouvido falado no tal terremoto, admito. Esperei encontrar um povoado bonitinho e agradável — de época — como tantos que há América Latina afora, mas que nada. Longe disso.
Sendo franco, Huaraz tem do pior que a urbanidade latino-americana pobre contemporânea tem a oferecer. Casas sem reboco, com ar de eternamente em obras, e ruas de concreto plenas de veículos mal estacionados a torto e a direito e carecendo de árvores.
No Peru, pior que no Brasil, eles inclusive permitem uns níveis de impureza de combustível que vira uma fumaça da pior qualidade. Poluição do ar num lugar já elevado e com pouco oxigênio era como adicionar insulto à injúria (iniuriae qui addideris contumeliam, na expressão latina do poeta romano Fedro).
Quem salva é a paisagem ao redor — que é a razão de se vir até aqui —, a boa comida e, até certo ponto, as pessoas. Bem-vindos ao interior do Peru.




Eu achei que houve um quê cômico — e eu não sei se consegui de todo segurar o sorriso — quando a moça da loja me informou que “o centro de Huaraz é todo feito de casas modernas“, traindo ela uma pinta de orgulho.
Eu tenho admiração por quem sabe usar bem as palavras, embora seja sincero demais para dourar a pílula a essa maneira.
Eu havia lhe perguntado o que houve, afinal, à Catedral de Huaraz e onde é que eu talvez achasse algo pitoresco a ver e fotografar. Foi ela quem me falou do terremoto — eu a ouvir aquilo chocado sobre o ocorrido em 1970, e fiquei quase à maneira de Rolando Lero, o personagem da Escolinha do Professor Raimundo que se emocionava ao tomar conhecimento que alguém da História tinha morrido.
Isso, porém, foi só depois de eu me instalar em Zarela e sair para almoçar ali pertinho, chegado eu de Lima pela manhã e aclimatando-me ainda aos 3.000m de altitude em que eu agora estava.

O exterior das ruas de Huaraz pode ser aquela zona pouco agradável aos olhos, mas há interiores muito bem arranjados aqui. Minha pousada era um deles.


Aí na singela pousada, onde a quietude desse interior amplo de vários avarandados se misturava ao arzinho frio da manhã, eu não demorei a sentir os efeitos da altitude. Chegar do nível do mar de repente a 3.000m não é brinquedo. Se os pacotes de batatas ficaram inflados daquela forma, imagine o que não acontece com a fisiologia do seu corpo.
Ah, a altitude! Aquela sensação única, pujante, de que está frio demais na sombra e quente demais no sol, como num mundo de extremos. O sol aqui queima com uma facilidade muito maior que no nível do mar, como as memórias de San Pedro de Atacama não me deixariam esquecer.
Você sobe um lance de escadas — o meu quarto na pousada exigia que eu subisse dois — e fica sem fôlego como se tivesse subido seis. Há uma zonzeira, cabeça pesada e desconforto generalizado para quem não está ainda aclimatado (nem habituado psicologicamente), mesmo que não seja o fim do mundo.

Eu não era marinheiro de primeira viagem no soroche, nome quéchua empregado para o mal de altitude, que pode variar desde versões leves do que eu descrevi até dores de cabeça incontidas, náuseas e vômitos — a depender da constituição de cada um e do que você aprontar por aqui.
Andar rápido demais ou correr, por exemplo, é roubada. Eu já o conhecia de outros carnavais andinos na Bolívia, no Chile e no Peru, mas já fazia tempo desde a última vez — desde antes da pandemia.
Era um atrevimento muito grande, portanto, eu querer já no dia seguinte e no próximo fazer duas trilhas, uma delas bastante exigente. Às vezes a gente se excede, e este aqui seria um exemplo.
Era, entretanto, hora de almoço depois de eu chegar, me assentar, conversar um tanto com Zarela sobre as opções de tour e terminar umas coisas ao computador. Eu pretendia comer e daí dar uns bordejos por Huaraz, finalmente. Queria ver a catedral, a Plaza de Armas e o que mais houvesse.
Por recomendação dela, eu fui almoçar no Mordiscos, um restaurante fenomenal de frutos de mar justo na rua de trás. Como disse Zarela (com razão): “Não deve em nada ao melhores restaurantes de Lima“.
Como eu frisei no post anterior, turismo no Peru que não inclua uma boa mesa está deficitário.


