Budapeste continua a ser praticamente o único lugar da Hungria onde você ouve estrangeiros, e os estrangeiros continuam em sua maioria a tratar a Hungria como se esta fosse apenas Budapeste.
É curioso notar como a capital húngara se tornou um certo “ponto de encontro” e refúgio de expatriados que querem algo mais alternativo na Europa. Entrou no roteiro do turismo estrangeiro, mas retém um certo ar de segredo escondido, de cidade “lado B” que uma Barcelona ou Bruxelas não têm.
Eu amo a capital húngara, e acho que deixei isso claro na (longa) postagem que fiz há um tempo atrás sobre as minhas passagens por Budapeste, assim como no meu ranking de capitais europeias preferidas. Eu tenho aos poucos procurado descobrir cada vez mais também do interior do país, mas se na Itália todos os caminhos levam a Roma, aqui na Hungria quase todos os caminhos nos trazem a Budapeste.
Foi assim que eu retornei aqui neste Natal numa passagem curta, entre uma cidade do interior e outra, mas tempo suficiente para outra vez provar de algumas coisas daqui mesmo neste tempo invernoso de dezembro.

Eu nunca vou me esquecer de ter ido a Viena pela primeira vez animado para — finalmente — ver de perto o rio Danúbio, incensado que estava por valsas vienenses famosas, como O Danúbio Azul, para descobrir lá que o Danúbio passa apenas nos arrabaldes da cidade, e você precisa tomar o metrô até longe para vê-lo.
Daí veio Budapeste, poucos dias depois — como aquela pessoa que lhe dá o que você precisa após uma decepção — e me entrega aquilo que eu procurava: o rio Danúbio belamente cortando a cidade, com vistas urbanas e uma linda ponte que você cruza a pé. Eis o que eu procurava, e que Budapeste me deu. Vai ver já estava escrito nas estrelas.


No lado de Buda — e uma visita à célebre Igreja de Matias
Eu, desta vez, chegava excepcionalmente pelo lado de Buda, vindo de Székesfehérvár na estação ferroviária Budapest Déli, que inevitavelmente me fazia pensar na capital da Índia. (A Hungria parece boa nestas pseudo-referências ao Oriente.)
Déli refere-se a “sul”, ao passo que as demais estações que eu já conhecia — Nyugati e Keleti — querem dizer ocidental e oriental. O húngaro, não sendo uma língua indo-europeia, tem deste exotismo sui generis, e aí mora também parte do seu fascínio.
Buda e Peste são um tanto distintas, como qualquer húngaro aqui lhe dirá. Buda é cheia de altos e baixos, ao passo que Peste é plana. Peste tem o ar vibrante do centro da cidade moderna, ao passo que Buda é quase uma Petrópolis, com seu ar quieto, retirado e meio aristocrático em algumas partes. São charmes distintos.
Dito isso, tudo sofreu com o meio século de modernismo comunista pouco criativo, então Budapest Déli está longe de ser bem uma obra de arte (nada comparável a uma Milano Centrale ou à estação ferroviária de Antuérpia); mas por detrás dessa camada, e até por entre ela, você sempre encontra algo recompensador aqui em Budapeste.



Quase todo mundo fica hospedado em Peste e visita Buda atravessando a célebre Ponte das Correntes sobre o Danúbio, mas nós já estávamos no lado de Buda, e daqui há outros caminhos — mais residenciais, menos turísticos — por onde se seguir até o alto, onde fica a cidadela dantes murada onde ficam o castelo e a Igreja de Matias.
Buda tem colinas, e suas colinas têm parques, que mesmo no inverno reservam certo charme de natureza. Aqui, estes parques se misturam às antigas estruturas de muralhas que havia.
Na longa subida até o alto de Buda, deu até para parar e tomar um café no Rojt és Bojt Coffee, que recomendo. Fomos até recepcionados com um “Bom dia!” abrasileirado do atendente húngaro, que parecia ser o dono, após ele nos ouvir falar português. Ouviu-se gente do Brasil aqui antes, certamente.
Havia umas colombianas numa outra mesa, e eu ia percebendo como Budapeste está mesmo nas graças dos estrangeiros (e talvez, especialmente, dos latinos, que vibram com o ânimo que há aqui), mesmo nestes locais aparentemente recônditos.

