Eis aqui um dos passeios mais clássicos a se fazer na China: um mini-cruzeiro pelo rio Li, detendo-se em Yangshuo, cidadezinha pitoresca circundada por montes e verde, a coisa de menos de 2h de carro ou 3h de barco de Guilin. Quando se fala em visitar Guilin, é na verdade Yangshuo o chamariz.
Não a confundamos com Zhangjiajie, a inspiração dos 5 picos magistrais de Rozan em Os Cavaleiros do Zodíaco e de cenas do filme americano Avatar. É que todo este sudoeste chinês é marcado por estas paisagens cársticas, como se chamam esses cumes agudos na geologia. Só que aqui em Yangshuo, é possível navegar entre eles.
Você não precisa agendar nada com muita antecipação. Basta planejar sua estadia em Guilin com um dia inteiro guardado para este bate-e-volta, e reservar o passeio uns 3-5 dias antes pelo Trip.com. Não é caro. Há quem opte por pernoitar em Yangshuo, mas eu não vi razão para isso.
Aqui embarcamos no que me foi uma aventura curiosa, com paisagens das mais deslumbrantes por onde passei, simpatia chinesa acima do esperado, mas nada já mais tão quieto e isolado quanto talvez se imagine. Como sempre, trabalhamos aqui com a realidade como ela é, então cheguem mais.

A logística do passeio
Antes de eu enveredar pelos detalhes da minha experiência, deixem-me primeiro explicar a quem tiver interesse em realizar este passeio.
Não se deve perder tempo com os carésimos tours oferecidos por agências online ocidentais que se encontram Google afora — são meros revendedores careiros, na maioria das vezes. Os operadores, na prática, são 100% chineses.
Como tampouco é algo que se possa realizar de modo independente, o melhor é reservar uma das muitas opções oferecidas no chinês Trip.com, um dos aplicativos úteis a se ter numa viagem pela China.
Só que há vários, então eu recomendo aqui aquele que eu usei e que me satisfez. Há também alguns detalhes que vale a pena entender, para não comprar gato por lebre.

Os tours todos aqui funcionam da seguinte forma: é preciso primeiro se dirigir às docas de onde parte o cruzeiro, que não é exatamente de Guilin, mas a mais de 1h de estrada. Então você quer um tour que inclua esse traslado pré-cruzeiro, de preferência que o apanhe no hotel.
Segundo, o cruzeiro costuma ser só de ida (até Yangshuo, onde todo mundo desembarca). Leva de 3 a 4h, seguindo deliciosamente vagaroso pelo rio, e tende a incluir almoço (certifique-se, como consta neste caso aí no título).
Os cruzeiros três estrelas são em barcos mais simples e almoço pré-pronto empacotado. Os quatro estrelas (que recomendo) são em embarcações mais confortáveis e almoço bufê livre. A diferença de preço é pequena.
Por fim, você precisa saber como vai fazer para voltar de Yangshuo para Guilin. A maioria larga você em Yangshuo ao Deus-dará, mas os melhores — como esse acima — dão a opção de um traslado suplementar de retorno de van, com vários horários de saída de Yangshuo até Guilin.

Acerca do custo, ele não varia muito. Este que lhes digo, de quatro estrelas com o traslado de ida ao porto já incluso, saiu-me por ¥568, o equivalente a €70 ou cerca de R$ 430. É um dinheiro muito bem investido.
O traslado de volta, suplementar, você precisa marcar na hora da reserva, aí será contatado (no meu caso, por e-mail, já que WhatsApp não é corriqueiro na China) e faz o pagamento por fora, via AliPay ou WeChat com um código que eles o enviam. Saiu-me por ¥60, o equivalente a € 7,50 ou R$ 45 — outro dinheiro muito bem investido. Eles têm vários horários disponíveis.
Você verá ali algo sobre idioma, com inglês, mas não caia no conto de que haverá alguém falando em inglês com você. Não há guia neste passeio, nem você tampouco precisa. Há apenas um serviço de mensagens pré-gravadas em inglês sobre o trajeto no barco (o que basta, pois o importante mesmo ali é o visual).
O barco tem tanto área externa quanto interna, com assentos confortáveis onde você pode se espraiar e só ver a paisagem pela janela, caso se canse do vento lá de fora. É uma viagem ligeiramente insólita, de você ali, exótico, entre os chineses. Mas tudo isso faz parte da experiência, deixando você a sós com os picos, a se concentrar na paisagem.