♪ Chove chuva, chove sem parar ♫
O cardápio do Mordiscos era um sonho. Se eu morasse em Huaraz, viria cá pelo menos uma vez por semana até ter comido de tudo. Cogitei até vir de novo, mas não houve tempo. (A saber, eles aceitam só dinheiro, então por estas e outras, para dar os seus mordiscos como pagar o shuttle e os tours, traga soles peruanos consigo em boa quantidade.)
Entre o tempo em que tomei meu chupe, nublou, abriu o sol, nublou de novo e caiu um temporal respeitável que me deixou preso no restaurante.
Embora eu precisasse apenas dar a volta no quarteirão, não estava nos meus planos encharcar o único par de sapatos que eu tinha — os sapatos das trilhas de amanhã e depois. Mis sapatitos, los únicos que tengo, como a camisa na letra do clássico flamenco de Soy Gitano.
Fiquei eu ali a ouvir a rúmbia que tocava leve ali nas mesas à varanda do restaurante, onde às vezes salpicavam uns pingos.

Numa brecha dali a uns 20 minutos, eu escapei, mas a chuva não tardaria a retornar com força e me deixar preso na pousada praticamente a tarde inteira.
Quando eu veria a cidade, afinal, já os próximos dias já estavam ocupados com trilhas de dia inteiro? E para comprar os lanches a ter comigo na trilha de amanhã? Eu via da varanda a chuva infinita cair lá fora e me indagava.
Lá pelas cinco da tarde, a chuva finalmente diminuiu, ainda que um amplo guarda-chuva emprestado da pousada tenha vindo a calhar.
(Eu adoro andar com estes guarda-chuvas grandes parecendo bengala. Lembram-me das aulas de esgrima que eu fiz muitos anos atrás, e fico feito um menino brandindo o guarda-chuva quando ninguém está vendo).


Havia um contraste imenso entre a beleza da paisagem natural das montanhas mais além e a feiúra da cidade, como já ficou claro. Segui eu por aquelas calçadas estreitas onde você vê que o pedestre foi a última das prioridades, a andar ali desviando de bagulhos, entulhos e motos estacionadas.
Parecia que o temporal havia derrubado a energia em alguns lugares, e aqui e ali se viam mercearias — daquelas ainda com o dono atrás de um balcão — na penumbra. Numa destas, com uma senhora silenciosa atrás mais adentro a me olhar, eu vi o papelão com algo escrito a mão dizendo que aqui se vendiam tamales. Regozijei.
Perguntei à senhora se era verdade esse “bilete”, ao que ela me confirmou e perguntou se eu queria que esquentasse — para que eu os levasse calientilos. Claro, como não, senhora.
A quem não os conhece, tamales são como uma pamonha salgada — grosso modo. Uma massa de milho com recheio, em geral alguma pimenta, e fervido enrolado na folha do próprio milho ou de bananeira. No México, há dos dois; aqui, eu esperava para ver qual viria.

Outras destas mercearias eram engraçadas, pois deixavam bem forçoso que os clientes não deveriam entrar. Havia a vendedora ali de pé ou sentada em meio aos produtos, e você que pedisse de fora, com respeito.
Na volta, eu passaria por algumas destas para comprar água em quantidade para o dia seguinte.

A Plaza de Armas de Huaraz como está hoje e o seu entorno
Passou a chuva. Eu pude guardar o guarda-chuva e fazer dele bengala — ou, às vezes, também florete no ar.
Dirigi-me por algumas quadras até a Plaza de Armas, o coração de Huaraz, a ver se algo ali se salvava em termos de beleza.
Pelo menos, a falta de ter o que ver na cidade me deixava menos insatisfeito que a chuva me tivesse retido do lado de dentro quase a tarde toda. A catedral, eu esperava, haveria de valer a pena ver.
Havia um movimento básico de pessoas nas ruas como em fim de expediente, vários a sair de repartições, bancos, e carros que pareciam estar parados durante a chuva a sair agora às ruas.




Achei estranha aquela visão. Esperei encontrar uma catedral colonial — visto que havia sempre uma igreja nestas antigas cidades de colonização espanhola —, e o que vi me lembrou mais o domo atômico de Hiroshima (remanescente da bomba) que qualquer outra coisa.

