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Ljubljana, Eslovênia: Da birita de mel à Ponte do Dragão

Poucos brasileiros sabem localizar a Eslovênia no mapa, e menos ainda a incluem em seus roteiros de viagem. Um erro. Ljubljana [lê-se Liubliana], a capital eslovena, é uma das cidadezinhas mais charmosas da Europa. Não tem o glamour ou a fama de Paris ou Viena, mas tem bem menos turistas — e, por isso, oferece uma experiência bem mais autêntica, na qual você pode interagir com as pessoas, sentir tranquilamente os locais, e sossegar. Uma pequena joia que está aos poucos caindo no gosto dos demais europeus. 
Eu vim até cá para o réveillon, como já relatei (aqui). Mas fiquei devendo a minha

Bled e a Eslovênia medieval

Bled é uma pitoresca cidadezinha da Eslovênia, com um castelo, um lago, e uma igrejinha numa ilhota do lago. É um dos mais populares destinos do país, e a apenas uma viagem curta (1h) da capital Ljubljana. Aqui visitei alguns cenários medievais bem idílicos, senti-me na Terra Média ou em Westeros, e de quebra ainda descobri a sabrage — a técnica de abrir champagne com um sabre — com um monge. 
Ainda era começo de janeiro, portanto inverno na Europa. Tudo quieto, como transparece na foto acima. Pouco havia passado desde o réveillon, e Ljubljana continuava pacata. Na mesma rodoviária chinfrim onde eu havia tomado

Nas Cavernas de Postojna (Eslovênia)

O meu primeiro dia do ano foi literalmente cavernoso. Depois da fuzarca de réveillon em Ljubljana (post anterior), a cidade estava deserta. Recebi mil recomendações sobre cafés a visitar, mas tudo estava fechado. Meu café da manhã foi portanto extraído de máquinas automáticas. Uma delícia. Na verdade, foi melhor do que eu imaginei: consegui um iogurte de côco, um sanduíche, e de quebra um pacote de batata chips. Senti-me como se tivesse feito uma feira, naquela entradinha despretensiosa numa avenida em Ljubljana. A caminho da rodoviária. 
Como era feriado (1 de janeiro), muito da cidade estaria fechado, e resolvi deixar pra visitá-la

Bem vindos à Eslovênia: Réveillon em Ljubljana

31 de dezembro. Em vinte minutos o ônibus me trouxe de Trieste na Itália até Sežana, na Eslovênia. A natureza é idêntica, mas a atmosfera humana muda completamente. Os eslavos em geral são muito mais discretos que os italianos, e isso de certa forma reflete no ambiente. Além disso, as pessoas nos antigos países comunistas têm uma postura mais humilde, sobretudo os de mais idade, e isso se percebe na vestimenta simples e até na linguagem corporal.  
As ruas são muito mais quietas, e tudo parecia dominado por uma serenidade invernal. Não vi alvoroços de grupos de jovens onde cada um tentava aparecer

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