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Este é um site cultural, não-comercial. Não pretendo pôr anúncios nem lhe vender nada (exceto talvez algum livro, um dia). Tampouco é este um site exclusivamente de dicas de viagem, que hoje em dia qualquer um obtém a rodo em portais constantemente atualizados como o wikitravel.org ou o tripadvisor.com. A minha proposta é outra.

A proposta deste site é ser uma página sobre o mundo feita a partir de experiências em primeira mão — sem o verniz da mídia, das agências de viagem, ou dos guias turísticos. 

Essa proposta tem três diferenciais fundamentais. Primeiro, alcance. O nosso habitual aprendizado sobre o mundo — na escola e pela mídia — costuma ser extremamente limitado, a uns poucos países (dos quase 200 que há!), a apenas aspectos superficiais, e a uma abordagem impessoal, que nos apresenta somente paisagens e figurantes estereotipados, pessoas sem alma própria. Eu gosto de ir a fundo, de relatar aquela historieta que mostra o quanto a outra pessoa (daquele lugar longínquo) também é gente como a gente, e gosto de visitar aqueles lugares que você nem sabia que existiam.

Segundo, subjetividade. Eu não me privo de dar opinião, de dizer o que eu acho, e não finjo imparcialidade (que, muitos diriam, não existe). Em outras palavras, eu personalizo o relato — afinal, o que vos conto é a minha vida. Tudo aqui é real, inclusive (sobretudo) as pessoas. Você não fica só naquela coisa superficial, em vez disso vai junto comigo conhecendo gente de verdade.

Terceiro, sinceridade. Ninguém gosta de tudo em todos os lugares aonde vai, e eu não sou exceção. Não sinto, como os guias de viagem, a necessidade (comercial) de fazer você crer que tudo é “lindo d+”. Não é. Eu faço questão de dar o retrato inteiro, e não economizo irreverência onde acho merecido. 

Meu objetivo, portanto, é conhecer, mostrar os lugares como eu realmente os vejo, e — não nego — estimular vocês a também abraçarem o mundo, se não fisicamente, na cabeça. É lá que tudo começa.

“Afaste-me da sabedoria que não chora, da filosofia que não ri, e da grandeza que não se curva diante de crianças.” – Kahlil Gibran

Na areia em Vanuatu
A idéia foi deles, eu só segui. E, não, não é na África nem no Caribe, mas na Melanésia, a terra dos negros do Oceano Pacífico. Viu só?  
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