Zarpando de Guilin
Nem só do pão vive o homem, muito menos na China
Eu procurei uma bodega que estivesse já aberta antes das 7h da manhã para tomar algo antes de sair. Minha acomodação em Guilin não incluía café da manhã. Tinha uma cafeteria anexa que só abria às 8h, mas às sete eu precisava já estar pronto aguardando o transporte. Fui então à rua, e achei um lugar de esquina com espírito de padaria quando abre.
Duas mulheres de uniforme vermelho, máscara e boné estavam já rápidas picando coisas atrás do balcão. Não faziam o jeito moças jovens de rede de fast food, mas de tias cozinheiras que não gostam de ser atrapalhadas e que querem que se diga rápido o que quer.
Por sorte, os cardápios aqui costumam ser visuais, com fotografias, embora nem sempre dê para distinguir o que realmente é aquilo. Pedi um lá que me pareceu mais colorido e menos óbvio na sua ênfase em carne. Tudo saía por 12 yuan, menos de 10 reais ou de 2 euros.
O que me viria? Hesitei em traduzir. Às vezes a ignorância é uma benção. (Temi que me servissem caracóis, que eu vi serem consumidos com muito gozo nesta região).

Os ares podiam ser da padaria da esquina, só que de conteúdo diferente: nada a ver com pão, tudo a ver com sopas de macarrão. Fiz o pedido de um, e me pus a esperar na mesa.
Dali a pouco, chama-me a tia com um “Hello!”, a palavra em inglês que eles aqui na China mais sabem. Não aquele hello animado dos Beatles, mas um hello de “olha o seu aqui já, ó, venha buscar”.
Peguei então no balcão aquele prato de sopa que já veio gorduroso até pelo lado de fora quando você pega. Ela me indicou na velocidade da luz uma guia de coisas que eu adicionasse à vontade à sopa: tempero verde, pimenta moída, etc. Servi-me.
Eram 7h da manhã. Um outro cliente arrotava abertamente, como que a dizer que acordou.

O trajeto de Guilin até o porto
Sim, a sopa estava boa, com gosto de caldo quente de sabor cebolinha e pimenta. Não me demorei, e retornei à acomodação ali perto, aonde tampouco o transporte demorou a chegar.
O motorista apareceu no horário numa daquelas bestas asiáticas cor branca precisando de uma lavagem. Tio de seus 50 e poucos anos, óculos redondos de bibliotecário e rabinho de cavalo de leitor de mangá solteirão. Usava uma argolinha cinza numa das orelhas e tinha o rosto esburacado de quem teve muita espinha quando adolescente.
Ele tinha consigo um ar de decisão, de quem estava disposto ali mesmo a combater o mal, que se houvesse amanhã uma invasão alienígena, ele se prontificaria a ser um dos líderes da resistência.
Tudo isso, entretanto, eram só impressões. Nada que ele dissesse, pois nada falou. Eu fui o primeiro passageiro. Entrei na besta, eu sentado na frente com ele, e tomamos rumo.

Ele se revelou daqueles motoristas que tomam Biotônico Fontoura de manhã e chegam já animados, estalando os dedos enquanto a música toca. E que música tocava — alto. Parecia abertura de seriado japonês de super herói dos anos 80, tipo Sharivan, Jiban, um desses. Aquela coisa determinada, policial do espaço, levada ao vivo por um cantor coroa de empolgação jovial na multidão.
Ele próprio certamente se cria assim, pois buzinava ao volante como eu nunca vi na China. Mais até que no Brasil. Equivalia quase a torcedor em carreata quando o time se futebol e campeão. Ia costurando, ziguezagueando as motos como em perseguição (o que não faz uma aspiração juvenil não concretizada de tornar-se policial do espaço…).
Quando não fumava, chupava balas cuja embalagem ele soltava pela janela sem hesitação. Ventava, aquela temperatura de inverno do Brasil tropical, úmido com seus 21 graus.
Não demorou a pararmos na frente de um café. As ruas, lembrando-me de Hanoi, tinha enxames de motinhas, ainda que algo menos que nas proporções de enxame bíblico da capital vietnamita.

