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Viajando na Mongólia: Dicas de viagem, tours, lugares para ver, e o que fazer

A Mongólia é um país fascinante, tanto em termos de cultura e história quanto de natureza. Após quase 20 dias aqui, digo que foi uma viagem inesquecível. Primeiro vão algumas impressões gerais, e a seguir algumas dicas a quem cogita vir conhecer. O que mais gostou.  A herança cultural viva. As paisagens são espetaculares, não resta dúvida, mas paisagens maravilhosas (ainda que diferentes) você também encontra no Chile, no Brasil, etc. Já a herança cultural e histórica da Mongólia é muito específica dela, diferente, exótica para nós, e interessantemente ela permanece viva nos dias atuais. Isso é fascinante de observar. Visita

Epílogo: Dias finais em Ulaanbaatar após tour pelo interior da Mongólia

O meu tour pelo interior da Mongólia havia durado 9 dias, passando por esculturais vales rochosos, pelo famoso Deserto de Gobi, e pelas paisagens verdes, amplas e repletas de rebanhos da Mongólia Central, além de um puxadinho em Karakorum, a histórica capital medieval dos mongóis. Agora, eu estava de volta à capital Ulaanbaatar. Poucos dias me separavam do meu próximo trem. Havia coisas que eu ainda não havia visto na cidade, especialmente o Mosteiro Gandantegchinlen, no centro da cidade; e significativamente, uma estátua do viajante latino Marco Polo. Eu não podia ir embora sem uma foto ali. O budismo na Mongólia é

Karakorum, a histórica capital da Mongólia na Idade Média (Tour dias 8 e 9)

À 7ª noite do nosso tour, chegamos a Karakorum, a histórica capital medieval dos mongóis. Já havíamos cruzado por dias as estepes da Mongólia na nossa kombi, as paisagens secas do Deserto de Gobi no sul do país, e mesmo as estepes verdejantes banhadas pelo Rio Orkhon na Mongólia Central. Agora era hora de um pouco (mais) de História e cultura neste nosso passeio. O nosso tour de 9 dias se completaria em breve, e estávamos já naquele misto de "o que falta ainda pra ver?" e uma vontade escondida de tomar um banho digno, deitar numa cama macia, e comer

O Vale do Rio Orkhon e a Mongólia Central (Tour dias 6 e 7): Estepes, nômades e cavalos

O sexto dia amanheceu nublado. O famigerado Deserto de Gobi havia ficado para trás, e nós agora adentrávamos a Mongólia Central — o coração do país. Nesta região central da Mongólia, há maior umidade e dominam os pastos por sobre as colinas até onde a vista alcança. Os rebanhos atravessam a frente do carro às centenas. Ou talvez fosse mais correto dizer: o carro passava dispersando centenas de cabras, ovelhas, bois e yaks que pastavam tranquilamente na imensidão. Como cheguei a sugerir anteriormente, me parece que aqui na Mongólia os animais são mais felizes. Com água, pastos e animais estão também os

O Deserto de Gobi, as Dunas de Khongor e os Penhascos Flamejantes: Tour pela Mongólia, dias 4 e 5

Continuação de Iniciando um tour pela Mongólia (Dias 1, 2 e 3): Entre vales, estepes e camelos Não, não é o Saara. Não estamos na África nem na Arábia, mas sim na Ásia Central. Se você reparar num mapa da China, verá que o seu oeste é muito pouco habitado, dotado como é de regiões áridas até você chegar às montanhas que lhe servem de fronteiras com o Quirguistão e o Tajiquistão. Por aqui passavam as rotas de mercadores, naquilo que ficou apelidado de Rota da Seda, e que levava até as grandes cidades da Pérsia, Constantinopla/Istambul, o Egito e a Europa. A

Iniciando um tour pela Mongólia (Dias 1, 2 e 3): Entre vales, estepes e camelos

Era uma manhã dessas de sol quando todos nos reunimos no albergue. Éramos eu, minha amiga canadense com quem viajava, três franceses que espontaneamente juntaram-se ao nosso tour (o que reduziu o preço), um rapaz mongol que nos serviria de guia, e um senhor mongol que seria o nosso motorista. Arrumar um tour pela Mongólia não é difícil, mas é preciso ser criterioso. Há muitas ofertas, muitas delas exageradamente caras, outras baratas mas furadas, e por aí vai. Ao final destes relatos na Mongólia, eu vou compartir com vocês as dicas disso. Os arranjos que fiz foi com Jagaa, alguém que —

Naadam: Festival nacional e “Olimpíadas” da Mongólia

Todo ano, os mongóis se reúnem para celebrar a sua nação em grande estilo.  Esqueça as paradas militares e essas coisas já batidas. Na Mongólia, a celebração se dá com festejos musicais, comilanças, e competições esportivas tradicionais (arco-e-flecha, corridas a cavalo, luta-livre, e outros jogos seculares dos mongóis). O Festival Naadam, como os mongóis o chamam, são olimpíadas que ocorrem todos os anos país afora. As datas exatas variam, e cada comunidade organiza o seu, o maior de todos sendo naturalmente o da capital Ulaanbaatar — embora eu depois fosse experimentar também os de pequeninas comunidades do interior, que tem o seu charme

Em Ulaanbaatar, a capital da Mongólia

Ulaanbaatar, a capital da Mongólia, é um lugar muito mais dinâmico e movimentado do que você talvez imagine. Eu várias vezes olhei o mapa, vi essa cidade de nome estranho perdida cá nos confins da Ásia Central, e imaginava "não deve ter nada". E isso não era somente por eu ser brasileiro, do outro lado do mundo: eu conversei com russos da Sibéria, aqui vizinha, que imaginavam a mesma coisa da Mongólia. Estávamos todos enganados. Embora remota (para quem vive no Ocidente), a atual capital da Mongólia é uma cidade de mais de 1 milhão de habitantes, com prédios, shoppings, restaurantes

No parque cultural “13th Century”: Visitando a Mongólia do século XIII, dos tempos de Gengis Khan

Foi perto da capital Ulaanbaatar que eu faria uma das visitas mais interessantes durante esta minha estadia na Mongólia. Um "parque" onde você conhece os detalhes de como viviam os mongóis nos tempos medievais do grande conquistador Gengis Khan — ou melhor, como eles o chamam aqui, Chinggis Khan —, no século XIII. O 13th Century, contudo, não é meramente um museu ou parque temático ocidental, nem aqueles lugares onde atores fingem-se de personagens da Idade Média. A coisa aqui é muito mais autêntica. Numa grande área a cerca de 100Km da capital, pavilhões autênticos mostram diferentes aspectos da vida tradicional dos mongóis. As

Bem vindos à Mongólia e ao Gorkhi-Terelj National Park

Eis a Mongólia, um país de tão forte imagem medieval (dos tempos do conquistador Gêngis Khan) que a gente nem lembra que o país ainda existe, e poucos fazem ideia de como ele atualmente é. Estamos na Ásia Central; para nós, das menos conhecidas regiões do mundo. Aqui, os povos das estepes encontram-se espremidos entre as milenares influências chinesa, persa, e muitas outras. Pode parecer estranho falar em "espremido" nestas esparsas terras onde há menos de 2 pessoas por Km², mas cultural e politicamente é assim que os mongóis estão desde que os herdeiros de Gêngis Khan perderam as rédeas. Acompanhem-me aos

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