Subimos, e subindo chegamos à área da cidadela. Sendo ainda o tempo natalino, não faltavam barraquinhas — nem turistas tirando fotos — nas praças principais. O centro principal era aquele metiê que fica entre o Bastião dos Pescadores (com vista para o Danúbio e Peste do outro lado) e a Igreja de Matias.
Eu nem sempre entro na Igreja de Matias, atualmente paga (e custosa, a então 3.100 florins húngaros, o equivalente a €8), mas desta vez, eu estava em generoso clima de Natal e resolvi pagar. Vale a pena, ao menos uma vez para você conhecer.
Venhamos dar umas voltinhas aqui nesta parte principal de Buda.


Matias, o maior rei dos húngaros
Matias, a quem estiver perdido na fila do pão, refere-se a Matias Corvino (1443-1490), um dos mais famosos reis húngaros. Localizado entre o Sacro-Império Romano Germânico a oeste e o Império Turco Otomano em franca expansão a sul e a leste, ele conseguiu fazer frente aos dois nos Bálcãs, nesta Europa Central, e levar os húngaros à maior extensão territorial que já tiveram.
Ele tinha uma esposa italiana, Beatriz de Nápoles, que junto consigo trouxe o humanista Antonio Bonfini para a corte, e com isso Matias se tornou o primeiro monarca a promover o Renascimento fora da Itália — décadas antes de o movimento se instalar na França, por exemplo.

Ele deixou de legado, por exemplo, a Bibliotheca Corviniana, que à sua época era a segunda maior em toda a Europa, atrás apenas da biblioteca do Vaticano.
Além disso, estabeleceu o primeiro exército profissional da Europa, que à época ainda tinha o hábito de convocar as milícias dos nobres em tempos de guerra.
Leitor das ações de Júlio César na sua juventude, Matias estabeleceu então um exército que ficou conhecido como Legião Negra (não se sabe bem o porquê do nome, mas não, não havia africanos nela), que foi instrumental para as vitórias que ele obteria ao longo de sua vida.
Matias chegou a ter embates com — e a capturar — Vlad o empalador, o Drácula, que era seu vassalo mais a leste na atual Romênia, e chegou a tomar Viena dos austríacos e a fazer dela a sua capital em 1485, levando o sacro-imperador Frederico III a apelidá-lo de “o segundo Átila”, comparável ao rei dos hunos, que havia acossado os romanos na Antiguidade. (A saber, a alcunha de “Húngaro” é em referência aos hunos. Os húngaros eles próprios referem-se a si mesmo como magiares.)
Matias morreria aos 47 anos, sofrendo de gota nos pés e tendo um infarto após comer um figo podre, que as más línguas dizem ter sido provavelmente envenenado. Com a sua morte, a Hungria acabaria enfraquecida, e em 1526 cairia sob os turcos na Batalha de Mohács. Buda foi capturada, e os escritos da Bibliotheca Corviniana foram levados a Istambul, onde permanecem até hoje.
Viena, três anos depois, em 1529, foi quem conseguiu resistir e deter o avanço das forças otomanas de Suleiman, o magnífico, e com isso, sob os Habsburgo, acabaria ganhando a preponderância que ganhou na Europa Central nos séculos seguintes.
Voltando à Hungria, esta igreja já existia antes do rei Matias.
Ela supostamente data desde 1015, tendo sido — segundo a crença — fundada pelo próprio santo rei Estêvão, o primeiro rei cristão dos húngaros. Ela já viu, porém, incontáveis reformas ao longo dos séculos. Seu nome oficial é Igreja da Assunção do Castelo de Buda, mas a partir do século XIX ficou com a alcunha de “Igreja de Matias” por conta das reformas feitas por ele no século XV.
Eu daqui a pouco lhes mostro ela por dentro (é provavelmente a igreja mais bela de Budapeste), mas primeiro, vamos dar uma volta aqui pela área externa.


Eu expliquei mais sobre este Bastião dos Pescadores na minha postagem anterior sobre Budapeste. Dizem que, na Idade Média, era a guilda dos pescadores a responsável por proteger esta seção da muralha voltada para o rio Danúbio.
A estrutura atual data dos idos de 1900, época da arquitetura neorromânica, quando este estilo de arcos redondos e retoques meio romanos, meio bizantinos, voltou a estar em voga na Europa.