Ao que paramos o carro diante de uma cafeteria, ele fez uma ligação em chinês que obviamente foi para saber onde estavam os passageiros faltantes. Ele então desceu pra fumar, e me ofereceu um cigarro.
Recusei, mas aproveitei um pouco para esticar as pernas, até que surgiu uma família chinesa formada por um casal de seus 35 anos e os pais de um deles, na casa dos seus 60. O rapaz, sentado atrás de mim, perguntou de onde eu era e disse que vinham da Mongólia Interior, outra das Regiões Autônomas da China.

Tomamos rumo novamente, o herói agora se pondo a mascar nozes de bétele (betelnut), que eu identifiquei pelo cheiro. Sei que não é algo conhecido da maioria dos ocidentais, mas é a quarta substância viciante mais usada no mundo, depois do álcool, da cafeína e da nicotina.
É um estimulante, comum no Sudeste Asiático, no norte da Índia e pelo visto também aqui. Deixa a boca com uma cor de barro linda, e é “ótimo” para os dentes.
Tem um cheiro inconfundível, e o motorista meteu logo umas três na boca.
Afundou o pé, sempre com o seu ar sóbrio de quem está plenamente no controle, no que levaríamos ainda uma boa hora de estrada até ao porto — que não é perto de Guilin, mas a uns bons 30 Km da cidade.
Eram 08:50 quando finalmente chegamos à margem do rio Li.

Havendo-me no porto
O porto aqui não é algo simples, e o contato com o rapaz da Mongólia Interior se revelou útil, pois ele me orientou um pouco por onde ir. Primeiro, o motorista vai lá obter as passagens, depois é preciso passar por um detector de metais, e em seguida, achar o barco certo.
Ao que desembarcamos, o motorista heroico solicitou meu passaporte e desapareceu com ele lá adiante. Ainda bem que era do tipo que resolve as coisas (com confiança), e parecia bastante habituado aos trâmites aqui. Conversou até com o guarda como se o visse todos os dias.
Não demorou a voltar. O ticket de papel que ele me deu — junto com o passaporte — indicava o número do meu barco, a doca onde estava, e o número do meu assento.



Ao detector de metais, adeus amigos, companheiros, camaradas. Ainda olhei pra trás pra ver se dava um tchau ao motorista louco, mas não o vi mais. Achei que tampouco veria mais a família mongol, até que eles apareceriam mais tarde no mesmo barco que eu.
Foi bom correr na estrada, pois nosso barco seria já o primeiro a zarpar, às 9:20. Rolou até uma breve adrenalina, mas por sorte ele não foi difícil achar.
Como já vinha se sendo de praxe, eu era o único ocidental em vista.




O cruzeiro pelo rio Li até Yangshuo
Lá fomos nós, às 9:18 da manhã sob aquele céu nublado nas águas verde-escuras do rio Li. Pelo visto não iria ninguém do meu lado naquelas poltronas de couro amplas, emolduradas por um chão acarpetado e funcionárias prontíssimas de sentinela ali.
O arranjo era de vários pares de sofás de couro virados um para o outro, com uma mesa comprida entre eles. Ali, uma telinha boba, uma planta, e uma prancha de madeira com bule d’água quente e um jogo de chá de louça branca. Ao que fiz um movimento na direção de pegar algo, o chinês do outro lado se voluntariou silencioso a me servir um chazinho.
Se no meu sofá eu ia sozinho (em princípio, é lugar para duas pessoas), no sofá do outro lado ia uma família rechonchuda: esse chinês amorenado de seus 40 anos, com ares de quem ganha muito dinheiro com informática; uma senhora que eu não entendi se era a mãe ou a mulher dele; e uma criança que obviamente era da família, de bochechas fofinhas e seus seis anos.
Era uma criança cordata, dessas quietas observadoras. Exceto pela criança, todos estavam completamente de preto: roupa de cima, calças, sapatos pretos. O pai, como tantos ali ao barco, estavam presos ao celular até que surgisse um motivo de força maior.


Após ensinarem-nos como pôr os coletes salva-vidas caso necessário viesse a ser, as funcionárias do barco se puseram a dispensar — por uns bons 10 minutos — uma série de instruções das quais eu nada entendi. Como eu disse, não caia no conto da carochinha de haver muita coisa em inglês na China. Vida que segue; eu entendia a paisagem. (Pareciam ser detalhes sobre a comanda de pedidos de bebida, etc.)
Este era um cruzeiro lento, daquele onde as telas mostram imagens do próprio cruzeiro.
Tocava uma música ambiente de fundo, meio com ares de cerimônia do chá ou de trilha sonora de momento introspectivo em O Tigre e o Dragão. A atmosfera era quieta mesmo — exceto quando as moças se punham inconvenientemente a anunciar coisa no sistema de som.
Não demora para todo mundo se levantar dos seus assentos e ir para a área panorâmica, aberta, do barco no andar de cima, a observar as lindas vistas até cansar. O dia estava nublado, como é comum ser o caso aqui neste úmida região da China, e das cerca de 30 pessoas, eu era claramente o único ocidental a bordo.






