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Nepal além das trilhas: Lugares, dicas, e o que fazer

A maioria dos turistas ocidentais pensa o Nepal apenas em termos de montanhas e trilhas, mas o Nepal é muito mais que isso. Ainda que você não queira embrenhar-se nas lindas paisagens dos Himalaias por falta de tempo (pois as menores trilhas duram 5-7 dias no mínimo), físico ou interesse, há muito que justifique uma viagem aqui. A minha estadia foi curta, de menos de uma semana, mas pude presenciar bastante da cultura, da História, e do ambiente do lugar. Abaixo as minhas considerações gerais, e em seguida várias dicas. O que mais gostou. Da riqueza estética, cultural, e religiosa hindu, comparável e até mais

Cremação e cerimônia hindu no templo Pashupatinath (Katmandu, Nepal)

Fogueiras acesas, ervas prontas, e famílias — espera-se também prontas — para queimar o corpo do seu ente querido na beira do rio. O rio, que dantes devia ser um corpo caudaloso de água limpa, hoje é um riacho escuro sofrido com os males da industrialização sem consciência e da urbanização desgovernada. O ritual, todavia, persiste o mesmo. Cachorros de rua passeiam no recinto enquanto um sacerdote organiza as toras de madeira para queimar. Faz-se uma fogueira na plataforma justo à margem, algo elevada, enquanto as mulheres descem as escadarias (os ghats) que vão até as águas para banhar ou benzer algo. Há resíduos

Templos e legado histórico no Nepal: Bhaktapur, Patan e Changu Narayan

O Nepal nem sempre foi um país unido. Até o século XVIII, havia muitos pequenos reinos vizinhos aqui nesta região dos Himalaias. Perto de Katmandu, que nada mais era que a capital de um daqueles, você tem nada menos que outras três antigas capitais: Bhaktapur, Kirtipur, e Patan (atualmente renomeada Lalitpur, mas ainda conhecida pelo seu nome histórico). Cada uma tem a sua Durbar Square, a sua praça palaciana. Era hora de eu conhecer esse legado histórico nepalês. Passada a nossa manhã de largas caminhadas por entre os terraços de arroz e vales verdes do Nepal, a tarde seria histórica. A

Vales e terraços de arroz nos Himalaias: Uma caminhada nos arredores rurais de Katmandu, Nepal

As pessoas imaginam os Himalaias sempre como aquelas montanhas altíssimas, de mais de 8.000m de altura e picos nevados. No entanto, esquecem que antes de chegarmos àquelas elevações há grandes áreas de vales verdes, cultivados com terraços de arroz ou chá, onde as pessoas vivem. Foi algo que eu quis conferir aqui no Nepal, nos arredores de Katmandu, para ver algo da vida diária e das suas paisagens. A quem procura fazer uma caminhada ou trilha de um dia, por não ter tempo, disposição ou físico para as longas trilhas de uma semana ou mais até a base do Everest, Annapurna

O Mosteiro Kopan e Boudhanath: Espaços tibetanos em Katmandu, Nepal

Katmandu tem o agito e o bafafá que eu mostrei no post anterior, mas tem também seus cantos singelos. Muitos desses estão relacionados à presença tibetana aqui. Alguns dos mais belos locais de cultura tibetana fora do Tibete estão em Katmandu, a capital nepalesa. Sempre houve grandes trocas culturais através dos Himalaias, esta que é a maior cordilheira do planeta. Porém, quando a China invadiu em 1951 a terra do Dalai Lama, este fugiu para a Índia, mas foi cá no vizinho Nepal que muitos tibetanos se refugiaram. Parte da riqueza cultural do Nepal de hoje se deve a essa linda mistura,

Bordejos em Katmandu, Nepal: Templos, ruas loucas, e cultura tibetana

Olhe o horizonte. Calma, não se assuste demais com a muvuca das ruas. Estamos no Nepal, um dos países mais pobres da Ásia, mas também um dos mais belos. Pobreza e beleza estão aqui lado a lado. Aqui fica o famoso Monte Everest, maior montanha do mundo (a 8.848m); há lindas paisagens tanto rurais quanto naturais; e há ricas e milenares culturas dos Himalaias, a mais elevada cordilheira de montanhas da Terra. O Nepal acontece de ser onde o Buda nasceu (em 563 a.C.), e estando estrategicamente posicionado entre a Índia e o Tibet  (este atualmente na China) o Nepal também tem

Visto na chegada para brasileiros e imigração no Nepal: O procedimento e a experiência

Bem vindos ao Nepal, um dos países mais turísticos do Oriente. Estamos na Cordilheira dos Himalaias, a mais alta do mundo, entre a Índia e a China. Acabei de chegar, e nos posts seguintes relatarei a minha visita e experiência aqui.  Por ora, quero compartilhar informações sobre o procedimento e a experiência de obter o visto nepalês na chegada ao aeroporto de Katmandu, a capital. Brasileiros, assim como portugueses e outra centena de nacionalidades, não precisam solicitar visto antes de viajar ao Nepal. Basta vir. Isso se aplica tanto a vindas de avião quanto a entradas por terra, vindo de países vizinhos.

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