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Entre a Transilvânia de ontem e hoje na sua capital histórica, Cluj-Napoca (Romênia)

Eis ali no seu cavalo, diante da Catedral de São Miguel Arcanjo, o rei húngaro Matthias Corvinus (1443-1490). Estamos hoje, todavia, na Romênia, numa das cidades de nome mais curioso aonde já fui, Cluj-Napoca — lê-se como se escreve. Cluj, como é mais comumente chamada, foi a capital do Grande Principado da Transilvânia, uma entidade sob a coroa húngara e, mais tarde, austríaca. A cidade, como o restante da região, até hoje guardam aromas e vistas típicas da Europa Central, ainda que a Romênia não faça parte dessa região. Hoje, ela é a segunda maior cidade do país, após a capital Bucareste. Nos

Sighisoara, a pitoresca cidade medieval da Transilvânia onde teria nascido o Drácula

Bem vindos ao interior da Romênia no leste europeu; à Transilvânia, esta terra de natureza e heranças medievais bem conservadas, e que muitos creem nem existir de verdade. Existe, é composta por vales entre as Montanhas dos Cárpatos, colinas verdes, e belas cidades históricas. Delas, Sighisoara é talvez a mais pitoresca de todas. Eu chegava aqui vindo de Brasov, naqueles dias mágicos entre o Natal e o Ano Novo. Um inverno de zero grau pairava no ar, sob um céu nublado e uma névoa que dão certa magia à região. Inevitavelmente, quando se menciona "Transilvânia", quase todo mundo a associa imediatamente ao Conde

Viagens de trem na Romênia: O que esperar e como reservar online

A Romênia é um país com 22 milhões de habitantes e do tamanho da Espanha, com muita diversidade regional e lugares a conhecer. Portanto está longe de ser a viagem curta que é ir a outros países dos Bálcãs como Macedônia ou Kosovo, ou mesmo a países pequenos como a Bélgica e a Holanda. Nessa diversidade de riquezas culturais e naturais, a Romênia é um país que tem muito mais a oferecer do que a maioria dos brasileiros (e europeus) pensam, e viajar de trem aqui é parte da experiência. Como noutras partes da Europa, há uma densa malha ferroviária ligando as

Brasov (Transilvânia) no inverno e no Natal

Basta mostrar um castelo e falar "Transilvânia", e os ocidentais imediatamente pensam todos no Drácula. Calma, a Transilvânia tem bem mais que isso, nem é esse lugar macabro que muitos imaginam. Há, sim, uma atmosfera algo soturna, nebulosa, ajudada tanto pela natureza ainda preservada de matas e colinas verdes (ou algo brancas, no caso deste inverno) quanto pelas estruturas medievais pitorescas bem conservadas. Longe de malévolo, o ambiente é bem bonito, bucólico e até romântico.  Por exemplo, celebra-se muito bem o Natal aqui na Transilvânia. Pra quem não sabe, estamos no miolo da Romênia. O país é entrecortado pelos Cárpatos, montanhas

O subestimado centro histórico de Bucareste, Romênia

Voltar à Romênia é sempre divertido. Seu jeito bagunçado, que lembra em certa maneira o Brasil, junto com seu aroma balcânico, lhe dão um tempero especial nem sempre encontrado noutras partes da Europa. Bucareste, sua capital, está longe de ser a mais cotada da Europa. Em verdade, poucos europeus lhe fazem caso — a maioria acha a capital romena horrível, dotada como é com seus prédios cinzentos de inspiração soviética, e quase desprovida da beleza encontrada em outras capitais do leste europeu como Praga ou Budapeste. O que a maioria não se dá conta, contudo, é que Bucareste tem, sim, um centro histórico

Praias Romenas 2: Farofa, nudismo e rock n’ roll

Depois de alguns anos, estamos de volta à Romênia. Ah, terra de tão interessantes praias! Não tanto pela praia em si, que no Brasil temos melhor, mas pela muvuca. E cada uma tem uma muvuca à sua maneira. 
Meu destino este ano foi a praia de Vama Veche [Véke], uma das mais badaladas e preferidas dos jovens alternativos na Romênia. Cheguei aqui após duas breve noites na cinzenta — porém interessante — capital romena, Bucareste. (Pra quem perdeu a minha incursão anterior a este país, vejam aqui). Não é o clima que é cinzento em Bucareste, mas os prédios, quase todos herdados da época comunista

Praias romenas, trens quebrados, e ciganos

A Romênia é um destino mais interessante do que se imagina. Eu comecei minha visita por Bucareste, a capital, seguida da Transilvânia, a região mais interessante do país e repleta de lindas cidades históricas e belas paisagens naturais — além da história do Drácula pra atrair muitos turistas. Essas partes foram relatadas já há algum tempo, e eu nunca terminei. Mas agora finalmente chegou a hora. (Pra quem não conferiu ou quiser reler os anteriores: Chegando à Romênia: Bucareste, o Museu Satului e a Casa Poporului e A Transilvânia: Sinaia, Sishisoara e Brasov) A praia é um elemento indispensável na cultura romena. Quando a temperatura sobe, os romenos

A Transilvânia: Sinaia, Sighisoara, e Brasov (e, é claro, o Drácula)

Cá eu vim parar, na terra do Conde Drácula. Sim, a Transilvânia existe de verdade. Aqui viveu o príncipe Vlad o impalador, que inspirou a lenda do vampiro. Mas, ao contrário do que você pensa, a Transilvânia é um lugar lindo. Esqueça a escuridão dos filmes de terror: na Transilvânia o que você tem são florestas sobre as colinas e belas cidades medievais. Ah! Os castelos estão lá, sim, e são um primor. Seu Vlad e aqueles que o sucederam tinham bom gosto! 
Quem vem à Romênia tem de vir à Transilvânia. A região fica no centro da Romênia, envolta pelos Cárpatos,

Chegando à Romênia: Bucareste, o Museu Satului e a Casa Poporului

(Este post relata a minha primeira viagem a Bucareste. Para a minha visita mais recente, visite este outro post. Recomendo ler ambos. E, sim, os nomes romenos são engraçados assim mesmo como os do título.) Todo romeno é apaixonado pelo Brasil. Uma dessas coisas que a gente nem faz ideia, e que descobre de repente. A Romênia, apesar de estar no leste europeu, é um país latino, e a língua falada (o romeno) é parecido com o italiano. Eles tem um pouco daquele ar desconfiado típico do leste europeu ex-comunista, mas em geral são mais calorosos, engraçados, e — como os brasileiros — tem um certo

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