Os chineses são de muita prontidão quando se pede a eles para tirar fotos, e aqui o pessoal da Mongólia Interior que havia vindo no mesmo transporte que eu me reencontrou.
É tentador registrar cada monte, mas é também premente se deter um pouco para sentir a quietude daquele ambiente cênico.


Num dado momento, passamos pelo exato local desta paisagem com a vista que está estampada na nota de 20 yuan. Você aí se junta aos chineses para não deixar de fazer o registro.


Os chineses almoçam cedo, então às 11:20 — cerca de duas horas após zarpar — fomos convocados todos a descer para comer. O que eu gosto da Ásia é que aqui não é lanche, mas almoço com comida de verdade a bordo.
Abriu-se o bufê, que eu devo admitir que não era exatamente uma Brastemp — havia um pouco de tudo, desde legumes refogados a frango, arroz, macarrão frito e batata-doce, tudo servido nuns pratinhos pequenos, que era para ninguém pegar demais.
Quebrou o galho.


Após o almoço, também à moda chinesa, iniciou-se uma venda de artigos duty free a bordo.
Se inicialmente havia feito até um calor do lado de dentro do barco, a esta altura já havia um poderoso ar condicionado à brasileira em ação, o que terminou de me estimular a passar o restante do meu tempo lá no alto do lado de fora.
Entretanto, não demoraríamos. Após lindas paisagens e pouco mais de três horas de cruzeiro, às 12:30 terminaríamos nosso cruzeiro pelo rio Li e atracaríamos em Yangshuo.




Yangshuo, cidade turística à margem do rio Li
Yangshuo é a paragem aonde as pessoas vêm. Uns, como eu, chegam com os tours de barco e vão embora no fim do dia. Outros se hospedam aqui por várias noites. A atmosfera turística do lugar é marcante, e esse corredorzão acima pontuado por vendedores já dava um pouco o tom.
Outra coisa é que se Guilin, cidade grande, já havia me dado o tom de uma China mais parecida com o Sudeste Asiático que com o restante do país, este interior de Yangshuo o faria ainda mais acentuadamente.
O píer fica ligeiramente fora do centro, mas nada muito distante. Tudo aqui se cobre caminhando, e em alguns minutos a pé você já está nas ruas comerciais do miolo da cidade.
Antes de chegar lá, vi ainda algumas chineses em trajes típicos a tirar fotos com a vista dos montes detrás.





Yangshuo se revelaria bastante comercial. São algumas ruas plenas de lojas e restaurantes com o entorno de colinas verdes. Vendem-na como um lugar idílico da China interiorana virgem, mas nada mais longe da verdade.
É um lugar bem “turistão”, bem mais até que a própria Guilin, onde ainda se via certa normalidade. Foi onde eu pela primeira vez nesta viagem vi aquela coisa de gente na rua o abordando para perguntar se não quer isso ou aquilo, de onde vem, para onde vai, para onde vamos — aquela conversa de motorista de tuk-tuk da Tailândia ou do Vietnã.
Foi também aqui onde eu vi mais ocidentais por metro quadrado após a Grande Muralha. Não que haja inúmeros, mas há, querendo alugar motinha elétrica e se juntar aos chineses. Há um McDonald’s bem no centro da cidade, e tudo aqui é um tanto mais caro que em Guilin.
Achei uma atmosfera um tanto excessivamente contaminada pelo turismo, ainda que haja belezas. Eu não iria querer permanecer aqui por dias. Para mim, em 2-3h você já viu tudo, e uma tarde se revelou mais que suficiente.



Há um charme, não resta dúvida. Só que eu imaginava uma cidadezinha mais idílica e pitoresca que comercial.



Claro, como estamos numa região pobre da China, há as pessoas que vêm aqui tentar ganhar a vida com o turismo, à maneira do Sudeste Asiático.


