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Visitando o Cazaquistão: Dicas de viagem, aonde ir, e o que fazer

O Cazaquistão, nono maior país do mundo, mistura natureza e a herança histórica dos cazaques que combina influências túrquicas, mongóis e russas. Desde que liberou o visto para brasileiros em 2016, tem sido um destino crescentemente procurado.  Abaixo é um balanço breve da minha visita recente ao país, seguido de dicas e considerações gerais a quem pretende vir aqui. O que mais gostou. Conhecer melhor os cazaques. Gente tranquila, simpática, e relativamente aberta. Visita obrigatória. Almaty (Alma-Ata), a maior cidade do país e capital até 1997. O que não gostou. Os passeios são um pouco caros, e o trem veloz Talgo

Conhecendo Nursultan (ex Astana), a capital do Cazaquistão

O Cazaquistão pode ainda nos evocar um lugar remoto, mas ele está passando a ser um dos centros do mundo, conectando a China à Rússia e à Europa. É a "nova Rota da Seda", como dizem, capitaneada pelos chineses para desenvolver infraestrutura através da Ásia. Nursultan (até 2019 chamada de Astana) é a Brasília da Ásia Central. Fizeram-na em 1997 para ser a nova capital do Cazaquistão, levantada no meio das estepes. Almaty (Alma-Ata), sua capital histórica, tem tradição e porte econômico, mas não estava bem localizada para ser o centro da nação que recobrava sua independência em 1991 após o

Trens no Cazaquistão: Como são, como comprar online, e minha experiência

O Cazaquistão é o 9º país mais vasto do mundo, maior que as regiões Nordeste e Sudeste do Brasil juntas. Deslocar-se é preciso, e a maneira mais interessante aqui é fazê-lo de trem. Uma das boas heranças da União Soviética nesta parte do mundo é um funcional — e barato — sistema de transporte ferroviário.  A rota mais praticada pelos turistas de longe é Almaty-Nursultan (ex Astana), as duas principais cidades cazaques. Almaty, a capital econômica e principal cidade; Nursultan, a capital política, a "Brasília das estepes", construída aqui em 1997 por motivos geoestratégicos. Você lê mais sobre as cidades nos seus

O Grande Lago de Almaty (Big Almaty Lake) nas montanhas Tian Shan, Cazaquistão

Um dos meus interesses em vir ao Cazaquistão era ver de perto das Tian Shan, esta cadeia de montanhas de mais de 7.000m praticamente desconhecida do Ocidente. Não fosse geologicamente considerada parte dos Himalaias, ela própria seria a segunda mais elevada cordilheira do mundo. Seu nome significa "Montanhas Celestiais", e desde tempos imemoriais elas são a fronteira quase mítica que a China encontrou nas suas expedições para oeste — seus limites no encontro com as civilizações aqui da Ásia Central. Essas montanhas hoje são a fronteira política do Cazaquistão com a China, assim como daquele com o Quirguistão logo ao sul,

Almaty (Alma-Ata), “pai das maçãs”, a maior cidade do Cazaquistão

Alma-Ata, literalmente "Pai das Maçãs", é a região de origem desse fruto. Hoje a cidade se chama Almaty, foi capital até 1997, mas continua como coração econômico da maior das ex-repúblicas soviéticas afora a Rússia. Bem vindos à Ásia Central. PRÓLOGO: VINDO CONHECER A ÁSIA CENTRAL Sem fila ao portão de embarque — no bom e velho bolo — e por debaixo de chuva até o avião embarcamos em Riga rumo a Almaty, no Cazaquistão. No avião, turistas europeus com caras óbvias de turistas, casais de várias idades. Entre vários russos de cara fechada, passavam muitos cazaques de cara asiática desfilando seus

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