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Coreia do Sul ou Japão? Diferenças e semelhanças a quem pretende viajar

Ir à Coreia do Sul ou ao Japão? A resposta mais simples é: visite os dois. No entanto, esses países estão do outro lado do mundo, e nem sempre há capital ou tempo suficiente para incluir ambos numa viagem.  Cada pessoa tem o seu preferido. Muitos dizem que o Japão é incomparável, sem conhecer a Coreia. Já outros afirmam que a Coreia é menos visitada, mas mais interessante que o Japão. A resposta final, é claro, é subjetiva, mas aqui vão algumas considerações que ter em mente, de quem já passou semanas turistando em ambos. Culturalmente, os países são semelhantes, mas não

Coreia do Sul: Dicas De Viagem, Lugares Para Ver, E O Que Fazer

A Coreia do Sul está começando a aparecer como destino de interesse dos brasileiros. Aqui vai o meu resumo da experiência que tive lá na primavera (março-junho), um período bom para visitar este país de invernos bem frios e verões quentes e úmidos. O que mais gostou. As facilidades da boa infraestrutura urbana sul-coreana, e a preços baixos. Admita-se que a Coreia não é assim cheeeeia de lugares "top" a visitar; não é um destino turístico por excelência. No entanto, Seul e algumas outras partes do país têm, sim, várias coisas bonitas a ver e interessantes a conhecer. Pra isso, gostei muito

Em Gyeongju, cidade histórica no interior da Coreia do Sul

Cheguei de ônibus a Gyeongju, uma cidade histórica no sudeste da Coreia do Sul. Por nada menos que 1.000 anos ela foi a capital do Reino de Silla (57 a.C. - 935 d.C.), no tempo em que a Coreia ainda não era unificada. Ela chegou a ser a quarta maior cidade do mundo em sua época, um período que viu o budismo como religião oficial aqui. Hoje, eu cheguei esperando encontrar uma cidade histórica nos moldes das pequeninas cidades históricas europeias, mas na prática me deparei com o que mais parecia uma cidade-resort de montanha — com lojas modernas de marca, pessoas

5 curiosidades (ou melhor, doideiras) na Coreia do Sul

Viajando aqui pela Coreia do Sul, descobri algumas coisas loucas quase inacreditáveis sobre o país. Segue uma pequena lista de doideiras. Advirto já que nem sempre se tratam de coisas engraçadas; alguns são problemas sérios, mas que não deixam de chamar a atenção pela excentricidade.  1. Na Coreia do Sul, não é raro fazer cirurgia plástica antes dos 30 anos. É o país com o maior número per capita de cirurgias plásticas. Sim, desbancou o Brasil e os EUA. Fazer cirurgia plástica por qualquer motivo é uma fixação na Coreia. Basta qualquer aparente imperfeição, e as mulheres (mas também alguns homens) estão

Busan, no sul da Coreia do Sul, e o templo budista Haedong Yoggungsa à beira-mar

Bem vindos à segunda maior cidade da Coreia do Sul, após a capital Seul. Busan [às vezes pronunciado Pusan pelos coreanos] fica no litoral, e é uma cidade de médio porte com seus 3,5 milhões de habitantes na área metropolitana.  Cheguei num dia de sol após tomar o eficiente trem KTX desde Seul. Os trens coreanos são rápidos, confortáveis, e bem mais baratos que os japoneses (onde andar de trem é mais caro que avião). À praça da estação, um grande monumento em formato de polvo, um dos símbolos da cidade.  É uma cidade para quem gosta de (comer) frutos do mar.

O “Memorial da Guerra” em Seul e a divisão Norte-Sul da Coreia hoje

O Memorial da Guerra da Coreia é a atração mais popular de Seul — e, de fato, de todo o país. Não é à toa. Pouco comentada no Brasil (pela nossa distância geográfica e histórica), a Guerra da Coreia nos anos 1950 foi um dos eventos mais importantes do século XX, e a razão pela qual ainda há duas Coreias hoje.  Em Seul, gratuitamente, você pode visitar um lindo e moderno memorial — na prática, um museu — dedicado a explicar os ocorridos. Tudo é segundo a versão da Coreia do Sul, é claro. Ainda que ninguém em sã consciência defenda a louca