Nestes périplos, zanzando entre casuais ocidentais e coisas a preço de turista, eu achei curioso passar por um rapaz italiano que perguntava em bom inglês à vendedora se o caqui seco na sua cesta era tomate frito.
Curioso como a gente enxerga as coisas de casa por toda parte. (A vendedora nada lhe respondeu, limitando-se a indicar com a mão que ele levasse uns.)
Nisso, acabei também por ver algo que eu nunca havia visto em lugar nenhum do mundo de forma tão explícita.


É legal, mas numa ou duas horas você tem a sensação de que já viu tudo.
O rio Li segue ali perto, mas não é exatamente uma margem que se preste a uma caminhada panorâmica muito longa — tem mais pinta de atracadouro no lamaçal.
Então resolvi driblar o McDonald’s e o Starbucks ali postos para os turistas, chineses como estrangeiros, e deixar por ora este miolo turístico de Yangshuo para ver o que mais havia.
Acabei adentrando um parque público de ar de quem via pouca manutenção, em meio a estátuas com ares de coisa dos anos 80-90 (como tanto do que vi em Guilin). Uns homens coroas jogavam baralho, mulheres dançavam mais adiante em conjunto com um rádio ligado alto, e outros cantavam num karaokê improvisado com caixa de som no amplo parque. Diversões chinesas.





Eu havia acertado com o transporte de retorno que me apanhasse às 17h num ponto de encontro marcado. A última hora eu já estava meio que matando tempo, após lanchar algumas coisas de rua.
Comprei-me umas bananas de uma daquelas ambulantes numa área mais distante do centrinho, e cheguei a testemunhar uma blitz escondida pegando um monte de motinha fazendo barbeiragem. Um bocado de gente de repente pondo o capacete.
Era um sentimento curioso, aquele misto de diversão e pena, assistir aos que vinham lá mais adiante sabendo o que lhes esperava na curva. Vejam vocês aí a que eu me prestei neste fim de tarde, a sentar para assistir isso com uma penca de bananas na mão, enquanto dava a hora do meu transporte chegar.
O rapaz foi pontual — um doidinho pequeno numa van grande que acelerava como se não houvesse amanhã. Não demoraríamos a estar de volta a Guilin, aonde retornei ainda na última hora de luz do dia. Eu teria uma longa — longuíssima — viagem de trem no outro dia cedo.
Gostei de ver Yangshuo, de finalmente conhecê-la, mas as memórias dela iam na cabeça. Quem ia no coração era a paisagem do rio Li.









Meu jovem, que espetáculo!… que postagem eletrizante!…. que maravilha de cenário!….que paisagens fenomenais!…. de tirar o fôlego… Coisa de cinema… nossa… magnífica…
Acompanhei empolgada a descrição toda e as maravilhosas paisagens. Que coisa linda… que aventura..
Ri e adorei a curiosíssima caracterização do herói, a la Cavaleiros do Zodíaco hahah faltando a vestimenta e demais apetrechos hahaha…imagino a figura…
E que aventura chegar ao barco…nossa haha
Ainda bem que um belo e charmoso barco, e não a jangada de bambu hahah ….cheguei a pensar que o viajante iria fazer o percurso na jangada hahaha… Belo barco… gostei…
Encantada com a viagem, o ambiente, o rio, os montes… a postagem e a atmosfera energética da região… Que leveza, que beleza, que energia maravilhosa… Uau
Encantada com o rio, com o tom das águas… que verde deslumbrante, profundo .. e que montes fantásticos, soberbos… maravilhosos … espetaculares… parecem ter uma vida especial que perpassa pelas fotos, pela postagem e chega até nós.
Mágico…
Parece um sonho…
E o viajante brasileiro parece personificar toda essa magia.. Está no seu elemento.. magnifico…
Tudo lindo…
Gostei de tudo…
Apreciei o parque público com seu verde luxuriante e bela ponte…
As águas primorosas. Um verde lindíssimo.
O povo simpático.
Fiquei deveras impressionada.
Adorei a comilança. Como sempre a Ásia é maravilhosa nas comilanças, apesar da necessidade de alguns cuidados dadas às excentricidades hahahah
Parabéns pela linguagem, pelas alegorias, pela escolha do lugar, pela postagem, mais parecendo uma reportarem. Uma riqueza.
E pelas detalhadas informações… maravilha…
Gostaria de estar lá…
Mais uma vez deslumbrada com a Ásia e suas maravilhas…
Valeu, meu jovem…
Adorei…