No interior da Igreja de Matias em Buda
Embora esta igreja date do século XI, ela foi reformada após a invasão mongol à Hungria no século XIII, e são do século XIV os detalhes floridos que hoje se veem no seu interior.
À época, estava em voga o chamado gótico tardio, mais florido e enfeitado — flamboyant, como se diz às vezes. É também influência do gótico italiano, que nunca foi tão austero e sombrio quanto aquele a norte dos Alpes.
Obtive o meu ingresso numa bilheteria por entre a feirinha de Natal, e entrei.
As primeiras impressões já são notáveis, por sob arcos góticos plenos de figuras que misturam passagens bíblicas e antigos monarcas húngaros. Um rei e sua rainha, inclusive, estão enterrados aqui numa das capelas laterais.



Você é capaz de circular ali naquele palacete de cores e levar um tempo bom olhando as várias artes nesta ou naquela parede, nesta ou naquela capela lateral.





Você passa uma boa meia hora zanzando por esta igreja. Numa das capelas laterais, tem-se ali “o Béla adormecido” e sua rainha.
Béla é nome masculino em húngaro, embora um tanto demodê hoje em dia. Acho que o mais famoso representante dele no Ocidente seria Béla Lugosi (1882-1956), ator que ficou entronizado pelo seu papel clássico como o Drácula por excelência no filme homônimo de 1931.
Algumas pessoas supõem que ele era italiano (e leem seu sobrenome como se fosse “Lugózi”), mas ele era húngaro (e seu sobrenome se lê LÚ-go-shi, como bem me corrigiu uma amiga húngara outro dia desses).
O Béla cujos restos mortais estão aqui é o rei Béla III (1172–1196) e sua finada esposa Inês de Antioquia (1154-1184), que hoje têm um sarcófago enfeitado na Capela da Santíssima Trindade dentro da igreja. Dizem que Béla foi o monarca mais rico da Europa no seu tempo.

Aos que quiserem dar uma espiadinha antes de deixarmos Buda e passarmos a Peste, eu fiz um breve vídeo do coral juvenil que ensaiava suas notas dentro da igreja quando eu a visitei. Não deixavam de ser cânticos algo angelicais naquelas vozes.
É curioso que, nos filmes de antigamente, às vezes os produtores ocidentais usavam o húngaro — plenamente incompreensível à grande maioria da audiência — como a língua do capeta, quando punham gente possuída “falando em línguas”, como gostam de dizer os pentecostais.
No seu livro Budapeste (2003), Chico Buarque também engrossou esse caldo, sugerindo que o húngaro “é a única língua que o diabo respeita”. (Meus amigos húngaros acharam divertidíssima essa noção).
Naturalmente, a língua se empresta muito bem também aos cantos angelicais, eu notei. (Alemão ou árabe são muito mais ríspidos.)
No lado de Peste, entre Gerbeaud e os Meninos da Rua Paulo
Cruzando a Ponte das Correntes
Descer era preciso, pois que Buda fica no alto. Passei ainda por uma barraca amadeirada vendendo pedaços de torta húngara, mas você as acha em melhor qualidade lá no lado de Peste em casas especializadas, para onde iríamos.
Uma longa escadaria penetra o que um dia foi a muralha de Buda. Hoje, descem turistas, entrando pelo Bastião dos Pescadores e aos poucos fazendo a curva, debaixo daqueles tijolos úmidos com cheiro de túnel molhado, degrau a degrau até alcançar a parte externa que cruza um parque. É uma via simpática, seja subindo ou descendo, a quem puder se eximir de usar o funicular pago.