A pouco conhecida comida coreana: Kim chi, gimbap, bibimbap, e mais

Comida coreana é algo que a grande maioria dos brasileiros não faz ideia do que se trata. Ela lembra algo da comida japonesa, mas dentro de certos limites. Há a onipresença do arroz como no restante da Ásia, mas esqueça o peixe cru e substitua-o por porco grelhado. Sim. Além disso, os coreanos adoram pimenta — coisa que você não vê no Japão. E, é claro, há o famoso prato-assinatura da comida coreana: kim chi, legumes fermentados num molho apimentado com um cheiro — e gosto — levemente azedos, que você é capaz de sentir em vários condomínios de São Paulo onde

Conhecendo Seul, Coreia do Sul (Parte 4): Visitando seus templos budistas

O budismo é uma das grandes religiões históricas na Coreia, junto com o cristianismo (sim), o confucionismo, e o xamanismo. No entanto, ao contrário do que você pode imaginar, o budismo na Coreia nunca foi dominante, e sempre encontrou forte competição. Ele aqui jamais atingiu o nível de aceitação que veio a encontrar na China ou no Japão, por exemplo. O budismo surge onde hoje são o Nepal e a Índia no século VI a.C., e chega à Coreia especificamente em 372 d.C. Até então, os coreanos eram predominantemente xamanistas (na verdade, ainda são), ou seja, veneravam espíritos da natureza e

Conhecendo Seul, Coreia do Sul (Parte 3): Seus palácios medievais e o bairro tradicional de Bukchon

Coreia medieval. Poucos no Brasil têm uma ideia de como isso foi. (Afinal, o nosso currículo eurocêntrico só nos fala do Oriente a partir do momento em que os europeus aparecem por lá.) Talvez alguns pensem em imagens do Japão medieval, nos fornecidas pelos filmes e desenhos, com os ninjas, samurais, etc.  A Coreia medieval teve, naturalmente, semelhanças tanto com a China quanto com o Japão medievais, países com os quais trocou influências culturais ao longo dos séculos, e ela legou belos palácios e paisagens que são o que há de mais bonito a ver na capital sul-coreana, Seul. Menos conhecidas, mas

Conhecendo Seul, Coreia do Sul (Parte 2): Descobertas pelo centro e no distrito turístico de Insa-dong

Nem tudo reluz em Seul. Nem tudo são os glamurosos prédios de distritos mais modernos como Gangnam, retratado no post anterior. Há ainda muito de tradicional na Coreia — e, com isso, muito de mais humilde, mais simples, que não exala tanto a dinheiro.  Se você quer algo mais de achego humano — na medida em que o permite esta reservada cultura oriental —, é preciso vir ao centrão de Seul, ou ao agradável distrito comercial de Insadong, perto do centro.  Eu cheguei a comentar antes como Seul, ao modo da maioria das metrópoles asiáticas, é pouco centralizada (não há um downtown como nas metrópoles ocidentais).

Conhecendo Seul, Coreia do Sul (Parte 1): Gangnam, a “Manhattan coreana” e distrito do Gangnam Style

O fenômeno musical mais popular do mundo contemporâneo é coreano — quem diria. Música de 2012, Gangnam Style, do artista sul-coreano Psy, ainda é o vídeo mais visto do mundo no YouTube, com cerca de 3 bilhões de visualizações. O que pouca gente sabe é que esse vídeo é uma sátira, uma ironia com os opulentos "novos ricos" de Gangnam, distrito no sul de Seul onde se concentram os altos prédios de escritórios de empresas e o centro financeiro do país. Sendo um país que vem crescendo vertiginosamente nas últimas décadas, a Coreia tem uma ascendente classe de executivos, empresários, e funcionários

Bem vindos a Seul: As minhas primeiras impressões na Coreia do Sul

Bem vindos a Seul, a capital sul-coreana que tantos brasileiros conhecem de nome, mas que bem poucos visitam. Por alguma razão, a Coreia do Sul não está costumeiramente na lista de turismo dos brasileiros. Claro, é longe pra caramba. Além disso, a Coreia não conta com o mesmo apelo cultural que temos pelo Japão — por toda a imigração japonesa no Brasil, exposição à cultura tradicional japonesa de muitas formas, etc. Curioso, porque a Coreia e o Japão são muito parecidos. (Meo deos! Jamais diga isso a um japonês ou a um coreano.)  O aeroporto internacional de Incheon, que serve Seul, é

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