Tive que me contentar em ver se havia lojinhas interessantes nos arredores e, afinal, mercearias onde eu pudesse comprar umas empanadas ou outros lanches a levar na manhã seguinte na trilha.
Não há muitas lojinhas turísticas, advirto-lhes. Há agências apregoando passeios, mas estes eu já havia arranjado com Zarela na pousada por um preço mais interessante. (Nos posts seguintes, das trilhas, eu falarei sobre quanto me custou cada uma).




Circulei ali um pouco por aquela Plaza de Armas cheia de poças d’água pelo toró de muitas horas que havia justo acabado de passar, e me fui a uma padaria ali perto. Eu estava praticamente fazendo uma amostragem de lanches para ver qual o melhor e a ser repetido para a segunda trilha. (Cientista faz dessas mesmo quando não está no expediente).
Eu já havia comprado umas numa lanchonete chamada Marnier (que se revelaria a campeã, adianto-lhes), daí me detive numa outra para tomar um suco, e por fim fui dar numa padaria mais corriqueira, de esquina e com cara mesmo de padaria de bairro, onde eu esperava comprar algo doce — e quem sabe mais algumas empanadas. Aos poucos, eu ia montando minhas provisões (e acho que já tinha até coisa demais).
Identifiquei alguns biscoitos com doce em cima na vitrine e fui ao caixa, pondo-me detrás de uma policial.
— “Bienvenida, Marcelina”, achei que a moça do caixa disse à guarda, certamente uma freguesa. Quando chegou a minha vez, ela entretanto repetiu a mesma coisa. Achei que estivesse se apresentando, por cortesia. “Bienvenido. Marcelina.” Depois, me dei conta de que eram as boas-vindas a todos os clientes que chegavam. “Bienvenido a Marcelino’s“. Marcelino’s era o nome do lugar.

A festa inesperada
Voltei para casa já no escuro, comi o tamal (que estava até bonzinho), e sobre as duas trilhas eu lhes falarei em detalhes nos posts seguintes. Fechei passeios com Zarela para a Laguna Parón e para a Laguna 69, cada qual por 60 soles (o equivalente a €15 ou R$ 94).
Fecharei este post dizendo que voltei ainda a circular ali por aquele centro de Huaraz, já que os microônibus dos tours o deixam de volta por aqui — não mais na acomodação de cada um.
A verdade é que não há muito a ver em Huaraz, apenas alguns lugares onde satisfazer os prazeres da gula (como o Mordiscos e a sorveteria artesanal Granizo, que convenientemente fica logo em frente).
Foi nessa que com a cidade seca num desses retornos, eu senti o cheiro de palo santo na rua. Deparei-me depois com uma multidão de pessoas em trajes diferenciados, o que inicialmente achei que fosse um casamento de alguém graúdo na cidade. Visto que muitos estavam de roxo, mudei meu palpite para o funeral pomposo de alguém.


Não se revelou nem uma coisa nem a outra. Acheguei-me a duas mulheres de meia idade que pareciam saber do que se tratava e perguntei.
Tratava-se da festa do Senhor dos Milagres, que eles aqui chamam de Cristo moreno, Cristo de Pachacamilla ou ainda de Jesús de los milagros morado. Morado é o termo espanhol para esta cor púrpura.
Refere-se a uma pintura de Jesus feita por um escravo negro ainda no século XVII e que resistiu mesmo aos maiores terremotos que acometeram o Peru naquele século. A pintura original fica em Lima, mas há réplicas veneradas por todo o Peru e mais além.
As simpáticas mulheres — que, eu depois vi, estavam de roxo como outros tantos — me explicaram que é uma festa que se realiza todo mês de outubro com procissões. Elas se apresentaram como Amelie e Negrita, senhora de feição andina que se apresentou pelo apelido e cujo nome eu nunca soube.


Eu cheguei a comentar disso, e Amelie exprimiu que, “agora que o papa é peruano”, tinham fé que a catedral nova ficaria pronta logo, “ano que vem“. A ver.
A quem quiser uma palhinha melhor do que estava acontecendo, com o som das trombetas, eu fiz um curto vídeo abaixo.