Voltas por Peste: A Confeitaria Gerbeaud
Há inúmeros lugares a se ver em Peste, como cheguei a descrever em maior detalhe na minha longa postagem anterior aqui em Budapeste. Há museus, a catedral, os chamados “bares em ruínas” (ruin bars), etc.
É uma realidade bem distinta de Buda. Se lá havia aquele quê histórico, com referências à Hungria monárquica de outrora, este lado de Peste — que é bem mais recente — se edificou apenas do século XIX para cá. Tem largas avenidas, prédios Art Nouveau, o Parlamento, praças, calçadões, e casas finas onde tomar algo.
Que fique claro, portanto, que não é uma Chicago da vida, uma cidade do século XX, mas uma cidade cujo centro aristocrático ainda data do apagar das luzes do tempo imperial, quando ainda havia gosto e flair na arquitetura das construções. Embora nova em comparação com Buda, o lado de Peste é ainda assim uma cidade de antes da praticidade, do tempo em que se gastava dinheiro com beleza nas cidades e construções.
Há muito o que ver em Peste. O que eu não poderia — e não queria — deixar passar desta vez foi uma visita à Confeitaria Gerbeaud, ali mesmo perto de onde o deixa a Ponte das Correntes.



O gerbeaud [que se leria gerbô, mas que os húngaros, antítese dos franceses na fonética, e que enfatizam sempre a primeira sílaba em todas as palavras, falam GÉR-bô] é um bolo que foi criado aqui nesta confeitaria no século XIX e que se tornou um clássico da doçaria húngara. Ele me foi apresentado há uns 15 anos atrás, e desde então eu preciso de doses de reforço pelo menos bienais, senão padeço de desgosto e desconsolo.
O gerbeaud é um bolo do tipo schnitt (“corte” em alemão), um dentro muitos tipos que há aqui na Europa Central, bolos de muitas camadas finas e que são servidos em fatias retangulares. Neste caso, temos geleia de abricó (damasco) e uma cobertura de chocolate, que alguns preferem quentinha e outros argumentam que melhora após uma noite na geladeira.
Este gajo que vos escreve, já viajado a esta altura por 135 países, não tem a menor reserva em vos dizer que a Europa Central supera todas as demais regiões do mundo em matéria de bolos e tortas. Adoro o meu bolo de aipim quando retorno à Bahia, não dispenso uma Marta Rocha quando vou à Dois Corações em Curitiba, mas em termos de diversidade e excelência, a Europa Central é campeã.
Nem todas as doçarias são competentes — desapontei-me amargamente com a linzertörte do lugar original em Linz, na Áustria, e que até eu faço melhor — , e é claro que quase tudo sai melhor se feito em casa por quem sabe fazer, mas o pedaço de gerbeaud aqui não deixa a desejar. (“Sabe quando eu não gosto? Quando eu não acho“, dizia a minha finada avó).


Os Meninos da Rua Paulo
Se existe um livro mais famoso nesta terra de vencedores do prêmio Nobel de literatura, é o singelo Os Meninos da Rua Paulo (A Pál utcai fiúk no original), que muita gente nem sabe que é húngaro.
Eu cresci com minha mãe comentando sobre esta obra, sobre como este livro de 1907, traduzido e publicado no Brasil em 1952, depois marcaria a sua infância e dos seus amiguinhos na rua. (Um deles é o meu pneumologista, médico vetusto já, pois a vida passa e as crianças um dia envelhecem, mas não aquilo que levavam de singelo dentro de si).
O romance versa sobre um grupo de amigos num bairro da Budapeste do fim do século XIX, que entretanto poderia ser qualquer lugar — a sua cidade, a sua rua, ou o fictício bairro do Limoeiro onde se dão as histórias da Turma da Mônica. (Nunca vi nada a respeito, mas não ficaria surpreso se soubesse que Maurício de Sousa leu e se inspirou na obra do húngaro Ferenc Molnár.)
Há um breve monumento cá em Budapeste a esta obra que marcou época e gerações, e muito embora eu já tivesse vindo cá múltiplas vezes, nunca tinha ainda ido vê-lo. Desta vez, eu resolvi fazê-lo.

