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Um mês em Quito, Equador: Vivências e lugares no primeiro centro histórico do mundo tombado pela UNESCO

Feo es morir sin haber amado "Eu não quero morrer jovem", disse eu, jocoso, quando estávamos prestes a cruzar uma ponte bem elevada na longa estrada do aeroporto até Quito, no Equador. "Feio é morrer sem ter amado", respondeu-me tranquilo o meu poético taxista. Esse não seria mais o meu caso, felizmente. De todo modo, a ponte nos sustentou, e depois de 1h de estradas e engarrafamentos nós chegamos a Quito, talvez a mais singela das capitais sul-americanas. Quito foi o primeiro patrimônio cultural a ser identificado e tombado pela UNESCO em todo o mundo, em 1978. Seu belíssimo centro histórico colonial é o número

Singapura, a cidade-estado do país tropical moderno

Já comentei como Singapura é um paraíso das comilanças asiáticas, e de como o país resulta de uma mistura de chineses, malaios e indianos que vieram parar aqui no tempo da dominação britânica. Mostrei os bairros étnicos com os seus templos no post anterior. Esta cidade-estado, no entanto, quer também se estabelecer como um moderno e organizado país tropical — coisa que a gente não vê muito mundo afora. Do ponto de vista do turista, isso significa mais alguns lugares interessantes a visitar. Singapura tem a maior renda per capita da Ásia, fora o Japão. É também um paraíso de segurança —

Coisas de Barcelona: Sagrada Família, obras de Gaudí, e noites na rua

Barcelona tornou-se uma das sensações da Europa (e do mundo) nos últimos tempos. Uma cidade descolada, animada, e muito diferente do espírito monarquista da Espanha. Aliás, uma cidade diferente de toda aquela Europa tradicional. Barcelona representa a nova Europa: da União Europeia, do multiculturalismo liberal, e dos jovens festeiros que não querem nada com o conservadorismo da Europa de outras eras que você costuma imaginar. Eu cheguei a Barcelona para o início do que seria uma jornada solitária de 4 meses, uma volta ao mundo que me levaria daqui ao norte da África, ao Oriente Médio, a países da Ásia ainda

Bordejos em Dublin: Da universidade, ao bar, ao cemitério

Da universidade, ao bar, ao cemitério. Parece algum estudante boêmio declarando sua rotina ou sua perspectiva de vida. Na verdade, é um resumo do meu roteiro por Dublin. A capital irlandesa pode não ter o charme de uma Londres ou Paris, mas tem seus pontos interessantes. E não dá pra visitá-la sem ver o campus do famoso Trinity College, os tradicionais bares escuros da cidade, e visitar o Glasnevin Cemetery para aprender um pouco mais sobre a história deste país. A tríade, no fim das contas, casa-se bem com as predileções favoritas dos irlandeses: beber, ler & conversar, e virar uma boa história

Bangkok à noite: Lady boys, sky bars, e a famosa Rua Khao San

Se a noite é uma criança em outros lugares, aqui em Bangkok ela definitivamente é maior de 18. 
Esta provavelmente é a cena noturna mais pervertida do mundo. Se durante o dia Bangkok é uma metrópole "normal" do Sudeste Asiático, com seus lindos templos budistas e outras belezas (ver aqui), à noite ela revela um "lado B" bastante diferente, em que as ruas exalam nightlife, sexo e prostituição. Basta o sol se pôr (ou às vezes nem isso), e já surgem os neons e a música eletrônica vinda dos bares. As barraquinhas na calçada, que durante o dia vendem frutas ou souvenirs

Réveillon em Bangkok! Bem vindos à Tailândia, a terra da libertinagem

Não é todo dia que eu viajo pra encontrar "camisinha" listada no cardápio do serviço de quarto do hotel, quarto triplo com uma cama só, ou banheiro com uma porta extra estratégica ligando a banheira ao quarto. Não, não é motel, isso é Bangkok. 
Bem vindos à Tailândia, um dos países mais belos e simpáticos do mundo. Digo-lhes isso já tendo visitado mais de 60 deles. Gastronomia fabulosa, lindas praias e templos budistas, gente calorosa e, como você talvez já saiba, seguramente o país mais liberal e libertino do mundo em matérias de gênero e sexo. Comparado à Tailândia, o Ocidente

Descobrindo Tóquio (Parte 3): Da tranquilidade de Ueno às badalações de Shinjuku, Harajuku e Akihabara

Este post dará um nó na sua cabeça — mas também mostrará claramente os contrastes de Tóquio — ao ir de um extremo ao outro, do passado ao futuro, do dia à noite. Você custará a crer que aqueles distritos se encontram na mesma cidade. Comecemos pelo afortunado encontro que eu pude ter com uma amiga brasileira no distrito de Ueno. (Uma daquelas coisas de você dizer que está em Tóquio e aquela sua amiga que você não vê há anos enviar uma mensagem "Você está no Japão?? Eu também!") Ueno é um dos distritos mais tradicionais de Tóquio, com um dos maiores e mais populares

Descobrindo Tóquio (Parte 1): O metrô e as luzes e neons de Shibuya, Roppongi, e da Torre de Tóquio

Tóquio é uma cidade enorme, cheia de distritos (como eles aqui chamam os bairros), cada qual com a sua personalidade. Não é uma cidade europeia ou colonial, onde normalmente você tem o centro histórico ou algum ponto central de referência. Na prática, Tóquio não tem centro. Para descobri-la, é preciso ver cada um dos distritos e saborear seus contrastes. Você, por exemplo, já percebeu que essa Tóquio da foto acima é bem distinta daquela retratada no post anterior, sobre os templos.  
Para conhecer Tóquio não há escapatória: tem que se usar o metrô, tido como o melhor do mundo. Você acha

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