Eis Huaraz na sua simplicidade sem atrativos
Ah, América Latina! Achei curioso dizerem que eu teria passado por peruano se não fosse o meu cabelo longo. Ora ora. De fato, nem todos aqui têm esta cara andina típica. (Amelie teria passado por espanhola, italiana ou brasileira noutro lugar).
Andei, andei, e num destes outros dias me descobri um picolé de maracumango, já que aqui andam misturando maracujá com manga, e fui na Granizo tomar um sorvete deles. Havia uns sabores bem curiosos, tipo maçã ao forno (manzana al horno), que eu não resisti em pedir.
Eles fazem uma festa danada do sorvete de turrón, que é típico daqui e específico do mês de outubro — e a moça peruana que veio depois de mim pediu —, mas me pareceu daqueles doces de mercearia (coloridos e dulcíssimos) feito em sorvete.




Sabemos que estes chavões de marketing tipo “Caribe brasileiro” ou “Suíça peruana” são sempre forçados e não devem ser levados ao pé da letra.
Claro, a semelhança com a Suíça aqui não está — nem nunca se pretendeu que estivesse (espero eu) — na parte urbana, mas nas montanhas. (Ainda assim, é um baita exercício da imaginação). Na prática, cada lugar é único.
O chamariz daqui, claro, está nas trilhas, mas eu não queria passar sem lhes mostrar um pouco do que Huaraz é — na sua simplicidade mundana, na sua falta de atrativos após o terremoto que a devastou e deixou só esse fusca.
Amanhã, preparem-se para começarmos a subir. A Laguna Parón a 4.200m de altitude nos esperava. Espero que já tenham se aclimatado.





Que espetáculo essa paisagem de abertura… surreal para o Peru… Não esperava que o Peru tivesse uma região assim…acostumada com a aridez do sul, fiquei surpresa de ver tanta beleza nessas montanhas nevadas e nevoadas e com essa água de um azul divino… belíssima!… Um espetáculo… parece mesmo a Suíça com suas belas montanhas… E que belas águas… Uma maravilha…
E ainda mais bonita por conta da presença do sol e do céu azul…Uma beleza.
Achei chic o microônibus…
Interessante essa referencia ã língua inca, Não sabia que havia descendentes que ainda a usavam…
Com certeza as Américas ja eram habitadas antes dos europeus chegarem aqui.
Lindinhas essas fotos da cidade com suas cores e casas coloniais, seu céu azul e suas montanhas nevadas…
Vjlgen,… que horror… que pena… e que realidade desagradavel… Pelo visto pouco ou nada restou da sua antiga estrutura…
De resto parece ter ficado parecida com outras pequenas cidades peruanas, com pouca ou nenhuma organização social e econômica e seu povo vulnerável.
E essa altitude, heimmm… misericórdia… e seus efeitos…
Verdade: se causa esses efeitos nas coisas, imagine no corpo … Deus me livre…
Linda a pousadinha: são alegres, arrumadinhas, bem decoradas, simples e aconchegantes,
Lembro de uma em Santiago, assim, muito agradável. Uma riqueza!…
E que comilança linda… parece ótima.
E que cara de terrivel, essa tal kola hahahaha
Coitada da cidade, ficou horrivel…Parecendo Puño ou Juliaca…
Esses produtos populares do Peru são uma preciosidade. Lindos…
E esses chspeus são patognomônicos…hahaha
Adorei a figura do jovem viajante com um sombreiro azul hahaha ficou ótimo…charmoso…pitoresco…haha
E que chuvarada, heimmm
Ohhh…tamal…saudade do tamal do Méxicp… que maravilha…
Espero que esteja bom.
Vilgen que ha lugares onde não se pode entrar…
Bonitinha a Plaza de Armas e as portas da Prefeitura…
Jardim arrumadinho e, afinal a Catedral.
Nossa, que susto… Lembrei do Domo de HIroshima…nossa… ave maria
A fonte, a pracinha e o jardim são bonitinhos.
Curiosa essa Procissão em outubro…
Interessantes a comemoração e o sentido do evento..Essas manifestações populares são muito importantes, Motiva e une o povo.
Linda a lhama.
Impagável a cara do viajante degustando o picolé típico da região… ótima…hahaha
O sorvete então deu água na boca…
ahahaha adorei o fusca sobrevivente do terremoto… Jesus…
Bom conhecer a cidadezinha.Vamos lá.
Vamos que vamos.