Aqui ficava a escola. A própria Rua Paulo (Pál utca), embora eu não saiba dizer se é exatamente a mesma do fim do século XIX, fica a curta distância daqui.
A cidade, claro, se transformou, e ainda antes de voltar ao centro de Peste eu acabei presenciando ali, naquelas imediações, um par de músicos de rua que encantava e resistia às barulheiras da cidade grande. Gravei um trecho que vocês veem abaixo. Também é Budapeste.
Terminando, com a feira de Natal no centro de Peste
Eu concluía a minha estadia, esta breve re-passagem pela capital húngara neste período natalino, dando o necessário bordejo pela feirinha de Natal que sempre tem lugar nas imediações da catedral e praças próximas.
A catedral de Budapeste é a Catedral de Santo Estêvão, uma edificação imensa — que é da exata mesma altura do prédio neogótico do Parlamento Húngaro, ambos sendo as edificações mais elevadas deste lado de Peste, por lei.
Luzes e arcos redondos da virada do século XIX para o XX marcam as ruas do centro de Peste. Caía uma neve espessa, daquela bem molhada que de imediato derrete no chão e não se acumula. Fazia um vento de inverno, mas havia vibração e movimento naquelas ruas.
Eu deixo vocês com algumas fotos da ocasião. A noite já havia caído. Não me demorei tanto assim. Voltei de metrô ao hotel, e no dia seguinte eu ainda iria para mais uma cidade do interior — a conhecer o desconhecido do interior húngaro — antes de deixar o país.











Belíssima, Buda.!…E que ruazinha charmosa…quietinha, bem cuidada e linda…
Que maravilha essa bela e majestosa Igreja.. um espetáculo…bela construção… lindas rosáceas… estilo charmoso e imponente !…
Interessante essa informação sobre o Renascimento fora da Itália…
Notável esse Rei…apesar de pouco conhecido aqui no Ocidente. Os livros pouco registram essas figuras , o que penso ser um grave lapso.
A denominação dos húngaros como maggiares chegou ao ocidente através do futebol: a famosa seleção Maggiar.
Coitado do Rei Mathias…
Linda aa feirinha de Natal de Buda . Charmosa e colorida.
Destaque para a bela figura montada ao fundo.
Que espetáculo essa imagem da Igreja com a do monumento em homenagem ao Rei Estêvão… maravilhosa..
Belíssimos esses arcos góticos…
O jovem viajante tem razão: são muito semelhantes com os arcos existentes nas mesquitas…
Adoro essa arquitetura.. Belo arco redondo… linda imagem…maravilha, meu jovem viajante…
Magnifica essa vista do poético, cantado em prosa e verso, do famoso Danúbio!… lindo, com Peste no fundo… Um verdadeiro Cartão Postal…
Ihhhh que beleza… o jovem viajante exibindo o seu charme, na linda paisagem, diante desse majestoso Danúbio ao fundo com a linda Peste atrás. Uau!… Que charme!… um espetáculo à parte.. hahahaha
Belíssimo interior! … Preciosos adornos e decorações! … Iluminuras e alegorias.. lindíssimas… um primor…
E coitado do idioma húngaro…hahahah … Jesus…
Lindo coral!… bela melodia… vozes angelicais…lindos cânticos, uma apoteose natalina…
Ave-Maria… que Ponte linda é essa, meu jovvem amigo?…Um monumento… linda…
Peste: bela, elegante, arrumada, moderna, charmosa..
Vê-se que prima pela classe e bom gosto…
E que maravilha essa confeitaria…deslumbrante…parece que voce entra na máquina do tempo e de repente vai encontrar por lá os húngaros históricos, famosos…Um deslumbre.. chiquérrima… beleza pura…
E o jovem viajante transmite bem a felicidade por estar a saborear tamanha delícia.. ótima aparência…parece ser boa mesmo hahaha olha a cara do viajante…
Ahhhh…os amados e inesquecíveis Meninos da famosa Rua Paulo…e seu pequeno herói, Nemetcheck (nao sei como escreve hahaha)…e seus valentes companheiros.. meninos maravilhosos.. que enfeitaram e entusiasmaram a juventude de tantos jovens no mundo inteiro. Lindos!… saudades e agradecimento. Grande escritor…
Linda e memorável postagem!… magnífica cidade…
Parabéns, meu jovem e talentoso viajante…
Amei ver e rever Budapeste.
Certamente uma das mais belas desse nosso mundo de hoje em dia…
Que venham mais belezas.
Obrigada.!… Fantásticas essas viagens e postagens.
Grande abraço!…
Inesquecíveis: Puskas e a selecao de ouro dos anos 50. maravilhosos.