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Visitando as ilhas Galápagos, no Equador: Mar, vida selvagem e dicas de viagem

Galápagos é um lugar mágico, dos mais impressionantes do mundo. Famosas pela visita inspiradora do naturalista inglês Charles Darwin, pai da Teoria da Evolução, estas ilhas existiam sem presença humana até poucos séculos. Não só há formas de vida curiosas, como as célebres tartarugas gigantes, iguanas amarelas e aves de pés azuis, como também os animais aqui não foram condicionados a temer as pessoas. (Se você não tiver cuidado, pisa num lagarto ou passarinho, pois eles não fogem de você.) Amantes da natureza aqui atingirão o nirvana. As ilhas Galápagos ficam a 2h de avião da costa do Equador, país ao qual

Mitad del Mundo, latitude zero: Visitando o marco da linha do equador no Equador

Era dia de visitar o marco da razão pela qual o Equador tem esse nome. A imaginária linha do equador, que separa o planeta em duas metades, significa exatamente isso: o circulus aequator (em latim), o círculo que faz duas partes iguais. Desnecessário dizer que a linha passa no país Equador. A partir de missões geodésicas francesas nos anos 1700, quando estas ainda eram colônias espanholas, é que se começou a identificar tais marcos da Terra e a chamar estes de territórios do equador. Em 1822 há a independência da Espanha e formação de um país grande chamado Gran Colombia, com as hoje

Quito para além do centro histórico: La Mariscal, o vulcão Pichincha, e a Capilla del Hombre

Embora Quito tenha um centro histórico rico, o primeiro a ser tombado pela UNESCO como Patrimônio Mundial, nem tudo da cidade está restrito a ele. No tempo que passei aqui, eu fui também a alguns outros lugares bem preciosos a recomendar. A principal área turística de Quito, afora o centro histórico, é conhecida como La Mariscal, um bairro moderno repleto de lanchonetes gourmet, restaurantes turísticos, redes de fast food, e entretenimento noturno. Durante o dia, a área é relativamente parada, mas de noite ganha vida. Algumas pessoas hospedam-se aqui, mas eu confesso que achei mais interessante hospedar-se no centro histórico. Vai

Comidas e bebidas típicas a experimentar em Quito, Equador

Esses somos eu, Mishelle e Sandra, as minhas anfitriãs equatorianas em Quito, e Frank, o único ex-Testemunha de Jeová que eu já conheci na vida. Em mão, tenho uma inca kola, o guaraná-jesus do Peru e do Equador, refrigerante ame-o-ou-deixe-o cor ácido-de-bateria e de sabor chiclete. Eu já a havia mostrado aqui, em viagem ao Peru, mas deixemo-na de lado por ora. Há coisa melhor a se provar em Quito.  Nesse 1 mês em que vivi no Equador eu conheci algo dos comes & bebes daqui, e tenho algumas coisas realmente típicas a recomendar. Quito, além do seu maravilhoso centro histórico retratado

Cultura e arte andinas no Equador: Espiritualidade indígena e o Ballet Folclórico Equatoriano Jacchigua

Os nossos vizinhos andinos aqui na América do Sul têm um patrimônio cultural fascinante, e menos conhecido no Brasil do que a proximidade geográfica nos faria crer. (Um brasileiro médio provavelmente conhece mais de cultura japonesa ou chinesa do que peruana ou equatoriana.) Compartimos séculos da mesma história colonial e uma mestiçagem semelhante, mas segue esse apartheid atencional do Brasil com seus vizinhos de língua espanhola que só aos poucos, com o turismo e os intercâmbios, é que estamos começando a superar. Estamos começando a nos reconectar. Quito, como eu já coloquei antes, é das cidades mais belas da América do Sul — possivelmente

Um mês em Quito, Equador: Vivências e lugares no primeiro centro histórico do mundo tombado pela UNESCO

Feo es morir sin haber amado "Eu não quero morrer jovem", disse eu, jocoso, quando estávamos prestes a cruzar uma ponte bem elevada na longa estrada do aeroporto até Quito, no Equador. "Feio é morrer sem ter amado", respondeu-me tranquilo o meu poético taxista. Esse não seria mais o meu caso, felizmente. De todo modo, a ponte nos sustentou, e depois de 1h de estradas e engarrafamentos nós chegamos a Quito, talvez a mais singela das capitais sul-americanas. Quito foi o primeiro patrimônio cultural a ser identificado e tombado pela UNESCO em todo o mundo, em 1978. Seu belíssimo centro histórico colonial é o número

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